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8 de fevereiro de 2019

"Eu estou solto e o Lula está preso, babaca", diz Ciro Gomes a estudantes. Veja o vídeo



Deu ruim a participação de Ciro Gomes (PDT), na Bienal da UNE (União Nacional dos Estudantes) em Salvador. O candidato derrotado nas eleições de 2018, criticou parcela dos jovens por defender políticos envolvidos em corrupção e acabou sendo muito vaiado por apoiadores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta quinta-feira (7).

“O jovem não está sequer ouvindo porque dói, dói demais você ouvir as coisas quando elas são verdadeiras e a referência totêmica, o totem deles não responde mais. Tem coisa mais chata do que um jovem estar num bar defendendo corrupto?”, disse Ciro.

Os petistas reagiram e chamaram Ciro corrupto. Aí, o pedetista perdeu a linha, se exaltou e passou a retrucar as acusações.

“Eu não sou corrupto, não. Eu estou solto, 38 anos de vida pública, nunca respondi por nenhum malfeito. Eu sou limpo. Eu sou limpo. Engole essa, engole essa”, disse. Na sequência, repetiu por três vezes: “O Lula está preso, babaca”.​

Acabou vaiado e chamado de “oportunista”. 

Ciro prosseguiu no ataque. “Temos o maior líder popular brasileiro preso, condenado em duas sentenças que juntas chegam a 25 anos. Isso é fato. Não me agrada dizer isso, mas ou o Brasil entende que isso é fato ou a gente vai delirar”, disse.
Ciro criticou duramente o PT por ter insistido em manter a candidatura de Lula e depois substituí-lo por Haddad. "Fomos humilhantemente derrotados por essa estratégia. Insistir nela afunda o Brasil.”

Segundo a rádio CBN, em entrevista à imprensa, antes de participar do ato, Ciro lamentou a condenação do ex-presidente Lula pelo caso do sítio em Atibaia. Mas afirmou que a nova condenação era mais consistente do que a anterior, do caso do triplex do Guarujá.

“Ele [Lula] facilitou. Tomou-se de gostos burgueses e acabou deixando o queixo exposto”, disse Ciro.


20 de novembro de 2018

Bolsonaro indica mais um "enrolado na Justiça" para ministro. Luiz Mandetta, futuro ministro da Saúde, já causou prejuízo milionário em Mato-Grosso do Sul . Entenda o caso

Mandetta - Indicado para Saúde por Bolsonaro responde a inquéritos na Justiça Federal por fraude em licitação

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), anunciou o deputado Luiz Mandetta (DEM-MS) como seu ministro da Saúde. Mandetta será o terceiro membro do Democratas a assumir uma pasta no novo regime - Onix Lorenzoni (Casa Civil) e Tereza Cristina (Agricultura), são os outros "demos" que integram o governo do ex-capitão. Além de ser do Democratas, Mandetta tem outra semelhança com seus colegas "demos": está enrolado na Justiça. Ele responde a processos nas 4ª e 5ª Varas Federais de Campo Grande acusado de dar um prejuízo milionário aos cofres públicos quando foi secretário de Saúde da capital de Mato Groso do Sul.

Mandetta responde por peculato, improbidade e outras fraudes que cometeu durante a implantação da Gestão de Informação Em Saúde - GIZA. Ao todo, se condenado, Mandetta deverá pagar mais de R$ 33 milhões

Mandetta fraudou a licitação ao direcionar o certame para beneficiar o Consórcio Telemídia & Technology Ltda e a empresa portuguesa Alert Serviços de Licenciamento de Sistemas de Informática para a Saúde em troca de favores pessoais relativos à campanha eleitoral de 2010.

O caso tramitou no Supremo Tribunal Federal por três anos e meio, de 2 de fevereiro de 2015 até 23 de agosto deste ano, quando o ministro Luiz Fux determinou o envio para a primeira instância.

O inquérito foi distribuído para a 5ª Vara Federal, comandada pelo juiz Dalton Igor Kita Conrado, no dia 20 de setembro deste ano.

O Gisa causou prejuízos de R$ 8,1 milhões, mas nunca funcionou. A prefeitura foi obrigada a devolver R$ 14 milhões ao Ministério da Saúde em decorrência do fracasso do programa que pretendia modernizar a atendimento nas unidades de saúde. Na época, a propaganda era de que os pacientes marcariam consulta por telefone e todo o sistema seria informatizado.

Na ação por improbidade administrativa, o Ministério Público Federal descreveu as irregularidades. “As ilegalidades atingiram a licitação já na elaboração da seleção. A empresa vencedora (Telemídia) teve acesso às regras da licitação – e se adaptou a elas – antes do edital ser publicado, tanto que o orçamento apresentado foi exatamente igual ao dinheiro disponível pela Prefeitura”, apontou.

