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13 de dezembro de 2016

Empresários e consumidores demonstram mais otimismo para 2017, diz Fecomércio

O Brasil atravessa uma crise econômica sem precedentes. O ano de 2016 deve se encerrar com queda de 3,2% no Produto Interno Bruto (PIB), inflação de 6,8%, retração de 6,0% nas vendas do varejo, perda de 3% do PIB Industrial, além de mais de 12 milhões de desempregados. Mas, análise da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), avalia que esse cenário econômico negativo pode ficar para trás.

A crise da economia brasileira impactou tanto o consumo quanto os investimentos empresariais ao longo de 2016. Para o próximo ano, as expectativas são melhores, segundo Guilherme Dietze, da assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

“Os indicadores de confiança da FecomercioSP, seja do consumidor, seja do empresário do comércio, tiveram trajetórias similares. Principalmente no início do ano tivemos um pessimismo muito grande por conta da recessão econômica, mas foi melhorando pouco a pouco com a mudança do ambiente político”, diz Dietze.

22 de janeiro de 2016

É séria a crise! Mais de 1 milhão de famílias não têm como pagar as contas, mostra estudo

Estudo divulgado nesta sexta-feira (22) pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo -CNC, apresenta um dado preocupante. Segundo a CNC, o número de famílias com dívidas e contas em atraso (inadimplentes) aumentou 8,4% em relação a 2014, chegando a 20,9%.

Pela primeira vez, desde 2010, ocorre aumento no número de famílias com contas atrasadas. No ano passado, 19,4% das famílias estavam nessa situação.

Os dados fazem parte da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor - Peic. 

O número de famílias que reconheceram não ter perspectiva de pagar suas contas atrasadas subiu 23,2% e chegou a 7,7% do total. Em números absolutos, mais de 1,1 milhão de famílias estão nessa situação desde 2015, contra 899 mil em 2014.

15 de março de 2012

No Dia do Consumidor temos pouco a comemorar e muito a reivindicar

15 de março acabou escolhido para ser o Dia do Consumidor porque, em 1962, o então presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, enviou ao Congresso uma mensagem ressaltando a importância social da proteção dos interesses dos consumidores. A partir daí, em razão da grande repercussão, os consumidores passaram a ser considerados especiais. No Brasil, a maior conquista dos consumidores foi, sem dúvida, a criação do Código de Defesa do Consumidor, que prevê direitos, regulamenta as ações coletivas e estabelece as práticas consideradas abusivas e desleais, contra as quais o consumidor pode se insurgir.

16 de setembro de 2011

Cuidado com o selinho!

Comerciantes tremei. O Inmetro vem aí.
A partir de segunda (19) o instituto baixa em Marabá e Parauapebas para fiscalizar principalmente roupas e brinquedos. As peças que não contiverem o selinho do Inmetro e informações consideradas fundamentais como local de fabricação, fabricante, atoxidade e idade indicada (no caso de brinquedos), serão recolhidos e os comerciantes sofrerão punições que vai desde a apreensão dos produtos até o pagamento de multas.
A investida da fiscalização coincide com a proximidade do Dia das Crianças, quando a venda de brinquedos apresenta crescimento sensível.