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18 de janeiro de 2019

Mais de 700 milhões de emails e 21 milhões de senhas foram expostos! Você pode ter sido atingido! Veja tudo aqui!



Um número inacreditável de quase 800 milhões de emails e senhas foi vazado recentemente na internet. De acordo com a Wired, uma das mais conhecidas publicações da área de tecnologia, a brecha foi notada pelo pesquisador de segurança Troy Hunt e contém mais de 12 mil arquivos, com 87 gigabytes de dados, postados em um fórum hacker. A falha gigante envolve 772.904.997 endereços de e-mail únicos, além de mais de 21 milhões de senhas únicas. Essa é considerada uma das maiores brechas de segurança envolvendo vazamentos de email na história.

E você pode ter sido vítima dessa exposição. Acessando esse link, você verifica se teve algum de suas contas de e-mail vazadas.

Os números acima, por sinal, não refletem a real quantidade de dados vazados. Isso porque o pesquisador fez um esforço de limpar os dados duplicados e inutilizáveis. Na forma crua, o número de endereços de e-mail e senhas passava de 2,7 bilhões - incluindo mais de um bilhão de combinações únicas de emails e senhas. Troy Hunt mantém o site Have I Been Pwned. Na plataforma, você pode descobrir se o seu e-mail ou a sua senha já foram comprometidos em alguma brecha na história --ele oferece até mesmo em quantos vazamentos seu e-mail já esteve envolvido.

A lista vazada parece ter sido projetada para uso nos chamados ataques de preenchimento de credenciais, em que hackers entram com e-mail e combinações de senhas em um site ou serviço. Esses são processos tipicamente automatizados, que confiam principalmente em pessoas que reutilizam as mesmas senhas em vários sites. Pelo vazamento ter aparecido em um dos sites de armazenamento na nuvem mais populares na atualidade, o Mega, e não somente na deep web, Hunt vê a questão como séria. Os dados não estavam à venda, mas disponíveis para quem quisesse ver.

A maneira como eles estavam organizados também preocupa. "São senhas em texto simples. Se levarmos em conta um vazamento como o do Dropbox, eram 68 milhões de endereços de e-mail, mas as senhas eram criptografadas, tornando-as muito difíceis de usar", explicou Hunt. Ou seja: para os dados serem utilizados, basta o malfeitor rolar a tela e clicar.



Brecha das Brechas


"As consequências do acesso à conta podem variar de phishing muito produtivo, pois os criminosos podem enviar emails infectados para contatos da vítima, até ataques projetados para roubar toda a identidade digital ou dinheiro da vítima ou comprometer os dados da rede social". O hack Chamada de Collection #1, é a maior brecha que Hunt já testemunhou.

E ela não envolve apenas o vazamento de um serviço - é uma chamada "brecha das brechas", que agrega mais de 2.000 bases de dados vazadas. "Parece ser uma coleção aleatória de sites puramente para maximizar o número de credenciais disponibilizadas para hackers. Não existem padrões óbvios", afirmou Hunt à Wired.

Apesar de os dados envolvidos não contarem com informações sensíveis, como CPF e números de cartões, a falha é séria e histórica. Mais de 140 milhões de emails e mais de 10 milhões de senhas vazadas nessa falha, por exemplo, são novos no banco de dados de Hunt. O vazamento do Yahoo, por exemplo, teria afetado 3 bilhões de usuários, mas as informações vazadas não vieram a público até agora.


Proteja-se


Para se proteger da brecha, o usuário pode seguir algumas dicas:

- Verifique se seu email e senha já foram expostos em alguma falha acessando o Have I Been Pwned

- Se teve alguma informação exposta, mude a senha das suas contas. Considere também sempre mudar senhas de tempos em tempos.

- Use senhas fortes para contas mais importantes ou confidenciais (como internet banking ou redes sociais).

- Considere usar um gerenciador de senhas.

- Ative a autenticação de dois fatores sempre que possível nos serviços.

(Texto editado pelo site, com informações da Wired)

13 de janeiro de 2016

Descoberto mais um "bug" que pode travar seu WhatsApp. Fique atento

Eis uma péssima notícia para os usuários do WhatsApp. Um novo bug no app permite que qualquer contato derrube seu aplicativo com apenas uma mensagem. Para que a falha a aconteça basta que o contato envie uma mensagem com 5.000 emojis no corpo de um mesmo recado.

Este é sem dúvida o pior momento que vive o aplicativo, justamente quando enfrenta Telegram e Twitter em uma verdadeira "guerra" por usuários.

Para fazer voltar ao normal o seu WhatsApp o usuário deve apagar o histórico da mensagem. Para algumas pessoas, isso é bastante prejudicial. Apesar de poder ser feito por qualquer um, somente é possível enviar o erro pelo WhatsApp Web.

Segundo o site do jornal inglês Independent, a falha no programa foi descoberta por Indrajeet Bhuyan, pesquisador indiano. Ele afirma que essa pode ser uma ferramenta usada para golpes e diversos outros tipos de finalidade, como, por exemplo, uma possível chantagem.

Ele dá um exemplo, que caso uma pessoa tenha mandado uma mensagem abusiva para a vítima, com o envio dos 5.000 emojis o app vai travar e a pessoa terá que apagar as mensagens para poder usar novamente o WhatsApp.

29 de julho de 2015

Microsoft libera download do Windows 10 e tráfego na rede pode ficar mais lento

A Microsoft lançou o muito aguardado sistema operacional Windows 10 à meia-noite nesta quarta-feira (29) e o tráfego intenso pode tornar lenta a transferência de dados.

O Windows 10, que vem quase três anos após o lançamento do último sistema operacional da companhia, está disponível como atualização gratuita em 190 países para usuários que têm sistemas operacionais Windows 7, Windows 8.1 e Windows Phone 8.1, de acordo com a Microsoft.
O novo sistema foi projetado para funcionar em laptops, desktops e smartphones e faz parte da investida para reconquistar terreno perdido na arena de tablets e dispositivos móveis.

A Microsoft está otimista em relação à adoção inicial do Windows 10, mas é possível que até mesmo as previsões mais exageradas da companhia sejam superadas — o que pode ser um problema para a conexão com a internet em todo o mundo.

A empresa reservou um tráfego de 40 Tbps para enviar todos os arquivos de instalação e atualização do Windows 10 ao redor do mundo, pelas CDNs, as redes de distribuição de conteúdo. A CDN da companhia vai cuidar de boa parte dos downloads, mas não dá conta de toda a demanda.

Para efeitos de comparação, a Apple costuma reservar e movimentar 8 Tbps em seus eventos de instalação. O consumo absurdo é um dos motivos que levou a Microsoft a realizar o pré-download de alguns arquivos antes da atualização em si, além de dividir o processo por região.

De acordo com analistas como Dan Rayburn , é possível que "alguns problemas" ocorram na internet durante a primeira semana de atualização para o Windows 10, graças à quantidade de tráfego em uso direcionado a um só conteúdo. Exemplos disso seriam downloads mais lentos, por exemplo, especialmente em servidores que já estão bastante ocupados em transferência de conteúdo.

Porém, a chance de "quebrar a internet" é mínima — o máximo que pode acontecer é um tempo de espera um pouco maior pela chegada da atualização. (Com Reuters e TechMundo)