Único foragido do grupo comandado pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o contador Geovani Pereira se entregou nesta segunda-feira (14) à Polícia Federal, em Anápolis (GO). Encarregado de fazer a contabilidade do grupo e controlar os pagamentos de propina a políticos, servidores e policiais subornados pelo bicheiro, Geovani foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão em 8 de dezembro último por corrupção e formação de quadrilha.
Cercado por uma equipe da PF na fazenda onde estava escondido nos arredores do município, Geovani negociou rendição e se apresentou ao delegado Angelino Alves em companhia do advogado Calixto Abdala Neto, por volta das 9h40. Ele usou o direito de ficar em silêncio, mas o advogado informou que entrará com pedido de habeas corpus para que o cliente recorra em liberdade, a exemplo de outros condenados no inquérito da Operação Monte Carlo.
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14 de janeiro de 2013
9 de janeiro de 2013
MP rejeita redução de inelegibilidade de Demóstenes Torres
A Procuradoria Regional Eleitoral em Goiás (PRE/GO) exarou parecer contrário ao recurso interposto pelo ex-senador Demóstenes Torres para reverter a decisão que manteve a sua inelegibilidade até 31 de janeiro de 2027. Ele perdeu o mandato de senador no ano passado.
A pretensão de Demóstenes é fazer com o que o prazo de oito anos de inelegibilidade corra ainda dentro do prazo do mandato que teria direito se não tivesse sido cassado. Inicialmente, a PRE mostrou que a discussão é inoportuna, já que o exame das condições de inelegibilidade se dá apenas quando do registro de candidatura e, até 2023, não há dúvida alguma de que o ex-senador é inelegível.
11 de dezembro de 2012
Divergências impedem início da discussão de relatório da CPI do Cachoeira
A sessão de hoje (11) da comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investiga as relações do contraventor Carlinhos Cachoeira com políticos e empresários começou com questionamentos de parlamentares sobre o texto do relatório final que tem mais de 5 mil páginas. O documento deve ser votado na próxima reunião da comissão, marcada para terça-feira (18), às vésperas do término das atividades da CPMI, programado para o dia 22 de dezembro.
Deputados e senadores constataram que várias partes do texto ainda trazem referências ao indiciamento de jornalistas e ao pedido investigação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Esses capítulos foram retirados da primeira versão do relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) lida há duas semanas. Segundo o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), só o jornalista Policarpo Júnior, diretor da sucursal da revista Veja, em Brasília, continua citado em, pelo menos, 34 trechos do relatório.
Deputados e senadores constataram que várias partes do texto ainda trazem referências ao indiciamento de jornalistas e ao pedido investigação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. Esses capítulos foram retirados da primeira versão do relatório do deputado Odair Cunha (PT-MG) lida há duas semanas. Segundo o líder do PSDB, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), só o jornalista Policarpo Júnior, diretor da sucursal da revista Veja, em Brasília, continua citado em, pelo menos, 34 trechos do relatório.
3 de dezembro de 2012
TRF da 1ª Região analisa hoje pedido de prisão para Cachoeira
O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decide hoje (3) se o contraventor Carlinhos Cachoeira deve ser mandado de volta à prisão. A Terceira Turma do tribunal analisará recurso contra decisão individual do desembargador Fernando Tourinho Neto, que concedeu liberdade ao empresário no dia 20 de novembro.
O habeas corpus diz respeito aos desdobramentos da Operação Monte Carlo, deflagrada em fevereiro deste ano, que apurou esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos na Região Centro-Oeste. Cachoeira foi preso preventivamente no dia 29 de fevereiro. Enquanto o processo corria na Justiça Federal, a defesa do contraventor apresentou vários recursos no TRF1, em Brasília, a maioria para libertá-lo.
Os primeiros pedidos foram negados, tanto por Tourinho quanto pelo colegiado. No dia 15 de outubro, depois de mais de sete meses de prisão preventiva de Cachoeira, Tourinho Neto aceitou um pedido de habeas corpus,alegando que houve excesso de prazo de prisão por culpa do juiz de primeira instância. Segundo o desembargador, a demora ocorreu porque o juiz se recusou a cumprir diligências necessárias para o esclarecimento do caso. A decisão de Tourinho não foi suficiente para soltar Cachoeira, pois havia outra ordem de prisão contra ele, relativa à Operação Saint-Michel. A prisão foi revogada no dia 20 de novembro e, atualmente, o contraventor responde aos processos em liberdade.
