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29 de março de 2019

Por suporte para Escola Família Agrícola, EMATER sugere ampliação de cooperação com Prefeitura de Marabá




A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater – Pará), quer ampliar o convênio mantido pelo órgão com a Prefeitura de Marabá. O objetivo do termo aditivo sugerido pela Emater é possibilitar maior apoio às iniciativas da Escola Família Agrícola (EFA-Marabá), o que beneficiará a educação do Campo. Esta foi a proposta apresentada no Encontro de Parceiros e Famílias da EFA, realizado no dia 22 deste mês.


27 de fevereiro de 2019

Uepa promove Feira Ecológica em Marabá nesta quinta-feira



Acontece nesta quinta-feira (28), a partir das 8 horas da manhã, mais uma edição da Feira Ecológica, organizada pela Universidade do Estado do Pará (Uepa), no campus de Marabá. A ideia é aproximar os  pequenos agricultores locais do público consumidor, e uma forma de incentivar a produção e o consumo de alimentos orgânicos e livres de agrotóxicos.

23 de janeiro de 2015

Flávio Dino pede apoio do MDA para combater miséria extrema no interior do Maranhão.

Flávio Dino com Patrus - Agricultura familiar para combater miséria.
Flávio Dino, governador do Maranhão, tem uma tarefa complicada. Ele vai tentar reconstruir o seu estado, após quase 50 anos de permanência da dinastia Sarney no poder. Acertadamente, Dino estabeleceu entre suas maiores prioridades recuperar a agricultura familiar. É, sem dúvida, um bom caminho para tirar da miséria absoluta alguns milhares de famílias que foram abandonadas por décadas pelos sucessivos governadores que passaram pelo Palácio dos Leões, sede do Governo do Estado.
Sempre que possível, o blog vai acompanhar a luta de Dino, um comunista bem diferente dos estereótipos costumeiros.
Nesta sexta-feira (23), em Brasília, Dino esteve com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias. Na conversa, o governador solicitou a ajuda do Governo Federal para reestruturar a agricultura familiar no estado. Entre as medidas previstas, estão a ampliação do programa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e o aumento do número de acessos ao Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).

29 de dezembro de 2011

MDA quer ampliar venda de produtos da agricultura familiar para supermercados em 2012

Ampliar a comercialização de produtos adquiridos em mãos de cooperativas de agricultores familiares por redes de supermercados é um dos objetivos do Ministério do Desenvolvimento Agrário: no início de 2012, o MDA lançará nova chamada pública para qualificar empreendimentos de pessoas jurídicas interessadas em participar da inciativa, revela o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) do MDA, Arnoldo Campos.
Aproximar agricultores familiares da rede varejista é uma das ações do Plano Brasil Sem Miséria, que já promoveu assinaturas de pacto entre os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Desenvolvimento Social (MDS) com a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) em todas a cinco regiões do país. O acordo visa promover a capacitação, contratação de mão de obra e aquisição de produtos da agricultura familiar pelas lojas filiadas à Abras e contribuir no combate à pobreza extrema.
“Os produtos da agricultura familiar estão chamando a atenção da grande rede varejista”, garante Arnoldo Campos. Os produtos de cooperativas que hoje já são comercializados graças aos acordos vão desde itens básicos de alimentação, como feijão, milho e mandioca, até os diferenciados e de maior valor agregado, como os da sociobiodiversidade, orgânicos e agroindustrializados.
Para o início de 2012, afirma Campos, o MDA vai lançar a primeira chamada pública para inserir mais empreendimentos de pessoas jurídicas interessados em participar da proposta. “A ideia é que seja aberto um processo de seleção de empreendimentos que têm interesse em receber qualificação e apoio do governo para vender para a rede varejista”, explica Arnoldo.
Hoje, além das redes de supermercados de atuação regional como Yamada e Marborges, no Pará, outras de alcance nacional como Wallmart e Grupo Pão de Açúcar já comercializam os produtos da agricultura familiar. (Com informações do MDA)

