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11 de março de 2019
LUTA CONTRA O CÂNCER: "Março Lilás" pretende realizar 250 mil exames preventivos no Pará. Previna-se!
9 de fevereiro de 2019
Marabá discutirá nas escolas prevenção à gravidez na adolescência. Priscila Veloso apóia. "Falta de informações é uma das causas", diz
A Prefeitura Municipal de Marabá (PMM), acertadamente, resolveu tratar da prevenção da gravidez na adolescência. Desde o início deste ano, a primeira semana de fevereiro será reservada para a discussão nacional do tema por diversos setores da sociedade. Através do Programa Saúde na Escola (PSE) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Marabá abordará a questão durante todo o mês de fevereiro, na rede pública de ensino.
Na sexta-feira (1º), durante a abertura da Semana Nacional de Prevenção à Gravidez na Adolescência, realizada na Câmara Municipal de Marabá, a vereadora Priscila Veloso (na foto abaixo), cobrou mais ações educativas como forma de reduzir os índices elevados de gravidez.
Na ocasião, Priscila enfatizou a necessidade desse problema ser quantificado e ter suas causas identificadas e eliminadas. "A gravidez na adolescência vitimiza a mulher e o bebê. É a principal causa de mortes de mulheres jovens. Quase sempre são as mais carentes e vulneráveis que engravidam muito jovens, por falta de informações e de perspectivas de futuro", disse Priscila naquela ocasião.
Para conscientizar alunos, professores e pais sobre o tema, o assunto será discutido em 67 escolas indicadas pela Secretaria Municipal de Educação (Semed), segundo informou a Assessoria de Comunicação da PMM.
Os números apurados pelo serviço público de saúde justificam a preocupação com o assunto. "Em 2018, só no Hospital Materno Infantil (HMI) de Marabá, foram realizados mais de 1.000 partos em adolescentes entre 12 a 17 anos incompletos. Os elevados índices preocupam já que podem levar a outros problemas como as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)", diz a Ascom/PMM em seu comunicado.
De acordo com o que foi acertado entre a Semed e a SMS, o programa conta com duas enfermeiras especialistas para trabalhar a temática e mobiliza todos os profissionais da Rede de Atenção Básica. Esta semana a equipe do PSE entrará em contato com as escolas pactuadas para agendar as visitas. Além disso, outras instituições também ofereceram profissionais para colaborar com as ações nas escolas.
29 de janeiro de 2019
HMM e HMI, de Marabá são referência para mais de 1 milhão de pessoas. Municípios enviam pacientes sem regulação e complicam serviço
Marabá é referência em saúde na região. Este fato não pode ser ignorado. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) fez as contas e chegou a números relevantes. 21 municípios integram o Programa de Pactuação Integrada e todos têm como alternativa os hospitais de Marabá. Isso faz com que o Hospital Municipal de Marabá (HMM) e o Hospital Materno Infantil (HMI) alcancem cerca de 1 milhão e 200 mil pessoas.
Isso explica porque o HMM atende, todos os dias, pelo menos 400 pacientes. Enquanto isso, o HMI atende nada menos que 300 pessoas por dia. Marcos Jovã, diretor técnico do HMM, mostra que foram 110.522 atendimentos registrados entre janeiro e novembro de 2018. Desses pacientes atendidos, 65% são residentes de Marabá. Os outros 35% são de municípios vizinhos.
Esses números já seriam suficientes para deixar qualquer gestor à beira de um ataque de nervos, mas a coisa fica ainda mais complicada.
Uma das formas de organizar minimamente o caos é um protocolo chamado REGULAÇÃO.
Funciona assim. Antes de mandar seus pacientes para Marabá, os municípios vizinhos precisam acessar o Sistema de Regulação (Sisreg) e solicitar o atendimento ambulatorial - consultas com especialistas e exames - ou cirurgias e internação. Assim, é possível avaliar se o HMM, HMI ou o Hospital Regional "Geraldo Veloso" estão em condições de atender os pacientes e se há vagas para recebê-los. Uma vez regulados, os pacientes, com seus prontuários de atendimento, podem ser trazidos para uma das unidades de saúde e receber tratamento adequado.
Ocorre que isso não vem sendo feito.
Que se diga: pacientes, mesmo sem a devida regulação, quando chegam a Marabá são recebidos e atendidos pelos hospitais. Eles são, na prática despejados nas portas dos hospitais de Marabá, sem aviso prévio, sem a certeza de que há vagas, sem saber se aquele hospital está aparelhado para resolver seu caso e sem que tragam qualquer informação capaz de orientar a ação dos médicos.
O atraso no atendimento é certo e o risco de óbito é enorme.
No caso do Hospital Materno Infantil, a média de parturientes sem regulação é de 23%, ou seja, cerca de 100 mulheres vêm diariamente de municípios vizinhos e são atendidas sem passar pelo sistema.
Dos 3.055 partos (cesáreo e normal) registrados nos meses de junho a dezembro, 577 parturientes de municípios pactuados chegaram àquela casa de saúde sem realizar nenhuma regulação pelo sistema, ou seja, foram trazidas sem qualquer informação para dar à luz seus filhos. Somente na primeira quinzena do mês de janeiro de 2019, 51 mulheres não reguladas foram atendidas no HMI. Uma total irresponsabilidade por parte dos gestores da saúde dos municípios vizinhos, que coloca em risco a vida da mulher e da criança em vias de nascer.