O habeas corpus diz respeito aos desdobramentos da Operação Monte Carlo, deflagrada em fevereiro deste ano, que apurou esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos na Região Centro-Oeste. Cachoeira foi preso preventivamente no dia 29 de fevereiro. Enquanto o processo corria na Justiça Federal, a defesa do contraventor apresentou vários recursos no TRF1, em Brasília, a maioria para libertá-lo.
Os primeiros pedidos foram negados, tanto por Tourinho quanto pelo colegiado. No dia 15 de outubro, depois de mais de sete meses de prisão preventiva de Cachoeira, Tourinho Neto aceitou um pedido de habeas corpus,alegando que houve excesso de prazo de prisão por culpa do juiz de primeira instância. Segundo o desembargador, a demora ocorreu porque o juiz se recusou a cumprir diligências necessárias para o esclarecimento do caso. A decisão de Tourinho não foi suficiente para soltar Cachoeira, pois havia outra ordem de prisão contra ele, relativa à Operação Saint-Michel. A prisão foi revogada no dia 20 de novembro e, atualmente, o contraventor responde aos processos em liberdade.
24 de novembro de 2012
Bancada do PT divulga nota sobre CPMI e Marconi Perillo; relatório de Odair é elogiado
A bancada do PT na Câmara reagiu à manifestação oficial do governador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, e divulgou nota nesta sexta-feira (23) sobre o relatório final da CPMI que investigou o chefe mafioso goiano Carlos Cachoeira. Em nota, o tucano tentou desqualificar os trabalhos da CPI e, em especial, do relator Odair Cunha.
“Diferentemente do que afirma o chefe do Executivo goiano, trata-se de um relatório sereno, coerente e contundente na demonstração de que o governador e a alta cúpula de seu governo estavam à mercê dos desígnios de uma organização criminosa incrustada no estado de Goiás”, diz a nota assinada pelo líder da bancada, deputado Jilmar Tatto (PT-SP) .
Segundo a nota, “a investigação realizada pela CPMI apontou com clareza que o governador efetivamente beneficiava o grupo Delta/Cachoeira, nomeava para cargos estratégicos em seu governo pessoas indicadas pelo chefe da organização criminosa e, em troca, recebia recursos financeiros e outros favores da quadrilha”.
“Diferentemente do que afirma o chefe do Executivo goiano, trata-se de um relatório sereno, coerente e contundente na demonstração de que o governador e a alta cúpula de seu governo estavam à mercê dos desígnios de uma organização criminosa incrustada no estado de Goiás”, diz a nota assinada pelo líder da bancada, deputado Jilmar Tatto (PT-SP) .
Segundo a nota, “a investigação realizada pela CPMI apontou com clareza que o governador efetivamente beneficiava o grupo Delta/Cachoeira, nomeava para cargos estratégicos em seu governo pessoas indicadas pelo chefe da organização criminosa e, em troca, recebia recursos financeiros e outros favores da quadrilha”.
Leia a íntegra a seguir:
Relatório da CPI revela todos os jornalistas de Cachoeira...
| Policarpo, de Veja - Um dos "defensores" de Cachoeira, segundo a CPI |
Aparentemente, a organização mafiosa comandada por Cachoeira exerce uma atração irresistível sobre alguns elementos da imprensa. O relatório da CPMI cita nominalmente doze jornalistas que teriam contribuído periodicamente com o esquema criminoso e acabaram flagrados em atitudes suspeitas, por meio das quebras de sigilos telefônicos, ficais e bancários dos membros da quadrilha e das empresas, de fachada ou não, que operavam em nome dela. Desses doze, pede o indiciamento de cinco, contra os quais as provas são robustas. Sugere ao Ministério Público Federal (MPF) o prosseguimento das investigações contra os outros sete, com base nos indícios já levantados pela Comissão.
Saiba quem são os jornalistas que, no entendimento da CPMI, devem ser indiciados:
22 de novembro de 2012
"Estão jogando para a plateia", diz Marconi sobre indiciamento pela CPI
Com pedido de indiciamento no relatório da CPMI do Cachoeira, o governador de Goiás, Marconi Perilllo (PSDB), acusou o relator, deputado Odair Cunha (PT-MG), de utilizar a comissão para atacá-lo por razões partidárias. “Os envolvidos no Mensalão estão sendo condenados. Eu tinha razão quanto a isso. O que não pode é essa tentativa de vingança permanente”, disse o tucano, que à época da denúncia de compra de apoio no Congresso afirmou ter alertado o então presidente Lula sobre o esquema. Para o tucano, a CPI não investigou quem deveria.