Além de restringir a concorrência, o deputado é investigado porque a Telemídia apresentou documentos falsos para dar base legal à assinatura do contrato. O consórcio deveria fornecer o código fonte, mas não tinha condições de desenvolvê-lo e subcontratou a empresa portuguesa Alert, que se recusou a fornecer o programa como estava previsto no contrato.

Na área criminal, o “Escândalo Gisa” está na parte de investigação e deverá ser encaminhado à Superintendência da Polícia Federal de Mato Grosso do Sul. Somente após a conclusão do inquérito, o MPF decide se denuncia ou não o deputado.

A lentidão também marca a tramitação das ações por improbidade. Somente após três anos e seis meses, o juiz Pedro Pereira dos Santos, da 4ª Vara Federal, definiu a competência para julgar as ações, que tramitam em sigilo e cobram o ressarcimento e multa de R$ 16,332 milhões cada.

A ação que tramitava na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos também será encaminhada à 4ª Vara Federal.

Mandetta encerra o mandato de deputado federal em fevereiro, já que não disputou a reeleição.Ele foi colega de Bolsonaro na Câmara dos Deputados e durante a campanha, auxiliou o ex-capitão com informações da área da Saúde.

5 de novembro de 2018

Ministro Extraordinário - Bolsonaro indica e Temer nomeia Lorenzoni que confessou ter recebido dinheiro ilegal da JBS


O deputado Onix Lorenzoni (DEM-RS), divulgou instantes atrás a relação dos integrantes da equipe de transição que será responsável por receber as informações da equipe do atual presidente, Michel Temer (PMDB), antes da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL).

Lorenzoni, que já confessou ter recebido dinheiro ilícito para sua campanha em 2104, foi nomeado ministro extraordinário, conforme decreto publicado hoje (5) no Diário Oficial da União, seção 2, página 1. Ele exercerá a função de coordenador da equipe de transição de Bolsonaro.

Lorenzoni foi flagrado recebendo R$ 100 mil do esquema montado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos do conglomerado JBS. O atual homem-forte de Bolsonaro confessou o crime. O esquema ilegal visava irrigar as campanhas de parlamentares favoráveis aos interesses da empresa dos Batista.

Confirmado para assumir a Casa Civil no governo Bolsonaro, Onyx passou os últimos dias em Brasília, preparando a chegada do presidente eleito, que desembarcará amanhã (6) na cidade, onde fica até a próxima quinta-feira (8).

Veja a seguir a relação dos indicados por Bolsonaro para a equipe de transição.

MARCOS AURÉLIO CARVALHO
PAULO ROBERTO
MARCOS CÉSAR PONTES
LUCIANO IRINEU DE CASTRO FILHO
PAULO ANTÔNIO SPENCER UEBEL
AUGUSTO HELENO RIBEIRO PEREIRA
GUSTAVO BEBIANNO ROCHA
ARTHUR BRAGANÇA DE VASCONCELLOS WEINTRAUB
GULLIEM CHARLES BEZERRA LEMOS
EDUARDO CHAVES VIEIRA
ROBERTO DA CUNHA CASTELLO BRANCO
LUIZ TADEU VILELA BLUMM
CARLOS VON DOELLINGER
BRUNO EUSTÁQUIO FERREIRA CASTRO DE CARVALHO
SÉRGIO AUGUSTO DE QUEIROZ
ANTÔNIO FLÁVIO TESTA
CARLOS ALEXANDRE JORGE DA COSTA
PAULO ROBERTO NUNES GUEDES
WALDEMAR GONÇALVES ORTUNHO JUNIOR
ABRAHAM BRAGANÇA DE VASCONCELLOS WEINTRAUB
JONATHAS ASSUNÇÃO SALVADOR NERY DE CASTRO
ISMAEL NOBRE
ALEXANDRE XAVIER YWATA DE CARVALHO
PABLO ANTÔNIO FERNANDO TATIM DOS SANTOS
WALDERY RODRIGUES JUNIOR
ADOLFO SACHSIDA
MARCOS CINTRA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

2 de novembro de 2018

Procuradora-Geral Raquel Dodge denuncia e filho de Bolsonaro é intimado pelo STF por crime de ameaça à jornalista


O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro, foi notificado nesta semana a prestar esclarecimentos da denúncia de ameaça a uma jornalista, formalizada no Supremo Tribunal Federal (STF) pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

O processo foi aberto pela PGR em agosto do ano passado, após depoimento e conversas no aplicativo Telegram fornecidas pela jornalista Patrícia Lélis, que diz ter sido ameaçada pelo deputado após desmentir publicamente que tivesse um relacionamento com ele.