“Nos casos que não são perfil do Hospital Municipal ou do Materno, temos de proceder esse cadastro para o Regional, através do outro sistema e aguardar. Enquanto isso, esse paciente fica ocupando leito nos hospitais até liberar um leito no HR”, conta Janaína. E claro, correndo risco de vida e ocupando um leito que poderia estar sendo usado para cuidar de outro paciente.
A verdade é que o uso da ambulância para trazer pacientes tornou-se, em muitos municípios, a única "política de saúde" existente. Por falta de investimentos ou de gestão, esses municípios transferem os pacientes - e a responsabilidade sobre eles - para Marabá como forma de mostrar que estão fazendo "alguma coisa".
Enquanto a regulação não for praxe entre os municípios da região, sempre existirá o perigo de colapso no serviço de saúde. As equipes médicas dos hospitais de Marabá estão entre as mais experientes do Pará e estão acostumadas à pressão inerente de ser retaguarda para toda a região, mas se nada for feito, continuarão a ser pressionadas para além do razoável e estarão cada vez mais expostas a perder pacientes que, caso tivessem sido trazidos de forma regular e a tempo, saíram vivos das unidades de saúde.
22 de janeiro de 2019
TEMOS VAGAS! Hospital Regional de Marabá abre seleção para profissionais de Saúde
O Hospital Regional do Sudeste do Pará - Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, está com cinco vagas abertas para profissionais da saúde. Enfermeiros (as), técnicos (as) de Enfermagem, digitadores (as), técnicos (as) e analistas de Laboratório podem enviar e-mail com o currículo até o dia 30 de janeiro para o seguinte endereço eletrônico recrutamento@hrspprosaude.org.br. No assunto deve ser colocado nome do cargo desejado. Também é possível se cadastrar no site da Pró-Saúde.
Para as vagas de digitador (a), técnico (a) de Enfermagem e técnico (a) de Laboratório é preciso ter Ensino Médio Completo, sendo que as duas últimas citadas exigem curso técnico. Já para as vagas de enfermeiro (a) e analista de Laboratório, é necessário ter Ensino Superior Completo e registro no Conselho Regional de Classe.
O HRSP também recebe currículos de pessoas com deficiência (PCD) para diferentes áreas de atuação. Referência em atendimento de média e alta complexidades, o Hospital Regional do Sudeste do Pará possui 115 leitos, sendo 77 de Unidades de Internação e 38 de Unidades de Terapia Intensiva (UTI). A unidade de saúde abrange uma população superior a 1 milhão de habitantes em 22 municípios paraenses.
Com perfil cirúrgico e habilitação em Traumato-Ortopedia pelo Ministério da Saúde, a Instituição oferece atendimento gratuito nas especialidades de Cardiologia, Cirurgia Buco-maxilo-facial,Cirurgia Plástica Reparadora, Cirurgia Pediátrica, Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular, Clínica Médica, Fisioterapia, Infectologia, Medicina Intensiva adulto, pediátrica e neonatal, Nutrição, Obstetrícia de Alto Risco, Oftalmologia, Otorrinolaringologia, Urologia, Neurocirurgia, Terapia Ocupacional, Nefrologia e Anestesiologia.
Em 2018, a Unidade realizou 530.302 atendimentos, entre consultas especializadas, exames de imagem e análises clínicas, cirurgias, internações e atendimentos multiprofissionais.
(Com informações da Agência Pará)
11 de janeiro de 2019
Luta de Henrique contra o câncer mobiliza redes sociais e artistas de Marabá #ForçaHenrique
Henrique da Silva tem apenas 15 anos e recentemente foi diagnosticado com uma forma muito agressiva de câncer na cabeça. Ele já conseguiu tratamento em São Paulo, no Hospital do Câncer de Barretos, o melhor do país. Agora, ele corre contra o tempo para conseguir o dinheiro necessário para custear as despesas com a viagem e a estadia dele e de sua mãe.
Ele precisa estar em São Paulo até terça-feira (15), para iniciar o tratamento.
A luta de Henrique e sua mãe sensibilizou muita gente e uma corrente solidária acabou se formando através das redes sociais na Internet, para ajudar a reunir o recurso necessário à viagem dos dois.
Por outro lado, artistas marabaenses foram além do mundo virtual e decidiram realizar uma Grande Festa Beneficente para ajudar Henrique e sua mãe.
O evento acontece neste domingo (13), na Mega Distribuidora de Bebidas e Lava-jato, no KM-7. Terá feijoada, churrasco e a animação vai ficar por conta de atrações como Raylan e Mateus; Guto Silver; Gato Safado; Izael Costa; Garganta de ouro e outras participações especiais.
Todo o recurso arrecadado será revertido para o tratamento de Henrique.
O site se junta a esta corrente de solidariedade e deseja que Deus ajude Henrique nesta luta! #ForçaHenrique
8 de dezembro de 2018
Família e amigos de Rilton Brasil se mobilizam para viabilizar tratamento contra o câncer
Rilton Brasil, um dos melhores profissionais das artes gráficas de Marabá, luta contra o câncer desde meados deste ano.
Recentemente, depois de diversos exames, Rilton recebeu o diagnóstico definitivo de câncer na faringe.
As condições de tratamento aqui no Estado do Pará são reconhecidamente demoradas e precárias. Assim, a família de forma acertada resolveu levá-lo ao Hospital do Câncer de Barretos, em São Paulo.
O tratamento em Barretos é gratuito, mas são necessários recursos para as passagens e a manutenção do paciente e de sua acompanhante.