Ele citou os mais de 500 requerimentos que não foram votados e a falta de aprofundamento em relação a contratos da Construtora Delta, ligada ao contraventor Carlinhos Cachoeira, com o governo federal.
Em relação ao indiciamento, Perillo disse que é uma redundância, alegando que, se o relatório for aprovado, será encaminhado à PGR, que por sua vez vai encaminhar ao STJ, onde já há um pedido de investigação feito por ele próprio. “Então, na verdade, isso é redundância.” O STJ já abriu o procedimento de investigação.
Ele citou os mais de 500 requerimentos que não foram votados e a falta de aprofundamento em relação a contratos da Construtora Delta, ligada ao contraventor Carlinhos Cachoeira, com o governo federal.
Em relação ao indiciamento, Perillo disse que é uma redundância, alegando que, se o relatório for aprovado, será encaminhado à PGR, que por sua vez vai encaminhar ao STJ, onde já há um pedido de investigação feito por ele próprio. “Então, na verdade, isso é redundância.” O STJ já abriu o procedimento de investigação.
20 de novembro de 2012
Relator da CPI do Cachoeira pede indiciamento de Perillo e investigação contra Procurador-Geral
O relator da CPI do Cachoeira, deputado Odair Cunha (PT-MG), vai pedir o indiciamento de 46 pessoas, entre as quais o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), o ex-senador Demóstenes Torres, o deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), o prefeito de Palmas, Raul Filho (PT), e o dono da construtora Delta, Fernando Cavendish.
Nesta terça, condenado a cinco anos de prisão pela 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, o bicheiro Carlinhos Cachoeira ganhou alvará de soltura. Ele estava preso desde fevereiro, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás.
A apresentação do relatório final da CPI está marcada para esta quarta (21). O prazo para o encerramento da comissão é 22 de dezembro. Até essa data, os integrantes da CPI terão de votar o relatório do deputado Odair Cunha. Nesta terça, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel afirmou que analisará todos os pedidos que receber da CPI, mas ressalvou que a comissão não tem poder para indiciar e pode apenas recomendar indiciamentos ao Ministério Público.
Nesta terça, condenado a cinco anos de prisão pela 5ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, o bicheiro Carlinhos Cachoeira ganhou alvará de soltura. Ele estava preso desde fevereiro, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal em Goiás.
A apresentação do relatório final da CPI está marcada para esta quarta (21). O prazo para o encerramento da comissão é 22 de dezembro. Até essa data, os integrantes da CPI terão de votar o relatório do deputado Odair Cunha. Nesta terça, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel afirmou que analisará todos os pedidos que receber da CPI, mas ressalvou que a comissão não tem poder para indiciar e pode apenas recomendar indiciamentos ao Ministério Público.
16 de outubro de 2012
Tourinho Neto, de novo, manda soltar Cachoeira.
O bicheiro e chefe mafioso goiano Carlos Augusto Ramos Cachoeira, o Carlinhos Cachoeira, obteve decisão liminar que determina sua imediata libertação da prisão. A decisão foi tomada pelo desembargador Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que concedeu ontem (15) a liminar. Ele tomou a decisão monocrática determinando a “imediata soltura do réu, se por outro motivo não estiver preso”. Com isso, Cachoeira deve ser mantido na prisão por outras denúncias.
10 de outubro de 2012
MP/GO afasta Demóstenes
O ex-senador Demóstenes Torres está afastado da função de procurador de Justiça, no Ministério Público de Goiás (MP-GO). A Corregedoria Geral do órgão informou, nesta quarta-feira (10), que a medida se deve à instauração do processo administrativo disciplinar (PAD) para investigar a suposta ligação de Demóstenes com o esquema de exploração de jogos ilegais comandado por Carlinhos Cachoeira, desarticulado em fevereiro deste ano pela Polícia Federal (PF) durante a Operação Monte Carlo.
4 de setembro de 2012
Ex-motorista da Delta fica calado na CPI do Cachoeira
1 de setembro de 2012
Desembargador federal manda suspender processo contras Cachoeira
O desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) Fernando Tourinho Neto determinou na sexta-feira (31) a suspensão do processo referente ao empresário Carlos Augusto Ramos, no que tange as investigações da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, até que sejam as esclarecidas as circunstâncias nas quais foi quebrado o sigilo telefônico do chefe mafioso.