A ameaça é considerada um crime de menor potencial ofensivo, por isso é apurado nos juizados especiais criminais, e o condenado poder ter a pena de prisão substituída por outra pena alternativa, como prestação de serviço à comunidade, pagamento de cestas básicas a alguma instituição, dentre outras.

Para a ocorrência do crime não precisa que o criminoso cumpra o que disse, basta que ele tenha intenção de causar medo e que a vítima se sinta atemorizada.

O ministro Luís Roberto Barroso, responsável pelo caso no Supremo, notificou o parlamentar para que desse sua versão dos fatos, mas ele não respondeu. Em abril, a PGR apresentou denúncia contra Bolsonaro. Segundo a peça, ele ameaçou “acabar com a vida” da jornalista e usou diversas palavras de baixo calão para se referir a ela.

Na mesma ocasião, a PGR propôs uma transação penal, um acordo judicial para encerrar o processo mediante o pagamento de R$ 50 mil por danos morais à jornalista, a destinação de 25% do salário do deputado ao Núcleo de Atendimento a casos de violência doméstica, bem como a prestação de 120 horas de serviços comunitários.

Barroso determinou a intimação de Eduardo Bolsonaro para responder à proposta de transação penal, mas por um “erro de processamento” o despacho só foi publicado em setembro. Novamente Eduardo Bolsonaro se manteve calado.

Entretanto, como a intimação havia sido feita por meio de publicação no Diário Oficial da União (DOU) e o deputado não tem advogado o representando nos autos, Barroso determinou, em 26 de setembro, nova intimação do parlamentar, dessa vez pessoalmente.

Após tentativas diárias, somente em 30 de outubro um oficial de Justiça conseguiu intimar Eduardo Bolsonaro. Ele terá até 14 de novembro para responder.

21 de novembro de 2017

#POLÍTICA NACIONAL - PMDB lembra Dilma "saudando" mandioca e diz que estava na hora de "tirar o pais do vermelho". Veja o vídeo

Dilma - Ela saudou a mandioca, mas fica brava de ser lembrada disso

Desde que assumiu a marquetagem de Michel Temer, o publicitário Elsinho Mouco sabia muito bem em que estava se metendo. Considerado o presidente pior avaliado do planeta, Temer tem menos de 3% em avaliações positivas entre brasileiros maiores de 16 anos. Não é tarefa fácil tentar reverter uma situação dessas.

Elsinho chegou a dizer que em julho do ano que vem (não por coincidência na antessala das convenções partidárias previstas para agosto), a aprovação de Temer estará próximo de 50%. Sendo capaz de fazer tão inacreditável mandracaria, o marqueteiro terá trazido à vida um outro Lázaro e colocaria Temer como protagonista em um processo no qual parece fadado a ser ignorado publicamente, apesar de ser cortejado de forma privada.

Mas, não se diga que Elsinho esteja brincando. As campanhas institucionais da Presidência, com forte presença do presidente nas redes sociais, reforçam o que de bom tem feito o governo (controle da inflação, fixação do teto dos gastos públicos, retomada do crescimento, redução do desemprego, reformas trabalhista e educacional).

Enquanto isso, a campanha do PMDB no rádio e na TV tratam de fazer o cotejamento entre o horroroso governo de Dilma Rousseff e o governo de Michel Temer. Em uma das melhores peças, o PMDB tira um sarro de uma das tantas falas destrambelhadas de Dilma Rousseff. A "saudação à mandioca" já está entre aquelas idiotices mais icônicas já proferidas no idioma de Camões.

Claro que Dilma "queimou ruim" com a peça publicitária, o que acaba por reforçar a qualidade do trabalho do marqueteiro de Temer, que aproveitou para arrematar com o óbvio "estava na hora de tirar o país do Vermelho".

Curtam aí a peça publicitária, antes que o PT consiga uma liminar do Fux, Fachim, Barroso ou Rosa Weber e a tire do ar!


9 de outubro de 2017

#CPIdoBNDES - Advogada que temia "f...r" seus amigos no STF será convocada

Dando prosseguimento aos seus trabalhos, a CPI da JBS vai se reunir na terça-feira (10), para colher dois depoimentos. 

O ex-chefe de departamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) José Cláudio Rego Aranha falará à comissão como convocado. 

Também será ouvida Maria Fernanda Ramos Coelho, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. 

Na mesma reunião, a CPI votará uma série de requerimentos. Um deles pede a convocação da advogada Fernanda Tórtima. Ela é responsável, em conjunto com Rodrigo Janot, ex-procurador-geral da República, pela definição da estratégia para envolver o presidente Michel Temer e livrar a pele dos irmãos Joesley e Wesley Batista, chefões da JBS e da J&F.

Tórtima é a advogada que fez a ligação entre Marcelo Miller, Rodrigo Janot e os irmãos Batista. Durante a negociação com Janot, os delatores se dispuseram a gravar clandestinamente o presidente Temer e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A advogada mostrou sua preocupação quanto ao envolvimento do Supremo.