Por conta disso, a família e amigos de Rilton estão promovendo uma rifa para angariar fundos indispensáveis para viabilizar o tratamento desse grande profissional e amigo.
23 de novembro de 2018
Websérie do Ministério da Saúde aborda disgnóstico e tratamento do câncer infantil. Veja o vídeo.
O novo tema do projeto de websérie “Viva Mais SUS”, é sobre o câncer infantil. Este é com certeza um dos projetos mais interessantes conduzidos atualmente pelo Ministério da Saúde visando abordar diversos assuntos ligados à promoção e prevenção em saúde. A ideia é mostrar que conhecer as doença e seus sintomas é a melhor forma de evitar ser a próxima vítima. Já foram abordados temas como microcefalia, AIDS, HPV, tabagismo, obesidade, entre outros.
Este novo filme, lançado nesta sexta-feira (23), conta a história de duas crianças: uma cuja a família diagnosticou o câncer no início e está em tratamento, e outra que já se curou e faz apenas o acompanhamento recomendado. Além disso, a importância do diagnóstico precoce também é abordada por profissionais de saúde especialistas no assunto.
Nas últimas quatro décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo. Hoje, cerca de 80% das crianças e adolescentes acometidos por câncer podem ser curados se forem diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria dessas crianças tem boa qualidade de vida após o tratamento adequado.
A websérie está disponível no site do Viva Mais SUS. Para cada um dos temas, o site traz uma série de informações relacionadas ao assunto, como prevenção, promoção e cuidados com a saúde, fortalecendo o conceito de bem-estar, saúde e qualidade de vida.
Abaixo você pode assistir a um dos episódios da websérie.
8 de novembro de 2018
USP identifica remédio efetivo contra chikungunya. Epidemia da doença está prevista para os próximos dois anos
Estudo realizado no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) mostrou que sofosbuvir, droga usada no tratamento da hepatite C crônica, é capaz de eliminar também os vírus da chikungunya e da febre amarela. A descoberta implica em economizar tempo, dinheiro e, principalmente, poupar milhões de pessoas do sofrimento causado pela doença.
Até hoje, não há vacina desenvolvida e não existem ainda boas ferramentas para o diagnóstico. A chikungunya é uma doença grave não apenas pelo episódio agudo em si – que apresenta um quadro semelhante ao da dengue –, mas por conta das sequelas. As dores nas juntas e tendões são terríveis e se estendem por meses ou anos. Nos casos mais agudos da doença, a pessoa pode ficar totalmente incapacitada para trabalhar.
Segundo o estudo conduzido pelo ICB da USP, células humanas infectadas pelo vírus da chikungunya foram tratadas com sofosbuvir e o remédio eliminou o vírus sem danificar as células. A droga se mostrou 11 vezes mais efetiva contra o vírus do que contra as células.
A descoberta tem enorme importância para a saúde pública, pois uma epidemia de chikungunya está prevista para os próximos dois anos no Brasil e o processo para obtenção de um novo remédio é demorado e custa muito caro. O tempo entre o início da pesquisa e a disponibilização do produto no mercado é, em média, de 12 anos. O custo é da ordem de US$ 1,5 bilhão ou mais. O sofosbuvir é uma droga que passou por todo o processo de aprovação para uso humano. Isso possibilita que ela possa vir a ser utilizada contra a chikungunya dentro de um a três anos. O custo, estimado em cerca de US$ 500 mil, seria muito menor.
O estudo foi conduzido pela pesquisadora Rafaela Milan Bonotto, sob orientação do professor Lucio Freitas-Junior. Participaram do estudo Glaucia Souza-Almeida, Soraya Jabur Badra, Luiz Tadeu Figueiredo e Carolina Borsoi Moraes.
Artigo a respeito, Evaluation of broad-spectrum antiviral compounds against chikungunya infection using a phenotypic screening strategy, assinado por Bonotto, Freitas-Junior e colaboradores, está disponível na plataforma aberta F1000Research.
Os resultados da pesquisa permitem que as instituições interessadas passem agora para ensaios clínicos para definir as dosagens recomendadas aos pacientes.
25 de janeiro de 2016
Marabá reduz notificações de dengue este ano, mas ainda assim combate ao aedes é intensificado
Marabá conseguiu reduzir - e muito - as notificações de casos suspeitos de dengue, quando comparado os números apurados este mês com aqueles do ano passado. Até o dia 21 deste mês de janeiro foram diagnosticados 16 casos suspeitos de dengue em Marabá; e colhido material de quatro pacientes com suspeita da febre por zika vírus, o qual foi enviado a Belém, para exame pelo Instituto Evandro Chagas. Os resultados ainda estão sendo aguardados pela Secretaria Municipal de Saúde. Até aqui não houve notificação de casos de chikungunya. Em janeiro de 2015, no mês inteiro, foram contabilizados em Marabá, 58 casos de dengue e nenhum de chikungunya nem de zika.
A intensificação das visitas domiciliares e o apoio da população, além da melhora na coleta de lixo, são fatores que ajudam Marabá a sair do mapa das cidades mais afetadas pelas doenças transmitidas pelo aedes aegypti.
Mas os agentes de endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não param de trabalhar. A partir de segunda-feira (25) as equipes estarão nas ruas novamente. O objetivo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é cumprir protocolo definido pelo Ministério da Saúde para o combate eficiente do zika, suspeito de causar microcefalia.