28 de agosto de 2012
Pagot depõe hoje na CPI do Cachoeira
O ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot tem depoimento marcado para a manhã esta terça-feira (28) na CPI que investiga as relações entre o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresários.
24 de agosto de 2012
Polícia prende no DF grupo ligado a Cachoeira. Bicheiro comandava bando da cadeia.
A Polícia Civil desarticulou hoje (24) um grupo que explorava cassinos no Distrito Federal. Foram presas três pessoas acusadas de envolvimento no esquema comandado pelo chefe mafioso goiano Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso desde o final de fevereiro, em Brasília. Segundo a Polícia Civil, a investigação identificou que o esquema “migrou” de Goiás para o DF e, mesmo preso, Cachoeira chefiava o grupo.
23 de agosto de 2012
Playboy divulga primeiro registro de "Furacão da CPI" durante sessão de fotos para capa de setembro
Eis aí o primeiro registro de Denise Rocha, o Furacão da CPI, no ensaio feito para a “Playboy” de setembro. Segundo informou a direção da revista, a locação escolhida foi uma construção antiga de São Paulo, com janelas grandes e piso de madeira, e como complemento, aparelhos de ginástica com argolas, cavalo e barras paralelas.
As fotos ficaram por conta de J.R. Duran e a revista chega às bancas no próximo dia 4 de setembro.
As fotos ficaram por conta de J.R. Duran e a revista chega às bancas no próximo dia 4 de setembro.
18 de agosto de 2012
Ex-presidente da Delta pede HC para não ir à CPI do Cachoeira
O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu um Habeas Corpus (HC 114859) impetrado pelos advogados de Fernando Antônio Cavendish Soares contra o presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Operações Vegas e Monte Carlo, senador Vital do Rêgo. Cavendish, que presidiu até recentemente o Conselho de Administração da Dela Construções S. A., foi convocado a prestar depoimento na CPMI no dia 29 de agosto.
Sua defesa alega que, embora a convocação o classifique como testemunha, “tal condição não se amolda” a Cavendish, uma vez que, nos requerimentos, o empresário é “inequivocamente apontado como pessoa sujeita a investigação”. O HC reproduz trechos de requerimentos que apontam para a possibilidade de seu envolvimento “nas atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa” supostamente chefiada por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
O empresário pede, liminarmente, que o STF reconheça seu direito de não comparecer à CPMI na data marcada para seu depoimento e, caso não lhe seja deferido esse pedido, que lhe sejam asseguradas todas as garantias que vêm sendo conferidas a outros convocados – não assinar termo de compromisso sem sofrer medida privativa de liberdade ou restritiva de direitos, não produzir prova contra si mesmo e ser assistido por advogados e com eles se comunicar pessoal e reservadamente.
O relator do HC 114859 é o ministro Cezar Peluso.
Sua defesa alega que, embora a convocação o classifique como testemunha, “tal condição não se amolda” a Cavendish, uma vez que, nos requerimentos, o empresário é “inequivocamente apontado como pessoa sujeita a investigação”. O HC reproduz trechos de requerimentos que apontam para a possibilidade de seu envolvimento “nas atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa” supostamente chefiada por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
O empresário pede, liminarmente, que o STF reconheça seu direito de não comparecer à CPMI na data marcada para seu depoimento e, caso não lhe seja deferido esse pedido, que lhe sejam asseguradas todas as garantias que vêm sendo conferidas a outros convocados – não assinar termo de compromisso sem sofrer medida privativa de liberdade ou restritiva de direitos, não produzir prova contra si mesmo e ser assistido por advogados e com eles se comunicar pessoal e reservadamente.
O relator do HC 114859 é o ministro Cezar Peluso.
16 de agosto de 2012
"Cachoeira gosta de ser bem informado", diz em Goiânia coronel que ganhou rádio da máfia
No G1, hoje (16):
O coronel da Polícia Militar (PM) Masatoshi Sérgio Katayama, ex-comandante do policiamento militar em Goiânia, prestou depoimento à CPI da Delta, apuração patrocinada pela Assembleia Legislativa de Goiás, nesta quinta-feira (16). Ele foi flagrado pelas escutas da Operação Monte Carlo e confirmou aos parlamentares que recebeu um rádio Nextel de um integrante do grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e teria falado algumas vezes com o contraventor pelo telefone. Segundo Katayama, Cachoeira "gostava de ser bem informado".10 de agosto de 2012
Relação entre Veja e Cachoeira era profunda, diz revista
A "Síndrome da Sexta-feira" continua assombrando o Brasil. Basta aproximar-se o final de semana para políticos e jornalistas começarem a se perguntar o que vem mais por aí.