13 de dezembro de 2011

Dilma lança hoje em Porto Alegre "Rede Brasil Rural"


O Ministério do Desenvolvimento Agrário lança nesta terça (13), em Porto Alegre, a Rede Brasil Rural, uma ferramenta virtual destinada a aproximar as cooperativas de produtores rurais dos fornecedores de insumos, da logística de transporte e dos consumidores públicos e privados. Essa ferramenta propiciará aos agricultores, entre outras coisas, comprar insumos, materiais e itens para beneficiamento, além de vender produtos pela internet.
O lançamento da rede será comandado pela presidente Dilma Rousseff. Na ocasião, haverá também a entrega de máquinas retroescavadeiras para 126 prefeituras gaúchas de municípios de até 50 mil habitantes, uma ação coordenada pelo MDA na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).
Segundo o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, o governo federal, depois de consolidar a ampliação do crédito e a retomada da assistência técnica, está ingressando numa nova geração de políticas públicas para a agricultura familiar. “Esse mecanismo digital – a Rede Brasil Rural -, nos permitirá organizar toda a cadeia produtiva da agricultura familiar – serviços, articulação institucional e comercialização”, explica.

19 de novembro de 2011

Ministério do Desenvolvimento Agrário visita região de Tapajós para avaliar "Arco Verde/Terra Legal"


Na semana que vem, de 21 a 25 de novembro, uma comitiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) visitará, no oeste do Pará, os escritórios locais da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) em três municípios (Novo Progresso, Brasil Novo e Pacajá) e um posto avançado de um distrito (Castelo dos Sonhos, de Altamira) para acompanhar o andamento das ações de duas chamadas públicas da esfera do programa federal Arco Verde/Terra Legal.
A iniciativa também visa a aproximar o Ministério das equipes de campo da Emater, facilitando o diálogo sobre a realidade das comunidades. “Também já estamos negociando aditivos de contrato, para estender a vigência das chamadas. Esse prolongamento dos prazos é uma das necessidades percebidas pela Emater, nesses casos”, completa o coordenador técnico da Emater, engenheiro agrônomo Paulo Lobato.
Ao todo, as quatro chamadas públicas compreendem 1,4 mil famílias que desde o começo do ano estão recebendo atendimento direcionado da Emater, a partir de metodologias específicas, cronograma de ações e planejamento participativo. Por ora, em todas as localidades, a execução das chamadas públicas está em fase de diagnóstico rural participativo e diagnóstico das unidades familiares de produção. “Nossas equipes estão mapeando a situação. As etapas seguintes, previstas nos contratos, envolvem reuniões com as comunidades, visitas técnicas, georreferenciamento das propriedades, pesquisa socioeconômica e seminários de avaliação”, resume a supervisora do escritório regional do Tapajós, engenheira agrônoma Inês Guahyba.
De acordo com observações preliminares da Emater, as famílias listadas pelo MDA têm tradição na pecuária de corte e cultivam lavouras de arroz, milho e mandioca. A região inteira é apontada pelo Ministério do Meio Ambiente como de desmatamento crônico, sobretudo por conta da criação de pastos. A proposta da parceria entre governos estadual e federal é justamente reestruturar as cadeias produtivas rurais sob um modelo sustentável, que permita preservação ambiental e geração de renda para as famílias.
O MDA e o governo do Pará defendem a implantação dos chamados Sistemas Agro-Florestais (SAFs) nos quais diversas culturas, de ciclos diferentes, são consorciadas em uma mesma área, como forma de tornar economicamente viáveis as pequenas propriedades e, ao mesmo tempo, garantir a sustentabilidade ambiental.
“Podemos dizer que essa atuação da Emater é pioneira, porque a maior parte dessas famílias nunca tinha recebido assistência técnica. Essas chamadas públicas são a oportunidade para que a Emater amplie e aperfeiçoe o serviço, abrangendo cada vez mais comunidades. Estamos chegando aonde ninguém chegara”, diz Paulo Lobato.
(Com informações da Ascom/MDA)

26 de outubro de 2011

Governo do Pará decide promover Feira da Agricultura Familiar da Amazônia. E isso é bom?