Fernanda Miranda, coordenadora da Divisão Epidemiológica na SMS, informa que os agentes de endemias farão trabalho de campo com inspeções domiciliares e eliminação de possíveis criadouros do Aedes. Além disso, acontecerá distribuição de material educativo acerca do controle do mosquito e das principais doenças por ele transmitidas.
Para reforçar o contingente nessa ação, a SMS solicitará parceria com instituições como o Exército, visando fechar o primeiro ciclo, com 100% de cobertura, até 31 de janeiro, considerando que parte desse serviço foi efetuada na semana entre 4 e 9 deste mês.
De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios deverão cumprir o seguinte protocolo: Visitas domiciliares, 100% de cobertura, com primeiro ciclo concluído até 31 de janeiro; segundo ciclo, também de um mês, com término até 29 de fevereiro; terceiro ciclo (dois meses), março e abril; e quarto ciclo, também de dois meses, previsto para maio e junho.
Concomitantemente à ação de combate ao mosquito, sairá o primeiro Levantamento do Índice Rápido do Aedes – Lira – deste ano, uma quantificação dos domicílios infestados pelo mosquito, que serve para nortear campanhas de controle.
A intensificação das visitas domiciliares e o apoio da população, além da melhora na coleta de lixo, são fatores que ajudam Marabá a sair do mapa das cidades mais afetadas pelas doenças transmitidas pelo aedes aegypti.
Mas os agentes de endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) não param de trabalhar. A partir de segunda-feira (25) as equipes estarão nas ruas novamente. O objetivo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é cumprir protocolo definido pelo Ministério da Saúde para o combate eficiente do zika, suspeito de causar microcefalia.
Fernanda Miranda, coordenadora da Divisão Epidemiológica na SMS, informa que os agentes de endemias farão trabalho de campo com inspeções domiciliares e eliminação de possíveis criadouros do Aedes. Além disso, acontecerá distribuição de material educativo acerca do controle do mosquito e das principais doenças por ele transmitidas.
Para reforçar o contingente nessa ação, a SMS solicitará parceria com instituições como o Exército, visando fechar o primeiro ciclo, com 100% de cobertura, até 31 de janeiro, considerando que parte desse serviço foi efetuada na semana entre 4 e 9 deste mês.
De acordo com o Ministério da Saúde, os municípios deverão cumprir o seguinte protocolo: Visitas domiciliares, 100% de cobertura, com primeiro ciclo concluído até 31 de janeiro; segundo ciclo, também de um mês, com término até 29 de fevereiro; terceiro ciclo (dois meses), março e abril; e quarto ciclo, também de dois meses, previsto para maio e junho.
Concomitantemente à ação de combate ao mosquito, sairá o primeiro Levantamento do Índice Rápido do Aedes – Lira – deste ano, uma quantificação dos domicílios infestados pelo mosquito, que serve para nortear campanhas de controle.
Anvisa ordena apreensão e destruição de lote de antibiótico falsificado
Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada hoje (25) no Diário Oficial da União determina a apreensão e a inutilização do Lote 1704 do medicamento genérico succinato sódico de cloranfenicol 1grama, pó liófilo para solução injetável intravenosa, que recebe o nome comercial de Vixmicina. O antibiótico é indicado para vários tipos de infecções causadas por bactérias.
De acordo com o texto, tanto o Lote 1704, fabricado em julho de 2013 e com validade até julho de 2015, quanto o Lote 1704, fabricado em julho de 2014 e com validade até julho de 2016, são desconhecidos pela empresa Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda, que possui o registro do produto. “O lote citado é uma falsificação do medicamento, já que a empresa desconhece a existência do mesmo [lote]”, informou a Anvisa. A resolução entra em vigor hoje.
De acordo com o texto, tanto o Lote 1704, fabricado em julho de 2013 e com validade até julho de 2015, quanto o Lote 1704, fabricado em julho de 2014 e com validade até julho de 2016, são desconhecidos pela empresa Novafarma Indústria Farmacêutica Ltda, que possui o registro do produto. “O lote citado é uma falsificação do medicamento, já que a empresa desconhece a existência do mesmo [lote]”, informou a Anvisa. A resolução entra em vigor hoje.
20 de janeiro de 2016
Governo coloca no ar site para informar sobre desenvolvimento das pesquisas de pílula contra o câncer
Mesmo com algum atraso (o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, já está apoiando as pesquisas desde dezembro passado), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) colocou no ar hoje um site com informações sobre a fosfoetanolamina sintética, substância produzida no Instituto de Química de São Carlos, da USP, e que ficou conhecida popularmente como “pílula do câncer”.
O site faz parte de um pacote de iniciativas do MCTI para jogar luz sobre a questão, que se tornou extremamente polêmica. Três laboratórios de referência foram recrutados para testar a substância, que foi distribuída para pacientes durante anos pelo pesquisador aposentado Gilberto Chierice, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O ministério se comprometeu a investir até R$ 10 milhões nas pesquisas, se elas mostrarem que a fosfoetanolamina tem, de fato, algum efeito terapêutico. A ideia é que o site seja atualizado constantemente com informações, à medida que os resultados forem produzidos.