Segundo Joesley, a advogada advertiu: “Nossa senhora, peraí, calma, o Supremo não, peraí, calma, vai foder meus amigos”.

Agora, Tórtima terá a oportunidade de esclarecer quem seriam esses amigos e porque corriam o risco de "foder-se", além de dezenas de outras expressões usadas por ela durante as tratativas com Miller e Janot.

Outro requerimento é de convite a Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça do governo da petista Dilma Rousseff.

A CPI, composta por 17 senadores e 17 deputados, foi criada para investigar as bandalheiras da JBS em operações realizadas com o BNDES, ocorridas entre de 2007 e 2016, durante os governos petistas de Lula e Dilma. 

Preside a comissão o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e funciona como relator o deputado Carlos Marun (PMDB-MS). 

A reunião será realizada a partir das 9 horas, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado Federal, em Brasília.

21 de dezembro de 2016

Presidente Michel Temer decide antecipar recursos da repatriação para municípios. Marabá vai receber R$ 4 milhões

O presidente Michel Temer decidiu antecipar o repasse dos recursos da repatriação do Imposto de Renda a todos os municípios brasileiros. A liberação será feita no próximo dia 30, e não mais em 1º de janeiro de 2017, como determina a medida provisória 753. Para os 144 municípios paraenses, será repassado um total de R$ 184.813.195,28.

No Pará, serão beneficiados 144 municípios, com repasse total de R$ 184,8 milhões. Belém tem o maior percentual de recursos calculado em cerca de R$ 20 milhões. Os municípios mais populosos, como Ananindeua, Marabá e Santarém, receberão R$ 4 milhões, cada.

“O presidente Temer foi sensível ao ouvir o apelo dos municípios, que passam por grandes dificuldades em um ano de crise financeira. Em todos os Estados por onde tenho andado, tenho ouvido o apelo dos prefeitos. Foi uma decisão acertada, em socorro às prefeituras de todo o País”, frisou Helder Barbalho, após levar pessoalmente a demanda ao presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto, em Brasília.

19 de dezembro de 2016

É penta! É penta! Lula torna-se réu pela quinta vez

N'o Estado de São Paulo, hoje (19):

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato, aceitou denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira, 19. Agora, Lula se torna réu pela quinta vez em ações penais nas Operações Lava Jato, Zelotes e Janus.

Ao todo, o petista é alvo de cinco denúncias: duas da Lava Jato, no Paraná, uma na Operação Zelotes, uma na Operação Janus e uma no âmbito da Lava Jato, em Brasília.

Também viraram réus nesta nova ação da Lava Jato o empresário Marcelo Odebrecht, acusado da prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; Antonio Palocci e Branislav Kontic, denunciados pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro; e Paulo Melo, Demerval Gusmão, Glaucos da Costamarques, Roberto Teixeira e Marisa Letícia Lula da Silva, acusados da prática do crime de lavagem de dinheiro.

Lula é apontado como o responsável por comandar ‘uma sofisticada estrutura ilícita para captação de apoio parlamentar, assentada na distribuição de cargos públicos na Administração Pública Federal’. A denúncia aponta que o esquema foi instalado nas mais importantes diretorias da Petrobrás, mediante a nomeação de Paulo Roberto Costa e Renato Duque para as diretorias de Abastecimento e Serviços da estatal, respectivamente.

25 de novembro de 2016

Gedel cai após denúncia de pressão sobre ex da Cultura.


Acusado de ter pressionado o ex-titular do Ministério da Cultura Marcelo Calero para liberar uma obra em Salvador, o ministro Chefe da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, enviou na manhã desta sexta-feira (25), por e-mail, uma carta de demissão ao presidente Michel Temer. Geddel, que está na capital baiana desde quarta (23), conversou por telefone com o presidente depois de encaminhar a solicitação para se desligar do primeiro escalão.

Geddel é o sexto ministro a deixar o governo Temer em seis meses de gestão.

Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, Temer aceitou o pedido de Geddel, que era responsável pela articulação política do governo federal com o Congresso Nacional. Em meio ao turbilhão que atingiu até mesmo seu gabinete, o presidente tentará sair de foco nos próximos dias. Ele anunciou que vai viajar para sua residência em São Paulo na tarde desta sexta.

O ex-ministro da Cultura Marcelo Calero disse à Polícia Federal em depoimento ter recebido pressão do presidente Michel Temer sobre obra de interesse de Geddel Vieira Lima, que gravou conversas que teve sobre o assunto com o próprio Temer e com Geddel, além do ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo nesta sexta-feira (25).

