Mostrando postagens com marcador Polo Metal-Mecânico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Polo Metal-Mecânico. Mostrar todas as postagens

28 de novembro de 2011

Começou o I Simpomec em Marabá. E Bernadete coloca Helenilson em "saia justa".

Começou hoje o I Simpomec, encontro da indústria metal mecânica em Marabá. A iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), presidida por Ítalo Ipojucan, reuniu no Teatro Leonardo da Vinci, da Faculdade Metropolitana, lideranças empresariais, políticas e populares.
O simpósio visa a atração de mais investidores para o Polo Metal Mecânico de Marabá, considerado um dos mais promissores do País. Segundo João Tatagiba, secretário de Indústria e Comércio de Marabá, a cidade "é a única do país a ter os quatro modais de transporte (rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo) e plantas técnicas capazes de produzir tantos aços longos quanto aços planos". Isso, por si só, já garante enorme vantagem à Marabá na confrontação com outros municípios.
Por outro lado, Ian Correa, representante da Aços Cearenses - empresa controladora da Aline - garantiu que, apesar dos atrasos em seu cronograma, a laminadora será mesmo implantada em Marabá para utilizar a produção da Vale/Alpa.
O vice-governador Helenilson Pontes representou o Governo do Pará. A deputada Bernadete Ten Catten (ao lado), única parlamentar estadual presente ao evento, representou o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Manoel Pioneiro. A vereadora Irismar Sampaio representou o Poder Legislativo Municipal e o Secretário Municipal de Indústria, Comércio e Mineração, João Tatagiba representou o prefeito Maurino Magalhães.
Logo na abertura, com um pronunciamento incisivo e contundente a deputada Bernadete Ten Catten acabou cobrando a adesão do vice-governador Helenilson Pontes à luta de Carajás e Tapajós. "Não existe projeto de desenvolvimento para o Estado mais importante que a criação de Carajás e Tapajós", disse Bernadete e convidou Helenilson a "integrar-se nesta luta ao lado de Carajás e Tapajós", sendo ovacionada pelos presentes.
O vice, que é da região do Baixo Amazonas, desconversou e houve quem protestasse na plateia.
Durante entrevista coletiva, Helenilson reafirmou em todos os seus termos as declarações recentes de Simão Jatene a respeito de Carajás e Tapajós. O vice-governador defendeu ainda a Taxa de Fiscalização e Controle sobre Recursos Minerais (TFRM) e explicou que além de minérios, a taxa deverá incidir sobre recursos hídricos.
Logo após o ato solene, começaram os painéis técnicos com a participação de especialistas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), entre outros.
O evento prossegue amanhã durante todo o dia e encerra à tarde.

26 de novembro de 2011

Na ausência do Califa de Belém, Helenilson Pontes representará Governo do Pará no I Simpomec em Marabá

Será Helenilson Pontes, vice-governador do Estado, quem representará o Governo do Pará na abertura do I Simpósio do Setor Metal Mecânico de Marabá (I Simpomec), evento promovido pela Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), que servirá para atrair novos parceiros para o investimento a ser implantado no rastro do projeto Alpa/Aline.
Jatene, o Califa de Belém, ocupadíssimo tecendo as estratégias contra Carajás, claro, não teria tempo mesmo para vir discutir algo tão pouco importante para ele quanto o desenvolvimento de Marabá e região.
Teria que explicar grandes e pequenas decisões que prejudicam sobremaneira Marabá. Teria que dizer, por que, afinal de contas o estado "ricão, poderosão e pujante" não tem verba para integrar o esforço no sentido de construir a hidrovia. Até a Marabá de Maurino Magalhães, que vive esta quebradeira que todos conhecem, dispôs-se a colaborar com a presidente Dilma para construir o porto público de Marabá; mas o Califa de Belém, dono de casas e de homens, jamais se manifestou!
Helenilson é tributarista respeitado e reconhecido. Espera-se que explique como encaixa-se na teoria geral do Direito a tal Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM). Pelo que entendi, caso seja aprovada, estaremos diante de um imposto travestido de taxa e o mais curioso, as empresas precisarão pagar ao Estado para que este cumpra a sua função de fiscalizar! Vamos todos ficar mais eruditos depois que Helenilson nos explicar como isso funcionará e se, principalmente, ele acha uma boa ideia, em época de crise mundial e retração econômica global, aumentar a carga tributária sobre um dos setores mais internacionalizados de nossa economia.
De toda sorte, o I Simpomec será, sem dúvida um evento fundamental para a divulgar a ideia do Polo Metal Mecânico de Marabá, embrião de um verdadeiro Parque Industrial na região. O evento ocorre segunda e terça-feiras, a partir das 9h, no Teatro Leonardo da Vinci, da Faculdade Metropolitana, em Marabá.