O secretário de Produção Sydney Rosa, anunciou no encerramento do Frutal Amazônia Flor Pará, a realização da Feira da Agricultura Familiar da Amazônia Legal (Agrifal).  
A Agrifal acontecerá em Belém de 15 a 17 de março do ano que vem. A realização deste evento será do Governo do Estado, por meio da Emater. O órgão anunciou que no próximo mês já iniciarão as reuniões com os outros oito estados da Amazônia Legal para que estes venham participar da primeira edição da Agrifal.

29 de setembro de 2011

Conselho quer resgatar crédito de pequenos agricultores

O Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável está buscando alternativas de resgate do crédito de agricultores familiares do Pará, junto ao Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar (Pronaf). Hoje, 77 municípios estão inadimplentes e impedidos de contratar novos financiamentos para desenvolver a sua produção.
Em reunião na Secretaria Estadual de Agricultura (Sagri), os técnicos começaram a formatar um plano para mobilizar e conscientizar os agricultores a saldarem a dívida junto aos agentes financeiros. Para isso, os Bancos da Amazônia e do Brasil, que operam o Pronaf, precisam informar a lista com o nome dos inadimplentes, municípios, as prestadoras de assistência técnica e as atividades financiadas. Os bancos não enviaram representantes para a reunião.
Segundo o coordenador do grupo, Paulo Augusto Lobato, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), uma das principais causas da inadimplência no campo é a seca, como ocorre na região Nordeste do estado. “Existe também o desvio de finalidade da aplicação dos recursos e isso precisa ser bem fiscalizado. Tem municípios onde até taxista recebe recursos do Pronaf”, informou.
O Pronaf B é um micro crédito de até R$ 3 mil destinado ao custeio da produção familiar, com juro de 0,5% ao ano. Quem paga no vencimento, ainda recebe bônus do governo federal. Os contratos de mil reais, financiados até dezembro de 2004, terão remissão da dívida e os de R$ 1,5 mil, bônus de 75%. Os agricultores só precisam ir até as agencias bancarias, nas suas localidades, para assinar o termo de adesão e recuperar o acesso a novo crédito.
(Com informações da Agência Pará)

23 de setembro de 2011

Emater e Ideflor recebem ajuda de Ong francesa para desenvolver agricultura familiar

A Gret, ong francesa de cooperação e assistência técnica rural deve firmar hoje parceria com a Emater e o Ideflor para dar suporte aos agricultores familiares estabelecidos às proximidades da Santarém-Cuiabá. A reunião ocorre hoje, a partir das 11 da manhã, na sede do Ideflor, em Belém.
A Gret atua em países como Burkina Fasso, Port-Au Prince e Camboja sempre com iniciativas que tentam conciliar desenvolvimento e preservação ambiental. Exigências como produção livre de agro-tóxicos e realizada apenas em áreas já antropizadas, além de crédito e produção coletivos são constantes nos projetos apoiados pela Ong.
A formação dessas redes de produtores através de projetos coletivos, contudo, costuma ser um entrave para a atuação dessas organizações estrangeiras no Brasil. Os colonos não estão acostumados com a modalidade de crédito e produção coletivos. Preferem receber empréstimos individuais. Uma chaga herdada dos governos tucanos e que teve prosseguimento na Era Lula.
Mas, considerando as precárias condições de trabalho enfrentadas pelos técnicos da Emater ao longo de muitos anos e as dificuldades que os colonos têm para obtenção de crédito, qualquer ajuda será bem-vinda. Pior do que está é difícil ficar.