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18 de janeiro de 2019

UFRA, em Parauapebas vai doar mudas de açaí para pequenos produtores. Veja aqui como se cadastrar!



A Universidade Federal Rural da Amazônia - Campus de Parauapebas (UFRA/Parauapebas), está divulgando o formulário de cadastro para interessados em receber doações de mudas de açaí produzidas pela turma de Engenharia Florestal-2018.1.

A produção de mudas fez parte da disciplina Introdução às Ciências Agrárias, ministrada pelo professor Pedro Henrique Oliveira Simões, com o apoio do engenheiro florestal Roberthi Alef Costa Teixeira.



As mudas também se integram à parceria entre UFRA e IDEFLOR-BIO, através do Projeto PROSAF, que luta para recuperar áreas florestais alteradas por meio da implantação de Sistemas Agroflorestais (SAF’s).

Quem quiser receber as mudas devem encaminhar o formulário preenchido digitalmente para o e-mail mudas.ufra.parauapebas@gmail.com, no período de 21 à 28 de janeiro, para análise e parecer. 

Para acessar o formulário acesse: https://parauapebas.ufra.edu.br/index.php…

A partir do dia 4 de fevereiro será divulgado no site da UFRA (https://parauapebas.ufra.edu.br) a lista dos selecionados para doação e o período para retirada das mudas. 

Mas, preste bem atenção!

O simples envio das informações não configura obrigatoriedade para doação.

Conforme recomendação do IDEFLOR-BIO, que forneceu os insumos para produção das mudas, serão priorizados produtores de pequenas propriedades rurais de Parauapebas e municípios vizinhos.

Os interessados que estiverem aptos a receber a doação devem se responsabilizar pela retirada e transporte das mudas do viveiro da UFRA Parauapebas até a sua propriedade.

Limita-se a quantidade de 50 mudas por pessoa.

24 de julho de 2012

MPF do Pará pede "anulação" de licença para Belo Monte. É a litigância à serviço do "ecologismo juramentado e praticante".