Para que as gravações sejam periciadas e analisadas pela Polícia Federal é preciso que o Supremo Tribunal Federal (STF) autorize a abertura de uma investigação, uma vez que as autoridades gravadas têm foro privilegiado, acrescentou o Estadão.

Segundo o depoimento de Calero à PF, o ex-ministro disse que se reuniu com Temer na quinta-feira da semana passada e que o presidente afirmou que a decisão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) de barrar um empreendimento imobiliário em Salvador, no qual Geddel havia comprado um apartamento, criara "dificuldades operacionais em seu governo".

O porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola, disse na noite de quinta-feira que Temer estranhou a acusação feita por Calero de que tentou enquadrá-lo no caso envolvendo Geddel, e afirmou que o presidente se surpreendeu com boatos de que o ex-ministro teria solicitado uma segunda audiência "somente com o intuito de gravar clandestinamente conversa" para posterior divulgação".

Conheça os personagens:

20 de janeiro de 2016

PSDB pede investigação sobre doação ilegal a campanha de Lula em 2006. Ação pode levar ao cancelamento do registro do PT

No Portal Terra, hoje (20):

O PSDB protocolou nesta quarta-feira (20) na Procuradoria-Geral Eleitoral uma representação na qual pede que seja investigada a documentação que teria sido entregue pelo ex-diretor da área internacional Petrobras Nestor Cerveró à Procuradoria-Geral da República.

Nela, segundo reportagem do Jornal Valor Econômico da última segunda-feira (18), antes do acerto da delação premiada, Cerveró disse que a campanha à reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de 2006 recebeu R$ 50 milhões em propina, resultado de uma negociação para a compra de US$ 300 milhões em blocos de petróleo na África, em 2005.

“Esse é um crime que não tem sua prescrição prevista em lei. O que está em jogo não é o ex-presidente Lula, mas sim o recebimento por parte do Partido dos Trabalhadores de recursos do exterior”, disse líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio.

Ele explica que “o que a lei veda e a Constituição veda também é que recursos vindos do exterior abasteçam campanhas eleitorais no Brasil, o que é uma ofensa à soberania nacional e à independência dos partidos políticos”.

“Qual consequência disso? É a extinção do partido, porque ele perde o registro, portanto, independentemente do que vá acontecer com o ex-presidente Lula, a consequência é direta para o seu partido, o Partido dos Trabalhadores”, disse Sampaio, acrescentando que a extinção do PT não decorre da vontade do PSDB, mas sim de uma consequência legal.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria de imprensa do Instituto Lula disse que não vai comentar o assunto.

INACREDITÁVEL! De Lula, o santo: "não tem uma viva alma mais honesta do que eu"!

Claro está que Lula é um alucinado, mas certas boçalidades alcançam dimensões realmente inacreditáveis.

Em café da manhã com blogueiros nesta quarta-feira (20), no Instituto Lula (imagem acima), o ex-presidente afirmou que ‘não tem uma viva alma mais honesta’ do que ele. O petista começou a responder perguntas a partir das 10h. Na primeira resposta, Lula falou sobre investigação de corrupção.

“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da igreja católica, nem dentro da igreja evangélica. Pode ter igual, mas eu duvido”, disse.

Durante a alegre tertúlia com a bloguerada "a favor", outras pérolas foram distribuídas.

Frases e ideias lapidares do tipo "vou reeleger o Haddad, em São Paulo" (o petista tem menos de 14% de aprovação e sua reprovação chega a 56%); ou "dizem que o PT está morto, mas eu vou mostrar como ganhar as eleições municipais" (menos de 6% dos eleitores brasileiros admite que poderia apoiar um candidato indicado por Lula).

Mas, o verdadeiro motivo foi a anúncio de sua candidatura (valha-me, Deus!) para presidente em 2018.  Lula deixou claro que será candidato e a manobra visa manter com faróis baixos alguns setores do PT que sonhavam com Jacques Wagner (coincidência, mera coincidência, foi Wagner começar a viver seu calvário logo que mostrou-se um tanto mais proativo no comando do destrambelhado governo de Dilma).

Vale a pena lembrar: com Lula (e para beneficiar Lula e Dilma), foi montada a maior e mais eficiente máquina de arrecadação de propinas que deu origem ao Mensalão e ao Petrolão, os dois maiores escândalos da história do País. TODOS os amigos mais próximos e colaboradores estão presos ou sendo investigados (bom, Celso Daniel está morto, não é? Mas esse fantasma sem descanso é outra história...). Nada menos que 20 ministros do governo Dilma - marionete eleita por Lula - respondem a inquéritos por corrupção. O próprio Lula e seus familiares foram beneficiários de vantagens indevidas ("presentes" como apartamentos e reformas de casas e chácaras, entre outros).

