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12 de março de 2019

"GAME OVER": "Romarinho", traficante e homicida, tenta driblar a Polícia mas acaba preso em Marabá



Uma guarnição da Polícia Militar de São Domingos do Araguaia, prendeu, na noite desta segunda-feira (11), Ailton Veras da Silva, traficante e homicida conhecido como "Romarinho". Com o marginal foram encontrados dois tabletes de maconha e uma pistola 765. "Romarinho" vinha tentando driblar a polícia há dias, mas para ele, ontem, o jogo acabou. 


26 de novembro de 2015

Maria Eduarda foi morta por asfixia, diz laudo do IML. Pais seguem sob custódia da Polícia


Segundo o laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Marabá, a causa da morte da menina Maria Eduarda Lourenço foi asfixia. A criança de apenas 10 anos, foi encontrada morta com cortes e queimaduras no corpo em São Domingos do Araguaia.

Como foram encontrados dois preservativos usados próximos ao corpo, exames complementares ainda serão feitos para atestar se houve ou não abuso sexual.

Cerca de duas mil pessoas participaram do sepultamento da menina, ocorrido na tarde de quarta-feira (25), em um cemitério local.

Os pais da garota não participaram do enterro e permanecem sob custódia da Polícia Civil desde o dia em que o corpo da menina foi encontrado. A medida, segundo as autoridades, visa a proteção do casal, uma vez que estavam sob ameaça de linchamento desde que correu na cidade o boato do envolvimento deles com a morte da menina.

A Polícia continua as investigações sobre o homicídio. Uma recompensa no valor de mil reais foi ofertada para quem tiver informações que levem à prisão dos autores do crime. Quem puder ajudar pode procurar o Disque-Denúncia de Parauapebas pelo telefone (94) 3346-2250 ou o Disque-Denúncia de Marabá pelo telefone (94) 3312-3350 e WhatsApp pelo número 98198-3350. O sigilo do denunciante é garantido.

23 de novembro de 2015

Marabá - Disque-Denúncia oferece recompensa por informações sobre assassinos de Maria Eduarda


Na manhã deste sábado (21), por volta das 7 horas, Maria Eduarda Félix Lourenço, 10 anos de idade, saiu para comprar pão e leite, em São Domingos do Araguaia, cidade distante cerca de 60 quilômetros de Marabá. Ela não mais foi vista com vida.

O corpo de Maria Eduarda foi encontrado parcialmente queimado, no final da manhã desta segunda-feira (23), no loteamento Alto da Boa Vista, em São Domingos.

O Instituto Médico-Legal foi acionado para fazer a remoção do cadáver e trasladá-lo para Marabá, onde será necropsiado. Somente depois dos exames é que os peritos poderão confirmar a causa mortis e se a criança sofreu ou não violência sexual.

A cidade, com pouco mais de 25 mil habitantes e um dos mais baixos IDHs da região do Carajás, está comovida com a dor causada à família pela tragédia e o campo é fértil para boatos de toda a natureza. Todo o cuidado é pouco em casos como esses.

A verdade é que a Polícia Civil investiga o caso com cuidado, como deve ser, especialmente quando há violência contra criança e suspeita de abuso sexual. Familiares de Maria Eduarda já foram ouvidos, mas até este momento nenhum suspeito foi preso.

As estatísticas, nesses casos, são ingratas. Quase 90% desses crimes são cometidos por parentes, tutores ou guardiões - justamente aqueles que tinham o dever de proteger a criança. E infelizmente, a rede de proteção aos pequenos ainda é precária em todo o País.

A cultura do silêncio e o temor que o agressor infunde à vítima são fatores que jogam a favor dos molestadores e assassinos nesta equação cruel.

No caso de Maria Eduarda, o Disque-Denúncia de Marabá oferece recompensa de mil reais para quem der informações que levem à captura do ou dos assassinos. O anonimato do denunciante é garantido, assim caso qualquer pessoa tenha pistas que possam ajudar a Polícia, deve ligar para o número que está na imagem que ilustra este post.

Claro que a dor da perda de alguém tão jovem é devastadora. Assim, só resta mesmo rezar para que a família encontre em Deus força e consolo e que as autoridades consigam identificar e punir os responsáveis.

Há pouco comentei no Facebook que, apesar de ser contra a pena de morte, nessas horas minha convicção fica seriamente abalada. Penso na dor da família, penso no fato de que talvez não se consiga chegar aos autores ou autor dessa barbaridade e, mesmo que sejam presos, podem em poucos anos recuperar a liberdade. Às vezes, penso mesmo que pena de morte só existe para as vítimas.