As exportações de carne bovina congelada em Xinguara, São Félix do Xingu e Redenção sofreram forte redução nos primeiros três meses de 2019. Responsável pelo maior rebanho do estado - estimado em mais de 2,3 milhões cabeças de gado - São Félix do Xingu foi o município que teve pior desempenho em percentual, com redução de 44% do volume exportado quando comparado com o mesmo período de 2018. Ano passado, entre janeiro e março, as exportações de carne chegaram a 1,95 milhão de dólares. Este ano, no mesmo período, as vendas ao exterior chegaram a 1,1 milhão de dólares. Com isso, as empresas exportadoras sediadas no município deixaram de faturar cerca 850 milhões de dólares. Os números são do Ministério da Economia.
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9 de abril de 2019
5 de novembro de 2018
Após Bolsonaro afirmar alinhamento com Israel, Egito cancela visita oficial de chanceler brasileiro e delegação comercial.
Jair Bolsonaro (PSL) ainda nem assumiu mas os reflexos do que pode vir a ser sua política externa já começam a aparecer. Nesta segunda-feira (5), o Egito desmarcou a visita oficial àquele país do chanceler brasileiro, Aluísio Nunes Ferreira, programada para ocorrer de 8 a 11 deste mês. No comunicado emitido pela chancelaria egípcia, não foi estabelecida qualquer data para a visita.
Nunes Ferreira deveria se reunir com o chanceler Sameh Shoukry e com o presidente egípcio Abdel Fatah el-Sisi. Cerca de 20 empresários das mais diversas áreas também já estavam no Egito para as conversas comerciais que teriam com empresários daquele país. Agora, terão que retornar sem nenhum acordo na bagagem.
Segundo o comunicado, o cancelamento se deve "a compromissos inadiáveis por parte do presidente e do chanceler", mas está claro que trata-se da primeira reação de desagrado do mundo árabe em relação ao posicionamento do presidente eleito brasileiro. Bolsonaro, em claro alinhamento com a atual política dos EUA, sob Trump, afirmou que transferirá a sede da representação diplomática brasileira em Israel, de Tel-Aviv para Jerusalém. Os israelenses consideram Jerusalém sua capital única e indivisível, enquanto os palestinos reivindicam o compartilhamento da cidade considerada sagrada por judeus, cristãos e muçulmanos.
Bolsonaro, através das redes sociais - meio pelo qual, ao que parece, pretende se comunicar durante o mandato - afirmou que os palestinos "poderão ter uma capital, quando tiverem um estado" e que pretende manter a decisão em reconhecer Jerusalém como sede do governo de Israel. Uma viagem de Bolsonaro para Israel está prevista para o mês de dezembro.
A atitude egípcia é preocupante.
Do ponto de vista comercial, o Egito é um dos poucos países árabes a fazer negócios com o Mercosul e em relação ao Brasil, é um dos bons compradores de produtos como açúcar e carne. A ideia da reunião adiada era justamente para ampliar esse comércio.
Sob a ótica da geo-política, no chamado Mundo Árabe o Egito é um dos mais moderados nas suas relações com Israel e com o Ocidente. Costuma ser uma espécie de "poder moderador" que impede radicalismos ainda maiores. Desde os anos 80, com os acordos de Camp Dave, no governo do presidente americano Jimmy Carter, Egito e Israel mantêm boas relações. Mas, nem mesmo a moderação egípcia conseguiu tolerar as declarações estabanadas de Bolsonaro. Como o que Bolsonaro "fala não se escreve", ainda haveremos de aguardar para ver até onde ele realmente pretende comprar essa briga estúpida com muçulmanos, palestinos e países árabes.
Nunes Ferreira deveria se reunir com o chanceler Sameh Shoukry e com o presidente egípcio Abdel Fatah el-Sisi. Cerca de 20 empresários das mais diversas áreas também já estavam no Egito para as conversas comerciais que teriam com empresários daquele país. Agora, terão que retornar sem nenhum acordo na bagagem.
Segundo o comunicado, o cancelamento se deve "a compromissos inadiáveis por parte do presidente e do chanceler", mas está claro que trata-se da primeira reação de desagrado do mundo árabe em relação ao posicionamento do presidente eleito brasileiro. Bolsonaro, em claro alinhamento com a atual política dos EUA, sob Trump, afirmou que transferirá a sede da representação diplomática brasileira em Israel, de Tel-Aviv para Jerusalém. Os israelenses consideram Jerusalém sua capital única e indivisível, enquanto os palestinos reivindicam o compartilhamento da cidade considerada sagrada por judeus, cristãos e muçulmanos.
Bolsonaro, através das redes sociais - meio pelo qual, ao que parece, pretende se comunicar durante o mandato - afirmou que os palestinos "poderão ter uma capital, quando tiverem um estado" e que pretende manter a decisão em reconhecer Jerusalém como sede do governo de Israel. Uma viagem de Bolsonaro para Israel está prevista para o mês de dezembro.
A atitude egípcia é preocupante.
