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30 de setembro de 2015

Seguimos pagando as contas da campanha de Dilma! Petrobras cobra mais caro por gasolina e diesel.

Vamos nos entender.

Funciona assim: um governo realmente incompetente primeiro gasta o que não pode para se manter no poder; depois, faz tudo o que pode para te obrigar a pagar a conta.

Depois de manter os preços dos combustíveis artificialmente baixos durante o ano passado - sabe como é, né, nada de más notícias para atrapalhar a reeleição de "mamãe"! - o governo foi colhido pela intensa depreciação da Petrobras, que nos anos Dilma-Lula já perdeu mais da metade de seu valor de mercado (de fato, houve um decréscimo de 57,77% do valor da empresa em dólares). As causas do prejuízo? Corrupção e péssima gestão.

Agora, para tentar começar a recuperar sua situação financeira e administrar sua dívida, a Petrobras vai seguir na política de "recuperação de preços".

É por isso que, o preço da gasolina sobe, a partir de hoje, 6% e do óleo diesel 4%. A Petrobras anunciou a medida na noite desta terça-feira. O porcentual do reajuste, aplicado às refinarias, entra em vigor já nesta quarta. O repasse para as bombas de combustíveis será praticamente imediato e deve fazer subir o preço da gasolina entre R$ 0,17 e R$ 0,35 por litro.

Vamos todos agradecer à Dilma por ajudar a elevar mais um índice: o da inflação, que esse ano atingiu a meta e já dobrou a meta!

Ah, sim, também já subiram os índices do desemprego (8,6% de maio a julho) e e dos juros (os mais altos do planeta)! Lembrando sempre que "mamãe ama vocês"!

Lembrando que "os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais Cide e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS",  conforme disse a Petrobras durante o anúncio.

E atenção!

Para cobrir o rombo do Petrolão e da má-gestão dos "cumpanheiros", o mercado estima que a Petrobras precisa aumentar em mais 10% a gasolina e o diesel. Ou seja, ainda estamos muito longe de terminar de pagar as contas de campanha de Dilma.

26 de fevereiro de 2015

Revista inglesa mostra Brasil no "atoleiro" e diz que a economia está uma "bagunça"

No G1, hoje (26):
A economia brasileira está uma "bagunça" e enfrentará dificuldades para sair do "atoleiro" onde se encontra. Assim definiu a última edição semanal da revista britânica "The Economist", que dedicou uma matéria de capa sobre os atuais desafios do governo para retomar o crescimento. 
De acordo com a publicação, os problemas econômicos do país são bem maiores do que o governo possa admitir ou que os investidores pareçam perceber. "A estagnação adormecida na qual o país caiu em 2013 está se tornando uma completa – e provavelmente prolongada – recessão, uma vez que a inflação pressiona os salários e a capacidade de pagamento das dívidas do consumidor", diz a revista.
Em 2009, a "Economist" publicou uma matéria de capa ilustrada com a imagem do Cristo Redentor decolando como um foguete, sinalizando para um rumo promissor da economia. Mas a revista voltou atrás em 2013, mostrando o mesmo Cristo desgovernado, dando conta de que o país teria perdido a direção.
De acordo com a revista britânica, dois meses após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, os brasileiros "estão percebendo que compraram falsas promessas". A publicação citou o aperto fiscal para equilibrar as contas públicas, os cortes de benefícios previdenciários e a elevação de impostos e preços que estavam represados, além da redução de subsídios a bancos públicos que antes eram repassados a setores e empresas.
A revista também mencionou o escândalo da Petrobras como uma das fragilidades do segundo mandato de Dilma. "Um vasto escândalo de corrupção na Petrobras, a gigante estatal, complicou a situação de diversas das maiores construtoras e paralisou os investimentos na economia, pelo menos até que os promotores e auditores tenham cumprido seu trabalho", diz a revista.
Ainda segundo a publicação, o país enfrenta seu maior desafio desde o início da década de 1990. "Os riscos são claros. Recessão e queda na arrecadação podem minar os ajustes do [ ministro da Fazenda] Joaquim Levy". Para a publicação, qualquer recuo nos indicadores econômicos pode ocasionar, este momento, uma fuga da moeda e um rebaixamento da nota de crédito do Brasil.
Para o país voltar a crescer, é preciso fazer mais do que tem sido feito, diz a publicação. "Pode ser demais esperar de Dilma que reformule as arcaicas leis trabalhistas que ajudaram a retardar a produtividade, mas ela deveria ao menos tentar simplificar os impostos e cortar burocracias desnecessárias", sugere.
A 'Economist' destacou também que há sinais de tentativas de que o governo vai recuar de sua política de incentivo à indústria e encorajar mais o comércio internacional "no que resta de uma economia super protegida".
A publicação amenizou a crise comparando o país com a atual situação econômica da Rússia, citando que o Brasil possui um grande e diversificado setor privado e instituições democráticas robustas. "A hora de colocar tudo no lugar é agora", finaliza.

27 de janeiro de 2015

Apesar de cortes em investimentos, alta de juros e inflação, Dilma fará discurso otimista em reunião com ministério

A presidente Dilma Rousseff vai aproveitar a primeira reunião ministerial do ano, na tarde desta terça-feira (27), para explicar a necessidade do ajuste fiscal e do corte de gastos, sem abandonar a retórica social. Com um discurso otimista, Dilma vai destacar que um novo ciclo de oportunidades será construído no País, após a superação das dificuldades na economia. Ela pedirá unidade da equipe.
A preocupação da presidente está em enfrentar o desgaste das medidas impopulares de forma assertiva, cobrando muito trabalho e criatividade. Auxiliares de Dilma disseram ao Estado que ela pretende injetar ânimo na tropa, driblando a agenda negativa da tesourada nos investimentos. A ideia é dizer que 2015 será um ano duro, por causa do cenário mundial de incertezas na economia, mas, se a lição de casa for feita, a colheita começará em 2016.

Inflação avança 1,27% na terceira prévia de janeiro em São Paulo

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, subiu 1,27%, na terceira prévia de janeiro, ante 0,87 do comparativo anterior.
A comparação se refere ao período de 24 de dezembro a 23 de janeiro, comparado ao registrado no período de 23 de novembro a 23 de dezembro. É a terceira alta seguida no ano, ficando acima da primeira medição (0,49%) e da segunda (0,87%). O maior impacto inflacionário foi observado em transportes com elevação de 2,95% ante 1,75%.

26 de janeiro de 2015

Pela quarta vez seguida projeção de inflação sobe. Mercado espera alta de 6,99% e estimativa de crescimento cai.

Os investidores e analistas do mercado financeiro continuam vendo a inflação resistente em 2015. Eles elevaram para 6,99% a projeção de fechamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano, a quarta alta consecutiva. O teto da meta da equipe econômica para o IPCA é 6,5%. O mercado também voltou a reduzir a projeção de crescimento da economia em 2015, de 0,38% para 0,13%. Os dados são do boletim Focus, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC).
O levantamento da última semana também voltou a elevar a estimativa para os preços administrados, que sofrem algum tipo de influência do governo. De 8,2%, a projeção passou a 8,7%. Com relação à taxa básica de juros, a Selic, a previsão para 2015 permanece em 12,5% ao ano. Em reunião na última quarta-feira (21), o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu elevar a Selic em 0,5 ponto percentual, de 11,75% para 12,5% ao ano.
A projeção de câmbio foi mantida em R$ 2,80. A estimativa da dívida líquida do setor público ficou em 37% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país). A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, seguiu em US$ 78 bilhões.
O saldo projetado para a balança comercial caiu de US$ 5 bilhões para US$ 4,5 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados passaram de US$ 58,2 bilhões ao patamar de US$ 60 bilhões das projeções anteriores. A previsão de crescimento da produção industrial caiu de 0,71% para 0,69%.
O Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central, e as estimativas divulgadas hoje são avaliações feitas por instituições financeiras na semana passada. (Com Ag.BR)

20 de janeiro de 2015

Copom do BC se reúne hoje para definir taxa Selic para os próximos 45 dias.