18 de novembro de 2011

ACIM realiza simpósio para atrair investidores ao Polo Metal Mecânico de Marabá

A Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM) realiza nos dias 28 e 29 de novembro o I Simpósio do Setor Metal Mecânico de Marabá (I SIMPOMEC), no Teatro Leonardo da Vinci, da Faculdade Metropolitana, que terá como tema "Mineração e Siderurgia: Oportunidades de Negócios". 
O evento contará com representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da poderosa Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Governo do Pará, Fiepa, Vale, Sinobrás e BNDES, que discutirão temas como a indústria brasileira no contexto mundial, inovação e competitividade, oportunidades e incentivos para a implantação do Polo Metal Mecânico e tecnologia e mercado para a siderurgia. 
O trabalho é compartilhado pela Vale e Sinobrás como interessados diretos nessa configuração. O debate alcança, logo de cara, as cidades com Distritos já estruturados ou em estruturação. Marabá, Parauapebas, Canaã, Tucuruí, Barcarena e Ananindeua se incluem nesse estágio. Posteriormente, deverá ser estendido até Ourilândia e outras regiões que demandem essa necessidade.
Ítalo costuma dar muita ênfase à implantação do Polo Metal Mecânico em Marabá. "A necessidade de diversificação da base produtiva e a conseqüente verticalização da produção mineral passa necessariamente pela implementação de um pólo metal mecânico no entorno dos grandes projetos", afirma.
Ele adverte que o Estado do Pará corre o risco de ficar para trás na corrida pela verticalização da produção mineral. Para Ítalo, é preciso fazermos o "dever de casa" e isso passa pela combinação de esforços para viabilizar investimentos como a Hidrovia Araguaia-Tocantis, o Projeto Alpa/Aline e, por óbvio que seja, o Polo Metal Mecânico de Marabá.
"A competitividade do Pará e sua habilitação no processo industrial exige urgente movimento das forças sociais e públicas nessa ocupação de espaços. O movimento que se verifica nos estados de Pernambuco (que desenvolve de forma acelerada o Polo de Suape) e Ceará (que incrementa o Polo de Pecém), podem ameaçar a aspiração natural do Pará para a industrialização das suas riquezas", afirmou Ítalo.
O I Simpomec está sendo considerado um passo decisivo na luta por viabilizar a construção de um grande parque industrial, sólido e diversificado, que terá como epicentro a cidade de Marabá.
Atualização:
Tendo as orelhas devidamente puxadas por leitores do blog interessados em participar do I Simpomec, deixe-me dar-lhes as boas novas: Ítalo manda avisar que a inscrição é gratuita e pode ser feita na sede da Acim, durante toda a semana no horário comercial. Portanto, não há motivo algum para não participarmos todos, pois não?

30 de setembro de 2011

Vale recebe empresários para mostrar obras da Alpa

Neste momento a direção da VALE/ALPA recebe a visita da diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM) e de diversos empresários marabaenses em seus escritórios de Marabá.
Os empresários deverão conhecer as futuras instalações do empreendimento e serão informados do andamento das obras. A empresa deverá confirmar que segue tentando executar um cronograma que a cada dia que passa parece mais difícil de cumprir.
A discussão do Polo Metal-Mecânico propiciado pela implantação do projeto ALINE, da Aços Cearenses, é a única esperança de desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do minério em Marabá e região.
A VALE/ALPA será muito pressionada no próximo período e precisa rapidamente acalmar empresários e políticos locais assustados com a crescente boataria dando conta da paralisação das obras e da instalação da planta técnica no porto de Pecém, no Ceará.
 

20 de setembro de 2011

Nagib reitera denúncia contra Vale e pede Audiência Pública

Nagib Mutran - Presidente da Câmara de Marabá reitera denúncia: "Vale não quer a Alpa em Marabá e vai vender empreendimento"

























O presidente da Câmara Municipal de Marabá, vereador Nagib Mutran reiterou em todos os seus termos a denúncia formulada ao jornal Correio do Tocantins contra a Vale e desmentidas, em parte pela companhia (leia aqui).
Segundo Nagib, a Vale precisava de um pretexto para paralisar as obras da Alpa. "A área em disputa judicial representa menos de 7% do total. Não havia necessidade de interromper os trabalhos", afirmou Nagib.
Segundo o vereador, a Vale pretende vender o empreendimento em Marabá. Enquanto isso, "seguem a todo vapor as obras de outra indústria no Ceará", disse Nagib.
O Governo Federal não teria interesse em realizar sozinho as obras da hidrovia Tocantins-Araguaia, orçadas em mais de 560 milhões de reais. "A Petrobras quando precisa, realiza esse tipo de obra. O Governo Federal quer que a Vale faça o mesmo", disse Nagib.