Acesse o site aqui: http://www.mcti.gov.br/fosfoetanolamina (Com informações do jornal O Estado de São Paulo)
O site faz parte de um pacote de iniciativas do MCTI para jogar luz sobre a questão, que se tornou extremamente polêmica. Três laboratórios de referência foram recrutados para testar a substância, que foi distribuída para pacientes durante anos pelo pesquisador aposentado Gilberto Chierice, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O ministério se comprometeu a investir até R$ 10 milhões nas pesquisas, se elas mostrarem que a fosfoetanolamina tem, de fato, algum efeito terapêutico. A ideia é que o site seja atualizado constantemente com informações, à medida que os resultados forem produzidos.
Acesse o site aqui: http://www.mcti.gov.br/fosfoetanolamina (Com informações do jornal O Estado de São Paulo)
19 de janeiro de 2016
"Evandro Chagas" participa do desenvolvimento de teste que identifica zika, chikungunya e dengue de forma simultânea
O Ministério da Saúde vai adquirir 500 mil testes nacionais de biologia molecular para a realização de diagnóstico de zika, chikungunya e dengue até o final deste ano, desenvolvidos pela Fundação Oswaldo Cruz. Os novos testes permitem realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus, evitando a necessidade de três testes separados.
Técnicos paraenses do Instituto Evandro Chagas participam do desenvolvimento dessa nova tecnologia. É que a Fiocruz, que coordena a pesquisa e distribuição do novo tipo de teste, conta com cinco dos chamados laboratórios sentinelas de referência, entre eles o Instituto Evandro Chagas, no Pará. No Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco e São Paulo (Instituto Adolfo Lutz), estão localizados os demais laboratórios que são responsáveis pelo desenvolvimento do novo teste e pela transferência da tecnologia e capacitação dos técnicos.
“O teste é fundamental do ponto de vista de estratégia de saúde pública, com uma vantagem extraordinária ao realizar o diagnóstico simultâneo em vez de fazer três testes separadamente, além de diminuir os custos com a implementação da tecnologia brasileira para o desenvolvimento do teste”, ressaltou o ministro da Saúde, Marcelo Castro, neste sábado (16), no Rio de Janeiro (RJ).
O comentário foi feito pelo ministro durante a visita às instalações dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A previsão é que as primeiras 50 mil unidades do novo tipo de teste comecem a ser distribuídos a partir de fevereiro para os laboratórios estaduais. Atualmente, o diagnóstico do vírus Zika é realizado com uso da técnica de RT-PCR em Tempo Real, que identifica a presença do material genético do vírus na amostra. São usados reagentes importados e, para descartar a presença dos vírus dengue e chikungunya, é necessário realizar cada exame separadamente.
Os testes serão distribuídos aos Laboratórios Nacionais de Saúde Pública (LACENs). Além do fornecimento de insumos, o acordo prevê também o treinamento e a assistência técnica permanente, garantindo as condições necessárias para a execução das diferentes etapas do teste molecular.
O Ministério de Saúde conta com uma rede de 22 LACENs: AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MS, MG, PA, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, SC, SP e SE. Nos próximos meses, a tecnologia será transferida para os outros laboratórios, somando as 27 unidades equipadas para a realização da técnica de biologia molecular.
Os testes serão distribuídos aos Laboratórios Nacionais de Saúde Pública (LACENs). Além do fornecimento de insumos, o acordo prevê também o treinamento e a assistência técnica permanente, garantindo as condições necessárias para a execução das diferentes etapas do teste molecular.
O Ministério de Saúde conta com uma rede de 22 LACENs: AC, AL, AP, AM, BA, CE, DF, ES, GO, MS, MG, PA, PR, PE, PI, RJ, RN, RS, RO, SC, SP e SE. Nos próximos meses, a tecnologia será transferida para os outros laboratórios, somando as 27 unidades equipadas para a realização da técnica de biologia molecular.
14 de janeiro de 2016
Anvisa suspende comercialização e uso de lotes de diclofenaco, nimesulida e mais dois medicamentos
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (14) dois decretos suspendendo a distribuição, importação, comercialização e uso de lotes de quatro medicamentos em todo o território nacional.
O decreto suspendeu a comercialização e uso de lotes dos medicamentos Nimesulida, Diclofenáco Sódico e Estolato de Eritromicina. Segundo o órgão, determinação ocorreu após "comprovação de que a empresa Prati Donaduzzi & Cia Ltda. implementou alterações nos processos de produção de medicamentos antes da avaliação desta Anvisa".
Um outro decreto publicado hoje suspendeu a venda e uso do medicamento Tapadox, por ser vendido sem registro na Anvisa. O órgão ainda determinou a proibição a propaganda e divulgação do produto, além da apreensão e inutilização do estoque em todo o país.
O decreto suspendeu a comercialização e uso de lotes dos medicamentos Nimesulida, Diclofenáco Sódico e Estolato de Eritromicina. Segundo o órgão, determinação ocorreu após "comprovação de que a empresa Prati Donaduzzi & Cia Ltda. implementou alterações nos processos de produção de medicamentos antes da avaliação desta Anvisa".
Um outro decreto publicado hoje suspendeu a venda e uso do medicamento Tapadox, por ser vendido sem registro na Anvisa. O órgão ainda determinou a proibição a propaganda e divulgação do produto, além da apreensão e inutilização do estoque em todo o país.
Produto
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Lote
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| DICLOFENACO SÓDICO 50mg comprimido | Lotes produzidos até 19/10/2015 em desacordo com o registro. |
| ESTOLATO DE ERITROMICINA 50mg/mL suspensão oral | Todos os lotes válidos produzidos em desacordo com o registro. |
| NIMESULIDA 50mg/mL suspensão oral | Todos os lotes válidos produzidos em desacordo com o registro |
6 de janeiro de 2016
Novo calendário de vacinas já está em vigor. Veja aqui o que mudou
No caso da poliomielite, a vacina oral da terceira dose será substituída pela vacina injetável, que passa a ser aplicada aos dois, quatro e seis meses de vida dos bebês.