O "ecologismo juramentado e praticante" que assola certos membros do Ministério Público Federal (MPF), no Pará, não parece ter mesmo paradeiro. Isto é ainda mais sentido quando o assunto é a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Alguns procuradores resolveram lutar contra este projeto. Mas, de fato, engendram a luta contra o desenvolvimento do meu Estado. Impedem que este Pará continental possa utilizar o gigantismo de seus rios e florestas a favor do seu crescimento econômico.
Vejam bem. Contra todas as evidências, o MPF do Pará decidiu, pautado por ONGs barulhentas e, quase todas, estrangeiras, ser contra Belo Monte e vem de propor ação cautelar pedindo a anulação da licença de instalação da usina.
De quais evidências falo?
Cito algumas.
A matriz elétrica brasileira, baseada em hidrelétricas, é uma das mais limpas e "ecologicamente sustentáveis" de todo o planeta (com isso concordam até mesmo os "eco-doidos"!).
O sistema de construção de Belo Monte (tipo "fio d'água") é um dos menos danosos ao meio ambiente, reduzindo drasticamente a área de floresta inundada.
95% da energia a ser produzida por Belo Monte será destinada a abastecer usuários residenciais, para evitar que paraenses, tocantinenses e maranhenses vivam mais um apagão, como nos tempos do tucanato. Incidentalmente, a energia de Belo Monte servirá para garantir o funcionamento dos Ipads e Iphones dos procuradores federais que "conhecem" a Amazônia morando em Nazaré e Batista Campos, no centro de Belém.
Além disso, apenas de "royalties" municípios como Altamira, por exemplo, partilharão cerca de R$ 30 milhões por mês e outro tanto será destinado ao Pará. Somente o Estado do Pará arrecadará com Belo Monte quase R$ 1 bilhão por ano, mais do que Jatene espera arrecadar com sua "taxa da mineração". 
Pergunto a vocês: É aceitável jogarmos pela janela esta oportunidade de crescimento para satisfazer a vontade do WWF e do Greenpeace, que o MPF do Pará parece patrocinar com tanta desenvoltura?
Talvez por um desvio ideológico, talvez para parecer "descolado" e "antenado" à modernidade, o MPF pediu à Justiça a anulação da licença de instalação da hidrelétrica de Belo Monte. Segundo procuradores da República, as condicionantes (ações obrigatórias de prevenção e redução dos impactos socioambientais do projeto) não estão sendo cumpridas. Informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da prefeitura de Altamira e de "lideranças locais"  dizem que iniciativas obrigatórias estariam há um ano sem sair do papel.
“Houve violação de condicionantes. Essas condicionantes evitariam o dano ambiental em sentido amplo. Seu descumprimento, portanto, deve ter como sanção a suspensão ou o cancelamento da licença ambiental”, pede o MPF à Justiça.
A ação cautelar contra a Norte Energia, concessionária da obra, e contra o Ibama, foi ajuizada na Justiça Federal, em Belém, nesta segunda-feira (23). Para o MPF, além do descumprimento das condicionantes, estas são insuficientes e mal fiscalizadas pelo Ibama.
“As condicionantes estabelecidas na licença prévia não foram cumpridas, sendo postergadas e incorporadas na licença parcial de instalação e, posteriormente, na licença de instalação, fase na qual continuam sendo tratadas pelo empreendedor como mero requisito formal” diz o texto da ação assinada pelos procuradores da República Felício Pontes Jr., Ubiratan Cazetta, Meliza Barbosa e Thaís Santi.
Acredito que os eminentes procuradores cuidam estar ofertando "carinho" ao Pará quando propõem uma ação desta natureza. 
Mas, Deus nos livre desses carinhos!
Todos sabemos o destino de tais ações. Serão negados os pedidos e a obra, ainda bem, prosseguirá.
Ocorre que a cada interpelação inócua do MPF contra Belo Monte mais cara e demorada fica a obra e, como tem financiamento público no negócio, mais tempo levará o Erário a receber o recurso emprestado. 
Assim, o MPF, à guisa de defender o patrimônio público, faz justamente o contrário!
Por fim, pergunto-me: Considerando os salários de procuradores e servidores, bem como os equipamentos e insumos colocados à disposição do órgão, quanto custa uma hora de trabalho efetivo de um Procurador da República? Vale a pena gastar este montante, por menor que seja, para atravancar o progresso do Pará?  

6 de julho de 2012

Avião 100% movido a energia solar parte do Marrocos em direção a Madri

O avião Solar Impulsione, que se movimenta exclusivamente com energia solar, partiu do aeroporto de Rabat, no Marrocos, em direção a Madri, na Espanha, segundo informou o site do projeto.
O avião solar, pilotado pelo suíço Bertrand Piccard e que posteriormente irá retornar à Suíça, seu ponto de partida, decolou às 6h20 locais (2h20 de Brasília) e deve aterrissar em Madri, após um voo ininterrupto, por volta das 0h30, também pelo horário local.
A viagem aconteceria na última terça-feira, mas uma mudança inesperada nas condições meteorológicas adiou os planos, já que o avião, que só pesa 1.600 quilos, apesar de ter a mesma envergadura de um Airbus, é muito dependente dos ventos e das correntes de ar.
Segundo a companhia Solar Impulsione, o voo de hoje também apresenta dificuldades perante as fortes correntes que atravessam a Península Ibérica, que serão especialmente sensíveis à altura de Sevilha.
O Solar Impulsione passou um mês no Marrocos, onde seus promotores deram apoio ao projeto de desenvolvimento das energias sustentáveis no país. O governo marroquino tem o plano de, em oito anos, suprir 42% de sua necessidade elétrica a partir de energia solar e eólica.

26 de janeiro de 2012

Dilma diz esperar que Rio+20 discuta "novo modelo de desenvolvimento mundial" e fala em "polo de democracia" na AL..