Sede do BC em Brasília - Copom deve elevar Selic, dizem investidores
Acontece na tarde desta terça-feira (20) a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) em 2015. O encontro definirá o patamar da Selic, taxa básica de juros da economia, pelos próximos 45 dias. O anúncio da decisão está previsto para amanhã (21). Atualmente, a taxa básica está em 11,75% ao ano, após elevações em outubro e dezembro, de 0,25 e 0,5 ponto percentual, respectivamente.
A expectativa de representantes do mercado ouvidos para a última pesquisa Focus, divulgada semanalmente pelo BC, é que a taxa seja elevada em mais 0,5 ponto percentual esta semana, atingindo 12,25% ao ano. Até o fim de 2015, analistas projetam uma Selic de 12,5% ao ano.

19 de janeiro de 2015

Analistas mantêm projeção de inflação acima do teto da meta, mostra boletim do BC.

Os investidores e analistas do mercado financeiro elevaram pela terceira vez consecutiva a projeção de inflação para 2015, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A estimativa passou de 6,6% para 6,67%. A previsão continua acima do teto da meta, que é 6,5%. Os dados são do boletim Focus, divulgado na sexta-feira (16) pelo Banco Central (BC). Para 2016, o mercado aposta em fechamento do IPCA em 5,7%.
O boletim Focus da última semana também reduziu, pela terceira vez, a projeção do crescimento da economia para 2015, de 0,4% para 0,38%. A estimativa para os preços administrados, que sofrem algum tipo de influência do governo, teve alta pela sexta semana, passando de 8% para 8,2%.

12 de janeiro de 2015

Boletim do Banco Central informa que mercado projeta crescimento da inflação e redução do PIB em 2015

Os investidores e os analistas do mercado financeiro voltaram a elevar a projeção de inflação para 2015, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A projeção passou de 6,56% para 6,6%. A estimativa segue acima do teto da meta, que é 6,5%. Os dados são do boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC).
A autoridade monetária se comprometeu a fazer a inflação chegar ao centro da meta, de 4,5%, em 2016. Na sexta-feira (9), o presidente do BC, Alexandre Tombini, reafirmou o compromisso ao comentar o IPCA de 2014, que fechou em 6,41%.

22 de dezembro de 2011

Banco Central reduz expectativa de crescimento da economia brasileira para este ano


A projeção do Banco Central (BC) para o crescimento da economia este ano foi revisada para baixo. Segundo o Relatório de Inflação, divulgado hoje (22), a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi revisada de 3,5% para 3%. Para 2012, a projeção de crescimento é 3,5%.
Neste ano, segundo o presidente do BC, Alexandre Tombini, a expectativa é que agropecuária cresça 2,9%, 0,8 ponto percentual acima da estimativa anterior. A projeção de crescimento da indústria passou de 2,3% para 2,0%. O setor de serviços deverá crescer 2,9%, ante 3,5% na projeção anterior.
Para o consumo das famílias neste ano, a estimativa passou de 4,5% para 4,1%. Para o consumo do governo, passou de 2,1% para 2%. No caso dos investimentos - Formação Bruta de Capital Fixo – a projeção caiu de 5,6% para 5,1%.
As estimativas para os crescimentos anuais das exportações e das importações foram reduzidas devido à crise econômica externa. Para as exportações, a redução foi 0,3 ponto percentual - para 4,4%. Para as importações, a estimativa foi reduzida em 2,5 ponto percentual - para 10,4%.
Em 2012, a agropecuária deverá crescer 2,5%, enquanto o setor industrial apresentará expansão de 3,7%. Para o setor de serviços, a projeção é 3,3%. No caso do consumo das famílias, a estimativa é 4%, e no do governo, 3,2%. Os investimentos deverão crescer 5% no próximo ano. As exportações e importações de bens e serviços deverão aumentar, respectivamente, 3% e 7%, em 2012. (Com Reuters e outras)