Para a pneumocócica, que protege contra doenças bacterianas, serão somente duas doses, aplicadas aos dois e quatro meses. O reforço permanece aos 12 meses de vida.
Já para a meningite, que tinha o primeiro reforço aos 15 meses, isso passa a acontecer aos 12 meses e a primeira e segunda doses serão aplicadas aos três e cinco meses de vida.
Houve mudanças também na vacina contra a hepatite. Quem quiser se imunizar contra o tipo A, vai poder tomar a primeira dose a partir dos 15 meses de vida. Já a do tipo B está liberada para toda a população, independente da idade.
Para o vírus HPV, ao invés de três doses, serão programadas apenas duas. A segunda dose deve ser tomada seis meses após a primeira e protege meninas que têm entre nove e 13 anos.
Houve mudanças também na vacina contra a hepatite. Quem quiser se imunizar contra o tipo A, vai poder tomar a primeira dose a partir dos 15 meses de vida. Já a do tipo B está liberada para toda a população, independente da idade.
Para o vírus HPV, ao invés de três doses, serão programadas apenas duas. A segunda dose deve ser tomada seis meses após a primeira e protege meninas que têm entre nove e 13 anos.
Veja a seguir todas as alterações definidas pelo Ministério da Saúde
HEPATITE B
Público-alvo - Toda a população
Protege contra Hepatite B
O que muda - Passa a ser indicada também para idosos, que antes não eram vacinados
POLIOMIELITE
Público-alvo - Crianças até cinco anos incompletos
Protege contra Poliomielite
Como era antes - Terceira dose usava vacina oral, feita com vírus atenuados
O que muda - Terceira dose é substituída pela vacina inativada, feita com vírus mortos. Calendário segue a tabela:
1ª dose: 2 meses (inativada)
2ª dose: 4 meses (inativada)
3ª dose: 6 meses (inativada)
1º reforço: 15 meses (oral)
2º reforço: 4 anos (oral)
PNEUMOCÓCICA 10-VALENTE
Público-alvo - Crianças até cinco anos incompletos
Protege contra Pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
Como era antes - Aplicada em três doses e reforço
O que muda - Passa a ser aplicada em duas doses e reforço
1ª dose: 2 meses
2ª dose: 4 meses
Reforço: 12 meses (pode ser administrada até os quatro anos)
HEPATITE A
Público-alvo - Crianças até dois anos
Protege contra Hepatite A
Como era antes - Aplicada a partir de 12 meses
O que muda - Passa a ser aplicada a partir de 15 meses
MENINGOCÓCICA C
Público-alvo - Crianças até quatro anos
Protege contra Bactéria meningococo C, que causa meningite
Como era antes - Reforço ocorria aos 15 meses
O que muda - Reforço é antecipado para 12 meses. Crianças de 12 meses a quatro anos que não tenham sido vacinadas também podem receber a vacina
1ª dose: 3 meses
2ª dose: 5 meses
1º reforço: 12 meses
Dose única - Não vacinados entre 12 meses e quatro anos
HPV
Público-alvo - Meninas de 9 a 13 anos
Protege contra HPV (papilomavírus humano), que pode levar a câncer de colo de útero
Como era antes - Três doses, a segunda após seis meses e a terceira após cinco anos
O que muda - Passa a ser aplicada em duas doses, com intervalo de seis meses
HEPATITE B
Público-alvo - Toda a população
Protege contra Hepatite B
O que muda - Passa a ser indicada também para idosos, que antes não eram vacinados
POLIOMIELITE
Público-alvo - Crianças até cinco anos incompletos
Protege contra Poliomielite
Como era antes - Terceira dose usava vacina oral, feita com vírus atenuados
O que muda - Terceira dose é substituída pela vacina inativada, feita com vírus mortos. Calendário segue a tabela:
1ª dose: 2 meses (inativada)
2ª dose: 4 meses (inativada)
3ª dose: 6 meses (inativada)
1º reforço: 15 meses (oral)
2º reforço: 4 anos (oral)
PNEUMOCÓCICA 10-VALENTE
Público-alvo - Crianças até cinco anos incompletos
Protege contra Pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo Pneumococo
Como era antes - Aplicada em três doses e reforço
O que muda - Passa a ser aplicada em duas doses e reforço
1ª dose: 2 meses
2ª dose: 4 meses
Reforço: 12 meses (pode ser administrada até os quatro anos)
HEPATITE A
Público-alvo - Crianças até dois anos
Protege contra Hepatite A
Como era antes - Aplicada a partir de 12 meses
O que muda - Passa a ser aplicada a partir de 15 meses
MENINGOCÓCICA C
Público-alvo - Crianças até quatro anos
Protege contra Bactéria meningococo C, que causa meningite
Como era antes - Reforço ocorria aos 15 meses
O que muda - Reforço é antecipado para 12 meses. Crianças de 12 meses a quatro anos que não tenham sido vacinadas também podem receber a vacina
1ª dose: 3 meses
2ª dose: 5 meses
1º reforço: 12 meses
Dose única - Não vacinados entre 12 meses e quatro anos
HPV
Público-alvo - Meninas de 9 a 13 anos
Protege contra HPV (papilomavírus humano), que pode levar a câncer de colo de útero
Como era antes - Três doses, a segunda após seis meses e a terceira após cinco anos
O que muda - Passa a ser aplicada em duas doses, com intervalo de seis meses
10 de novembro de 2015
MARABÁ - Em 10 anos SAMU realiza quase 70 mil atendimentos
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| SAMU Marabá - Quase 70 mil ocorrências atendidas em 10 anos de funcionamento |
De acordo com relatório do Samu-192, no período 2009 a 2015 verificou-se um total de 43.199 ocorrências, com destaque para os acidentes de trânsito, que somaram 11.059, perdendo apenas para as 13.208 urgências clínicas de adultos no mesmo espaço de tempo.