No ato público que reuniu governo e Forum Social Mundial, a presidente Dilma Rousseff fez discurso em defesa de um novo modelo de desenvolvimento. O palco dessa discussão, segundo ela, será a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio + 20, que será realizada em junho, no Brasil. No ginásio Gigantinho, em Porto Alegre, Dilma ressaltou que, num momento de crise e de incertezas, a Rio + 20 ganha significado especial.
“A Rio + 20 deve ser um momento importante de um processo de renovação de ideias. A Rio + 20 vai enfrentar uma questão mais ampla e decisiva. Um novo modelo de desenvolvimento nas suas dimensões econômica, social e ambiental. O que estará em debate é um modelo de desenvolvimento capaz de articular o crescimento e a geração de emprego, a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades, a participação social e a ampliação de direitos, educação e inovação tecnológica, o uso sustentável e a preservação dos recursos ambientais”, disse.
Ela alertou para as “nefastas” consequências sociais e ambientais das medidas fiscais regressivas que os países desenvolvidos têm buscado para enfrentar a crise financeira internacional. O desemprego, a xenofobia, o autoritarismo e a paralisia do enfrentamento do aquecimento global, segundo Dilma, são perigosas ameaças. Por outro lado, lembrou, os países da América Latina foram capazes de construir “respostas progressivas e democráticas aos desequilíbrios internacionais”.
“O Brasil hoje é um outro país. Ninguém, nenhum grupo pode nos tirar isso. Nós somos hoje um país mais forte, mais desenvolvido e mais respeitado. Um país que convive harmonicamente com seus vizinhos da América do Sul, da América Latina e do Caribe, e quer construir com eles um polo de desenvolvimento e democracia no mundo”, disse Dilma segundo o Blog do Planalto.
Como o venezuelano Hugo Chávez, o cocalero Evo e o quase-morto Fidel integrariam essa equação democrática Dilma não informou. Uma pena. Mas, como visitará Cuba no início de fevereiro, com certeza a presidente haverá de dar uma daquelas suas proverbiais "duras" nos irmãos Castro e exigir que eles larguem o osso na ilha e aceitem essa tal democracia! Pelo menos é esta a esperança dos cubanos que resistem ao regine facinoroso dos Castro.
Dilma Rousseff defendeu a participação social nas discussões sobre desenvolvimento sustentável que terão lugar na Rio + 20. Segundo ela, é possível crescer, incluir, proteger e conservar. Desenvolvimento sustentável, explicou, significa o aprofundamento dos mecanismos de participação social e o fortalecimento da nossa democracia, e uma inserção soberana e competitiva no mundo.

1 de janeiro de 2012

Na "festa da sustentabilidade" no RJ faltou "consciência ambiental", mas sobrou uma montanha de lixo


A foto acima ilustra o resultado da festa "sustentável" e cheia de "preocupação social e consciência ambiental" promovida pela Globo e Governo do Rio de Janeiro e vendida como se fosse a última palavra em troços "ecologicamente corretos".
As tábuas do palco eram de madeira certificada, a lona se tornará em estojos para os estudantes da favela vizinha e até pares de moradores de favelas foram sorteados para "conhecer" as "obras" do Réveillon. Como se vê na imagem, é tudo verdade, mas, só até a página três...
A festa sustentável foi pensada para reforçar a imagem da cidade do Rio de Janeiro como exemplo de sustentabilidade e pronta para receber a Rio+20, conferência internacional que discutirá mudanças climáticas e meio ambiente.
O ano pode ser novo, mas as práticas, percebe-se continuam velhíssimas.

6 de novembro de 2011

"Paricá" é alternativa rentável para reflorestamento


No Globo Rural, destaque para o "paricá", espécie nativa mais cultivada no país e que em Paragominas e Dom Eliseu já ultrapassou a marca de 60 milhões de mudas plantadas.
Mais valioso que o eucalipto, o paricá pode ser cortado com cinco anos, quando criado a pleno sol. A lucratividade elevada da espécie vem atraindo cada vez mais produtores dispostos a investir em reflorestamento e madeira certificada.
Leia matéria abaixo: