Ele é o único dos cinco acusados pelo assassinato da missionária que continua solto e nega qualquer participação no crime. Os demais evolvidos, Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, condenado a 30 anos de prisão; Rayfran das Neves, o Fogoió, condenado a 27 anos; Clodoaldo Batista, o Eduardo, condenado a 17 anos; e Amair Feijoli, o Tato, sentenciado a 27 anos, cumprem pena em regime fechado.
A família da missionária e a congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur emitiram nota à imprensa na qual dizem acredita na culpa do réu. “Regivaldo Galvão está condenado porque ficou provado que sentenciou Dorothy à morte, prometeu recompensa, organizou o envolvimento e ações dos demais, até o que apertou o gatilho seis vezes contra uma senhora de73 anos, 39 de Amazônia, naturalizada brasileira pelo amor ao seu povo, sozinha e indefesa numa vereda das matas.”, afirma a nota