Nos quatro anos anteriores a 2009, que o relatório não detalha os tipos de ocorrências, totalizaram 26.651 atendimentos, o que resultou em média de 6.663 ao ano.
30 de setembro de 2015
Em menos de 10 dias, Cartório de Registro Civil do HMI de Marabá expede 77 certidões para recém-nascidos
Medidas simples podem trazer grandes benefícios.
Vejam lá o que acontece no Hospital Materno-Infantil (HMI) em Marabá.
O prefeito João Salame Neto, a Secretaria de Saúde e a direção do HMI decidiram reativar o posto do Cartório de Registro Civil, que tempos atrás havia funcionado na unidade de saúde de forma precária, e o resultado da iniciativa já pode ser aferido em números.
Desde o dia 21 deste mês, até esta quarta-feira (30), as 11 horas da manhã, nada menos que 77 certidões já haviam sido expedidas pelo Cartório.
O secretário de Saúde, Dr. Nagib Mutran Neto (à esquerda, na foto acima), dia desses lembrou um dado preocupante referente ao fenômeno de sub-registro de nascidos vivos. “Hoje temos cerca de 4 mil crianças sem registro. Se estivesse funcionando o cartório aqui da maternidade, esse número seria bem menor. Isso é um avanço na gestão de saúde”, disse.
Vejam lá o que acontece no Hospital Materno-Infantil (HMI) em Marabá.
O prefeito João Salame Neto, a Secretaria de Saúde e a direção do HMI decidiram reativar o posto do Cartório de Registro Civil, que tempos atrás havia funcionado na unidade de saúde de forma precária, e o resultado da iniciativa já pode ser aferido em números.
Desde o dia 21 deste mês, até esta quarta-feira (30), as 11 horas da manhã, nada menos que 77 certidões já haviam sido expedidas pelo Cartório.
O secretário de Saúde, Dr. Nagib Mutran Neto (à esquerda, na foto acima), dia desses lembrou um dado preocupante referente ao fenômeno de sub-registro de nascidos vivos. “Hoje temos cerca de 4 mil crianças sem registro. Se estivesse funcionando o cartório aqui da maternidade, esse número seria bem menor. Isso é um avanço na gestão de saúde”, disse.
Através do registro de nascidos vivos o sistema de Saúde pode estabelecer estratégias que vão desde as campanhas de vacinação até a melhor atuação das equipes do Programa Estratégia Saúde da Família, passando pela notificação de doenças neonatais e congênitas.
Para a família, ter a criança registrada imediatamente ao nascer, além de evitar os transtornos de sair em busca de um Cartório, garante acesso a diversos programas sociais e é uma forma de exercício da cidadania.
A clientela do HMI, quase toda formada por pessoas de baixa renda e muitas residentes na área rural de Marabá ou em outros pequenos municípios da região, esteve privada desse direito por algum tempo, mas a iniciativa dos que fazem a Saúde Pública em Marabá mudou esta realidade.
É claro que, quando o assunto é Saúde Pública, muito há que melhorar. Mas, é inegável que em Marabá pode até faltar recursos, mas sobra disposição para prestar serviços de melhor qualidade.
29 de setembro de 2015
No Dia Mundial do Coração, vale lembrar: problemas cardíacos matam mais de 50 mil por ano no Brasil. Cuide-se bem.
O estudo aponta as doenças do coração como um problema de saúde pública importante e faz duas constatações: a elevada taxa de mortalidade intra-hospitalar por insuficiência cardíaca e uma grande taxa de reinternações, disse o professor de cardiologia da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FMC-Uerj), Denilson Albuquerque, coordenador do Breathe.
“A insuficiência cardíaca é a via final de uma cardiopatia, qualquer que ela seja: um infarto mal tratado, uma hipertensão que não foi tratada, um problema na válvula do coração que não teve o tratamento adequado. Tudo isso resulta em uma falência do coração e, em consequência, em uma insuficiência cardíaca”.
O Breathe, de acordo com o professor, indica a necessidade de se fazer um alerta à população para o problema. A insuficiência cardíaca, segundo o estudo, acomete mais pessoas idosas e tem alta taxa de mortalidade. Em um ano, 40% dos cerca de 1.270 pacientes pesquisados, internados em 51 hospitais públicos e privados em 21 cidades brasileiras, morreram. “É uma alta taxa de mortalidade e necessita um tratamento eficaz e rigoroso para que se consiga melhorar as condições físicas dos pacientes”, disse Albuquerque.
O levantamento mostra que a média de idade dos pacientes é em torno de 64 anos. Entretanto, segundo o médico, isso não significa que não haja pessoas de 30 anos ou menos com problemas cardíacos. Para o especialista, a prevenção pode ser uma arma importante a fim de combater as doenças cardiovasculares. “Uma vez instalada, você tem que tratá-la adequadamente, para que ela não resulte em uma insuficiência cardíaca”. A prevenção engloba parar de fumar, fazer atividade física, tratar a hipertensão, destacou.