16 de setembro de 2011

Polo Metal-Mecânico e ZPE na pauta de reunião hoje em Belém

Já está em Belém a delegação de empresários e autoridades de Marabá que discutirá com o Governo do Estado e diversos órgãos estaduais e federais a instalação do polo Metal-Mecânico de Marabá, a Zona de Processamento de Exportações, o redimensionamento da Fase 1 do Distrito Industrial de Marabá, além das obras de infraestrutura necessárias na Fase 2 do DI.
Na reunião de hoje, tendo à frente Ítalo Pojucan, presidente da ACIM e João Tatagiba, Secretário de Indústria e Comércio de Marabá, a comitiva tentará levar o Governo Jatene para além das promessas e comprometê-lo de fato com o desenvolvimento da região.
Uma fonte do blog ligada à Secretaria de Produção avalia que existe "boa-vontade" por parte do titular da pasta, Sidney Rosa, mas, que dentro do governo Jatene existe quem defenda outras regiões consideradas mais estratégicas para os investimentos estaduais. De toda sorte, a iniciativa dos empresários e do Secretário de Indústria e Comércio está sendo bem vista pelos figurões do Governo Jatene.
Seguindo a estratégia traçada em comum acordo com a Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM), Tatagiba segue terça (20) para Brasília, onde deverá encontrar-se com Mendes Ribeiro, Ministro do Transporte. Na pauta, as obras de derrocagem que permitirão a viabilização do porto de Marabá, a ser construído próximo à Alpa e à área onde se pretende instalar o Polo Matal-Mecânico.

15 de setembro de 2011

Empresários querem pegar tucano pelo bico

Tendo  à frente seu presidente Ítalo Pojucan, a Associação Comercial e Industrial de Marabá (ACIM) reúne-se nesta sexta (16), em Belém, com Jatene, Sidney Rosa, Secretário Especial de Produção e Companhias Docas do Pará, Alpa/Vale, Sinobras/Aline, além de outros órgãos estaduais e federais ligados ao desenvolvimento do setor produtivo. Na pauta, a implantação do Polo Metal-Mecânico de Marabá.
Quando de seu "governo itinerante" por essas barrancas Jatene se disse "comprometido" com o projeto, mas argumentou que faltava um "projeto definido". Bem, agora não falta mais. Ítalo apresentará o dito cujo que prevê a inclusão dos distritos industriais de Marabá, Parauapebas e Itupiranga como beneficiários diretos do Polo de Marabá.
A ideia é replicar as experiências vitoriosas de Pecém, no Ceará e Serra, no Espírito Santo que tornaram-se polos de produção industrial e alavancam o desenvolvimento de diversas cidades vizinhas.
A proposta faz sentido. Com o suporte oferecido por uma consultoria especializada na implantação de grandes estruturas produtivas, os empresários estão certos que poderão convencer Simão a tornar-se parceiro efetivo do projeto e garantir a implantação do empreendimento em Marabá.
O Polo Metal-Mecânico é aspiração antiga de Marabá e região. Com a implantação da Alpa, Marabá que já produz "aços longos" passará a produzir "aços planos". Com isso estará em condições de ingressar integralmente na cadeia produtiva da metalurgia, beneficiando a matéria-prima semi-elaborada. Desde lã de aço até geladeiras e peças automotivas passarão a ser produzidas em Marabá.
Hoje, apesar da movimentação financeira de Marabá e região ser muito grande, o recolhimento do principal imposto estadual, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), é extremamente baixo na região. Como grande centro produtor de produtos semi-elaborados para exportação Marabá e região acabam penalizadas pela "Lei Kandir" que isenta de impostos esses itens.
A implantação do Polo Metal-Mecânico inverterá essa relação. Mesmo ainda visando o mercado exterior, a produção passará a ter foco no mercado interno e a região passará a produzir e comercializar produtos acabados que agregam maior valor e geram receita através do ICMS e outros tributos.
Não há dúvida que a iniciativa é muito boa. Agora, resta saber se Ítalo e seus parceiros conseguirão amarrar o guiso no rabo do gato ou na cauda do tucano.