Lula, o alucinado, entre um croissant e outro, ainda teve tempo para expressar sua tristeza perante a ingratidão dos homens e comentando sobre o já notório tráfico de influência que fez para beneficiar empreiteiras que financiaram suas campanhas, disse lá que “as pessoas deveriam me agradecer. O papel de qualquer presidente é vender os serviços do seu País. Essa é a coisa mais normal em um país”, disse.

Lula realmente "vendeu o País" e recebeu à vista! A questão agora é saber se iremos permitir que ele prossiga com sua marretagem. 2018 está logo ali.

25 de novembro de 2015

Por 59 a 13 e com voto aberto, Senado mantém prisão de Delcídio, Veja como votou cada senador



Passava pouco das 21 horas (de Brasília) quando, por 59 votos a 13 e uma abstenção, o Senado decidiu em votação aberta manter a prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na manhã desta quarta-feira (25).

Dos 13 votos que pediram a suspensão da prisão de Delcídio, nove são de petistas, que acompanharam a orientação do partido. No entanto, dois senadores da bancada optaram por manter a decisão do STF: Paulo Paim (RS) e Walter Pinheiro (BA), que já haviam escolhido o voto aberto --o PT se posicionou pela votação fechada.

Veja como votou cada senador:

30 de setembro de 2015

Sai Janine, entra Mercadante; sai Mercadante, entra Jacques Wagner; e Helder sai, mas fica! Ou como Dilma entrega os colares para preservar o pescoço.

Mercadante - Desafeto de Lula, deixa a Casa Civil e vai para a Educação
Na tarde desta quarta-feira Renato Janine, o atual e inexpressivo ministro da Educação, foi comunicado por Dilma que deverá deixar a pasta. Em seu lugar assume Aloizio Mercadante, que deixa a Casa Civil, para onde deverá ir o bonachão Jacques Wagner, aquele ministro da Defesa que de Defesa nada entende e que parece estar sempre à procura de um copo de uísque.

Wagner - O bom baiano deixa a Defesa e vai para Casa Civil
Essas são algumas das mexidas que Dilma precisa fazer para garantir uma sobrevida no cargo. Terá que fazer outras. Por exemplo, precisa extinguir a Secretaria da Pesca, mas não pode deixar na chuva Helder, o filho do senador Jader Barbalho (PA), um dos caciques do PMDB e porque, afinal de contas, é com os senadores organizados por Renan Calheiros que Dilma conta para barrar o Impeachment. Assim, o Ministério dos Portos (que mesmo usando-se a lógica canhestra de Dilma, deveria ser absorvido pelo Ministério dos Transportes), será mantido para ser o destino do Sobrancelhudinho. Além dos Portos, outros seis ministérios irão para a conta do PMDB.

E tudo precisa ser resolvido até amanhã. É isso ou não haverá qualquer garantia que qualquer projeto de interesse do Planalto seja votado ou que os vetos da chamada "pauta-bomba" sejam derrubados, pela mais volátil (e voraz) base aliada que este país já viu se formar.

Dilma desfia as franjas da mortalha do poder e, seguindo a orientação de Lula, entrega anéis e colares para não perder os dedos e não ter decepado seu pescoço.

Helder - da Pesca aos Portos
Mercadante na Educação significa algo de bom?

Parece claro que não.

Desafeto de Lula, Mercadante é conhecido por uma certa arrogância, um certo pedantismo "acadêmico" e é dado a ter ideias brilhantes. Foi dele, por exemplo, a ideia de mandar o mais esquisito dos Orçamentos prevendo um déficit de R$ 30 bilhões (que na verdade, era de R$ 65 bilhões)! Um gênio, sem dúvida.

Será Mercadante a conduzir o ENEM, aquele exame que tem PhD em vazamentos; vai receber um ministério com 10 bilhões de reais a menos em seu orçamento e terá que negociar (de mãos vazias) com professores universitários em greve há quase cinco meses.

Falar em metas para Educação em um cenário desses é piada de péssimo gosto.

O FIES já faz água desde o início deste ano, com 40% a menos de matrículas e a coisa tende a piorar no próximo semestre; além disso, o próprio MEC divulgou um estudo mostrando que o PRONATEC, considerado um instrumento valioso na qualificação de mão-de-obra, não agrega valor algum aos seus alunos na recolocação no mercado de trabalho. Universalização do ensino infantil? Currículos nacionais? Interiorização das universidades federais? Investimento em pesquisa e extensão? Esqueçam! Não há competência, muito menos recurso, para isso.

O slogan "Brasil: Pátria Educadora", é isso mesmo: apenas um slogan e o Ministério da Educação é apenas uma peça na engenharia símia que Dilma utiliza para se manter no poder.

Mais três pedidos de impeachment são arquivados por Cunha. Até novembro principal pedido deve começar a tramitar.