O problema, analisou Albuquerque, é que a síndrome acomete mais a terceira idade. “E se você pensar que o Brasil já é a quinta população de idosos do mundo, a gente está vivendo uma verdadeira pandemia de insuficiência cardíaca. Essa é a nossa preocupação. Não tem cardiologista para tratar todo mundo, precisa treinar os clínicos gerais para que reconheçam a doença também e fazer um alerta para os pacientes entenderem o que é a síndrome para o seu próprio cuidado. Porque eu, sabendo melhor, vou me precaver mais”.
Então, cuide-se e siga as dicas para um coração saudável:
✔ Evite fumar
✔ Diga não à obesidade
✔ Faça exercícios regularmente
✔ Cuide da pressão arterial
✔ Controle seu colesterol
✔ Escolha bem os alimentos
✔ Reduza o estresse do dia a dia
24 de fevereiro de 2015
Guarda municipal que agrediu paciente em hospital de Ananindeua é afastado, diz prefeitura. Veja o vídeo
No vídeo a mulher aparece sentada em um cadeira de espera. Nervosa, ela fala alto em direção ao guarda municipal, que discute com a senhora. Ele se aproxima da vítima e desfere um tapa. A mulher reage e se levanta, tentando bater no guarda com uma revista. "Desgraçado, não me bate, desgraçado", diz a senhora, que mostra o braço atingido pelo tapa a uma funcionária da equipe de saúde, que tenta apartar a briga. O guarda municipal gesticula e depois deixa o corredor.
Um paciente que aguardava atendimento na UPA gravou o vídeo.
Em nota, a Prefeitura Municipal de Ananindeua informou que os fatos serão apurados no âmbito administrativo. e que o vídeo está sendo analisado para que sejam tomadas as providências cabíveis . Ainda segundo a nota, o guarda não possui antecedentes criminais e registrou boletim de ocorrência na Seccional Urbana da Cidade Nova, relatando ter sido vítima de agressões verbais e físicas. Na seccional da Polícia Civil, no entanto, nenhuma ocorrência sobre o caso foi registrada.
Ainda na nota, a Prefeitura diz que o comando da Guarda Municipal de Ananindeua (GMA) "não admite qualquer excesso por parte dos seus agentes e vai instaurar a investigação por meio de processo administrativo disciplinar, como prevê a legislação vigente".
12 de fevereiro de 2015
Em Marabá, CTA e Extra-Muro vão ao Carnaval para esclarecer sobre Aids e prestar assistência emergencial
Em mais uma boa iniciativa, neste Carnaval a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) será representada na folia pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e pela Divisão de Atenção à Zona Rural e Extra Muro. O primeiro tem como objetivo promover e reforçar a prevenção contra a contaminação pelo vírus da Aids, o HIV, com a distribuição de 25 mil preservativos masculinos. Já a Extra Muro trabalhará com duas equipes visando atendimentos emergenciais aos foliões, em caso de acidentes.
No período de 14 a 17 de fevereiro, o CTA terá equipes na Praça São Félix de Valois; dias 14 e 16, no Bairro Liberdade; 15 e 17, no Bairro São Félix; dia 16, no Novo Horizonte, acompanhando o Bloco “Gaiola das Loucas”; e, no dia 17, outra equipe acompanhará o Bloco Vai Quem Quer, na Nova Marabá.
No período de 14 a 17 de fevereiro, o CTA terá equipes na Praça São Félix de Valois; dias 14 e 16, no Bairro Liberdade; 15 e 17, no Bairro São Félix; dia 16, no Novo Horizonte, acompanhando o Bloco “Gaiola das Loucas”; e, no dia 17, outra equipe acompanhará o Bloco Vai Quem Quer, na Nova Marabá.
10 de fevereiro de 2015
Cai o número de mortes por Aids em Parauapebas, informa CTA
O número de óbitos causados pelo vírus da Aids em 2014 em Parauapebas caiu mais da metade se comparado ao ano anterior. O coordenador do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), Allan Miranda, explica que essa é a maior preocupação da Prefeitura e do Ministério da Saúde, que buscam um tratamento com maior eficiência para os portadores do vírus.
“Em 2013 tivemos 12 óbitos derivados da Aids no município. Esse ano registramos cinco mortes. O diagnóstico precoce é importante, pois as pessoas que estão com o vírus iniciam de imediato o tratamento, controlando a doença e não evoluindo para o óbito” esclarece o coordenador.
“Em 2013 tivemos 12 óbitos derivados da Aids no município. Esse ano registramos cinco mortes. O diagnóstico precoce é importante, pois as pessoas que estão com o vírus iniciam de imediato o tratamento, controlando a doença e não evoluindo para o óbito” esclarece o coordenador.
Atualmente, 750 pacientes são cadastrados no CTA. Dentre esses, cerca de 300 realizam tratamento. Em 2014, foram registrados 134 novos casos da doença, um aumento de apenas seis casos comparando com 2013, que registrou 128 (o número maior foi entre homens).
Ano passado, o CTA ampliou o número de testes rápidos, realizando 8.806 testes envolvendo HIV, hepatites e sífilis. Foram realizados mais 5.700 atendimentos especializados e mais de três mil medicamentos foram distribuídos.
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