Nesta sexta (10), a revista Carta Capital mostra que as relações entre Veja e o chefe mafioso goiano Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira, eram muito mais profundas do que se podia imaginar e principalmente, muito mais intensa e nebulosa que o devido decoro exige.
Veja, sempre tão ansiosa para ser fiscal da conduta alheia, escorrega na ética quando alia-se objetivamente a um conhecido contraventor.
Somente Veja e Demóstenes Torres juram que não sabiam das peripécias de Cachoeira! Nem os senadores da República, sempre tão corporativos e ansiosos por acreditar em qualquer história para boi dormir, caíram nessa!
Mas, para Veja tratava-se de uma relação "necessária". A revista precisava ser íntima do criminoso para denunciar os crimes. Coincidência que Veja denunciasse exatamente aquelas pessoas consideradas adversárias do bando de Cachoeira.
Como tantos outros eventos neste caso do Cachoeira, o comportamento de Veja tem um certo eco n'O Poderoso Chefão, de Mario Puzzo. No romance um capitão da polícia, corrupto até a medula, passa a ser guarda-costa do "turco" Solozo, um chefete mafioso. Segundo seu raciocínio, um policial acompanhar um criminoso não trará maiores problemas. "Afinal, sempre vou poder dizer que ele era meu informante".
Nesta sexta (10), a revista Carta Capital mostra que as relações entre Veja e o chefe mafioso goiano Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira, eram muito mais profundas do que se podia imaginar e principalmente, muito mais intensa e nebulosa que o devido decoro exige.
Veja, sempre tão ansiosa para ser fiscal da conduta alheia, escorrega na ética quando alia-se objetivamente a um conhecido contraventor.
Somente Veja e Demóstenes Torres juram que não sabiam das peripécias de Cachoeira! Nem os senadores da República, sempre tão corporativos e ansiosos por acreditar em qualquer história para boi dormir, caíram nessa!
Mas, para Veja tratava-se de uma relação "necessária". A revista precisava ser íntima do criminoso para denunciar os crimes. Coincidência que Veja denunciasse exatamente aquelas pessoas consideradas adversárias do bando de Cachoeira.
Como tantos outros eventos neste caso do Cachoeira, o comportamento de Veja tem um certo eco n'O Poderoso Chefão, de Mario Puzzo. No romance um capitão da polícia, corrupto até a medula, passa a ser guarda-costa do "turco" Solozo, um chefete mafioso. Segundo seu raciocínio, um policial acompanhar um criminoso não trará maiores problemas. "Afinal, sempre vou poder dizer que ele era meu informante".
7 de agosto de 2012
"Furacão da CPI" - Atendimento psiquiátrico e remédios depois que vídeo de sexo vazou
- Não vai ser fácil chegar e todos saberem do que aconteceu comigo. O futuro não vai ser fácil - lamentou.
Denise não conseguiu encontrar-se com o senador, que é seu primo de terceiro grau, mas ainda pretende falar com o parlamentar. Mas, mesmo que Nogueira volte atrás, não pretende trabalhar novamente com o parlamentar. Leia a entrevista.
Depois de ser ameaçada, Kátia Abreu interpela judicialmente mulher de Cachoeira
A senadora Kátia Abreu (PSD-TO) não parece ter se intimidado com as ameaças de Andressa Mendonça e não pretende dar descanso à mulher de cachoeira. A senadora informou hoje (7), à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, que interpelou judicialmente Andressa Mendonça, mulher do mulher do empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Segundo ela, Andressa tentou intimidá-la com declarações à imprensa de que ela teria recebido dinheiro para campanha de Carlinhos Cachoeira.
"Entrei com uma interpelação contra essa senhora, diante desses acontecimentos e da tentativa de me reter, me amedrontar", informou. "Ela disse que eu não saia da casa de Cachoeira para pedir dinheiro para minhas campanhas. Pelo jeito a bela resolveu ser fera", disse a senadora, antes do início do depoimento de Andressa Mendonça.
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