Conforme o blog havia afirmado ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), arquivou nesta quarta-feira (30), mais três pedidos de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff.

Diversos outros ainda tramitam e deverão ter o mesmo destino. Cunha deve determinar o arquivamento até mesmo do pedido assinado pelos juristas Hélio Bicudo, ex-dirigente petista, e Miguel Reale Júnior. 

Segundo o script traçado, quando o presidente da Câmara determinar o arquivamento do pedido de Impeachment formulado por Bicudo e Reale, parlamentares do bloco pro-impeachment devem recorrer da decisão para dar continuidade ao processo que deve culminar com o afastamento de Dilma. Cunha não estabeleceu prazo para sua manifestação sobre os demais.

Esses três pedidos arquivados hoje tinham vícios formais insanáveis. Em dois deles não ficou comprovado o pleno gozo dos direitos políticos por parte dos requerentes e em outro os fatos eram imprecisos e as acusações vagas.

A previsão, segundo comenta-se em Brasília, é que até o início de novembro Cunha tenha decidido sobre todos os pedidos de impeachment contra Dilma.

A velocidade da decisão de Cunha depende de algumas variáveis, entre elas o resultado da "reforma administrativa", os desdobramentos da Lava-Jato e até mesmo as futuras decisões do TSE e do TCU, que podem complicar a vida de muita gente, inclusive Cunha.

Assim, enquanto Cunha mantém a pressão sobre Dilma, usando para isso a ameaça de abertura do processo de impeachment, a outra banda do PMDB, dirigida por Renan Calheiros trata de tosquiar a "presidenta", arrancando-lhe mais e mais fatias de poder.

Olhando o quadro geral, é inevitável a conclusão que Dilma devia renunciar. Ela, que já faliu até mesmo uma lojinha de  "1,99", há tempos não governa nada, nem a própria vida e agora virou uma espécie de "cadáver-que-anda". Com a mesma popularidade que tem o Capitoro em casa de cristão, a delicadeza de um elefante em uma fábrica de cristais e o tirocínio político de um molusco, Dilma serve apenas aos interesses dos outros (de Lula, Renan, Mercadante, Cunha, etc). Deveria poupar-nos o sofrimento.

O fim da picada - 69% consideram péssimo o re-governo Dilma e 77% não confiam na "presidenta".

Péssima notícia para Dilma: os filhinhos não amam mais a "mamãe".

Os números da pesquisa realizada pelo Ibope e contratada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostram que quase 70% da população acha PÉSSIMO o re-governo de Dilma.

Os índices são praticamente homogêneos em todas as regiões e em todas as faixas de renda.

Vejam lá que a porcentagem da população que considera do governo da presidente Dilma Rousseff ruim ou péssimo ficou em 69% em setembro. A parcela dos entrevistados que avalia a atual gestão como ótima ou boa ficou em 10% (esses merecem tratamento psiquiátrico, mas tudo bem. Até o Capiroto tem os dele, não é?). Já os que consideram o governo regular permaneceram em 21%.

De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados desaprovam a maneira de governar de Dilma. A proporção dos que aprovam é 14%.

O Ibope perguntou sobre a confiança em Dilma. Aí, a coisa ficou séria. A parcela dos que NÃO CONFIAM EM DILMA é de 77% em setembro, enquanto o porcentual do que confiam na pessoa da presidente ficou em 20%.

A pesquisa foi realizada entre 18 e 21 deste mês. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 140 municípios. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais e o grau de confiança da pesquisa é de 95%.

Renan x Cunha - Por falta de acordo sobre pauta, Cunha derruba sessão do Congresso.

Não será hoje que  haverá trégua na queda-de-braço entre Renan Calheiros, o peemedebista governista que preside o Senado, e Eduardo Cunha, o peemedebista que dirige a Câmara Federal.

No centro da disputa está a disposição de Cunha em afastar de vez o PMDB do moribundo governo Dilma.

Renan, por outro lado, pretende roer até os ossos do "governo-cadáver" da petista. Com suas manobras, pretende dar fôlego financeiro ao seu filho, governador de Alagoas, ocupar (através de seus aliados) pelo menos dois dos sete ministérios e usar sua influência para escapar do Petrolão.

Renan marcou sessão do Congresso Nacional para hoje (30), as 11h30, para apreciar alguns vetos de Dilma. Incluiu os assuntos que interessam ao Planalto, mas resolveu não incluir os vetos à reforma política (que incluem o financiamento privado das campanhas eleitorais e o voto impresso). Mas, a sessão não ocorrerá nesse horário.

Cunha já decidiu derrubar a sessão do Congresso e marcou sessão extraordinária da Câmara para hoje também, a partir das 11 horas, para votar a Medida Provisória (MP) 676/15, que cria uma nova fórmula para o cálculo de aposentadorias, em alternativa à fórmula vetada em junho por Dilma.

Renan manteve a Ordem do Dia, mas desmarcou o horário.

Mesmo assim, segundo ele, a sessão acontecerá de qualquer maneira.

“Se por algum motivo não houver a liberação do plenário (da Câmara, onde a sessão é feita), nós vamos manter a convocação para o momento em que for possível”, disse Renan que afirmou ter disposição para fazer na parte da noite a sessão marcada para o final da manhã.

Os líderes do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), e do PPS, deputado Rubens Bueno (PR), dizem que vão obstruir a sessão do Congresso, caso a pauta não inclua os vetos impostos ontem (29), por Dilma ao projeto de reforma eleitoral.

29 de setembro de 2015

Cunha avisa que deve rejeitar, nesta semana, pelo menos três dos dezesseis pedidos de Impeachment contra Dilma.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou hoje (29), que deve rejeitar esta semana pelo menos três pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff que são “absolutamente simplórios”. “Pedi o parecer para a Secretaria da Mesa pela rejeição e, assim que der uma lida, devo despachar uns três pedidos”, afirmou.

Ao todo, tramitam 16 pedidos de impeachment contra Dilma. Desde que Fernando Collor de Mello foi apeado do poder, já foram protocolados 61 pedidos de afastamento de presidentes. O recordista é Lula, com 34 pedidos,

Entre os pedidos que devem ser rejeitados por Cunha não consta aquele formulado por Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. A oposição dá como certa a rejeição deste pedido também, mas já se prepara para recorrer ao Plenário.

Hélio Bicudo no Roda Viva: "Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira". Veja a íntegra da entrevista aqui.

"O que mais me impressionou foi o enriquecimento ilícito do Lula... Hoje , ele é uma das maiores fortunas do País". A frase seria contundente vinda de qualquer pessoa, mas quando dita por Hélio Bicudo, um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, ganha ares de denúncia gravíssima. No programa Roda Viva, da TV Cultura, o jurista demonstrou sua frustração com os rumos de Lula e da legenda que criou e justificou o pedido de Impeachment de Dilma que apresentou ao Congresso Nacional.

"Lula se corrompeu e corrompe a sociedade brasileira como ela é hoje através de sua atuação na Presidência da República", disse Bicudo que afastou-se do PT em 2005, tão logo explodiu o escândalo do Mensalão, um dos muitos casos de corrupção e desvio de dinheiro público em que petistas estiveram ou estão envolvidos.

14 de setembro de 2015

Logo que receber a benção de Temer, Renan e Cunha, Dilma apresentará cortes de 20 bi no Orçamento.

Depois de mais de quatro horas, terminou há pouco a reunião de coordenação política de Dilma Rousseff para discutir cortes de despesas, e tentar cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões, previsto no Orçamento de 2016. O anúncio das medidas definidas no encontro será feito às 16h, em entrevista coletiva com ministros da área econômica.

Apesar de parte da militância porralouca rosnar e babar para Levy, o que vem por aí faria corar qualquer "neoliberal" (designação utilizada por esquerdoloucos para qualquer um que discorde de seus dogmas, baseados na mais absoluta irresponsabilidade fiscal). Corte de despesas e aumento de impostos formam a pièce de résistance do menu de Levy.

Dilma passou o fim de semana reunida com ministros de várias áreas para definir os cortes em cada pasta. O governo também estuda medidas para aumentar receitas, e não descarta a criação ou aumento de tributos.

Antes de anunciar publicamente o tamanho do corte, o governo vai pedir a benção, na tarde de hoje, aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Dilma sabe que não há vida sem o PMDB. Por sinal, sem o PMDB não nem mandato para Dilma.

29 de julho de 2015

Depois de prometer "dobrar" meta que não existe, Dilma fala "direitinho" em VT no Face.


Na imagem acima, a frase de Dilma que desafia a lógica reflete bem o momento vivido neste (re)governo pela "presidenta". Ela, que nunca primou pela clareza ao se expressar, está cada vez mais confusa e descoordenada.

Neste caso a soberana referia-se ao Pronatec, programa de capacitação de mão-de-obra mantido pelo governo. A meta a que Dilma se refere (e que como ela mesmo afirmou, não existe), quando for alcançada, será "dobrada"! Um espanto!

Mas, um dia após protagonizar esse momento tragicômico em seu (re)governo, Dilma fala no Facebook, numa investida que pretende garantir o diálogo perdido com a população e que terá até mesmo um site próprio, o "Dialoga Brasil".

Desta vez a "presidenta", apesar do jeito meio tá-ti-bi-tá-te, pelo menos conseguiu ler o que lhe foi exibido no teleprompter, para alívio dos marqueteiros do Planalto.