Do ponto de vista comercial, o Egito é um dos poucos países árabes a fazer negócios com o Mercosul e em relação ao Brasil, é um dos bons compradores de produtos como açúcar e carne. A ideia da reunião adiada era justamente para ampliar esse comércio.
Sob a ótica da geo-política, no chamado Mundo Árabe o Egito é um dos mais moderados nas suas relações com Israel e com o Ocidente. Costuma ser uma espécie de "poder moderador" que impede radicalismos ainda maiores. Desde os anos 80, com os acordos de Camp Dave, no governo do presidente americano Jimmy Carter, Egito e Israel mantêm boas relações. Mas, nem mesmo a moderação egípcia conseguiu tolerar as declarações estabanadas de Bolsonaro. Como o que Bolsonaro "fala não se escreve", ainda haveremos de aguardar para ver até onde ele realmente pretende comprar essa briga estúpida com muçulmanos, palestinos e países árabes.
8 de janeiro de 2015
Goiás anuncia mais de US$ 2,5 bilhões de saldo na balança comercial em 2014
A balança comercial goiana registrou recorde histórico em 2014 comparado a outros anos, de acordo com a série das estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, com a marca do superávit de US$ 2,560 bilhões. O volume de exportações totalizou US$ 6,979 bilhões contra US$ 4,419 bilhões de importações.
De acordo com o superintendente executivo de Comércio e Exterior da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuárria e Irrigação, William O´Dwyer, nos últimos dez anos Goiás vem batendo recordes na balança comercial, o que significa que estamos em um patamar bem mais tranquilo em relação à balança comercial brasileira, que teve um déficit de US$ 3,93 bilhões no ano passado. Podemos comemorar o melhor resultado em toda a sua história
O superintendente atribui o bom desempenho comercial à política desenvolvimentista do Governo de Goiás. “Nossos programas de atração de investimentos têm realmente feito a diferença. Outros estados não têm programas tão consolidados. Além das estratégias logísticas que Goiás tem a oferecer aos empresários, tem também a qualidade dos produtos. E vamos lutar mais ainda para que este produto seja melhor, mais competitivo e para que a qualidade dele seja uma marca registrada de Goiás”, afirma. Apesar do protagonismo do agronegócio no cenário econômico goiano, o Governo pretende diversificar a pauta de exportações, agregando maior valor aos produtos.
Exportações
Na comparação com 2013, houve um recuo de 0,89% nas exportações, resultado das sazonalidades que afetaram as commoditties no mercado internacional. No entanto, o saldo comercial saltou 16,25%. A soja liderou o ranking da pauta de exportações (33,33%), seguida de carnes (23,35%) e ferroligas (8,45%).
Os principais consumidores dos produtos Made in Goiás, de um total de 149 destinos mundo afora, foram China (26,99%), Holanda (9,33%) e Rússia (6,15%). O superintende explicou que a Holanda se posiciona no ranking por ser a porta de entrada dos produtos na Comunidade Europeia, através do Porto de Roterdã.
A Rússia, que embargou produtos agropecuários dos Estados Unidos e Europa em agosto, foi responsável pelo incremento nas importações de carnes goianas desde setembro. Também houve participação considerável de parceiros asiáticos como a Índia, Egito, Indonésia e Tailândia.
Importações
Já as importações recrudesceram 8,69% no comparativo. Os produtos mais importados pelo Estado foram fármacos (26,81%), veículos automotivos (25,37%) e máquinas e aparelhos mecânicos (10,79%). Na lista de 158 fornecedores, a Coreia do Sul aparece em primeiro lugar (17,11%). Na sequência, vêm Alemanha (15,11%) e Estados Unidos (13,77%).
Missões comerciais
O superintendente William O`Dwyer adiantou que, em 2015, o Governo concentrará esforços na realização de missões oficiais ao exterior, com o intuito de fechar acordos bilaterais com novos parceiros comerciais em potencial. “Nós estaremos estreitando mais laços com os Estados Unidos, China, e vamos prospectar mais parceiros. Vamos tentar neste ano estabelecer uma maior aproximação com a Ásia”, informou. Já está agendada para o próximo dia 20 uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, onde serão apresentados a investidores norte-americanos as potencialidades goianas na Câmara de Comércio do Brasil naquele país. O vice-governador e titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação, José Eliton, participa do encontro, além do próprio superintendente.
De acordo com o superintendente executivo de Comércio e Exterior da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuárria e Irrigação, William O´Dwyer, nos últimos dez anos Goiás vem batendo recordes na balança comercial, o que significa que estamos em um patamar bem mais tranquilo em relação à balança comercial brasileira, que teve um déficit de US$ 3,93 bilhões no ano passado. Podemos comemorar o melhor resultado em toda a sua história
O superintendente atribui o bom desempenho comercial à política desenvolvimentista do Governo de Goiás. “Nossos programas de atração de investimentos têm realmente feito a diferença. Outros estados não têm programas tão consolidados. Além das estratégias logísticas que Goiás tem a oferecer aos empresários, tem também a qualidade dos produtos. E vamos lutar mais ainda para que este produto seja melhor, mais competitivo e para que a qualidade dele seja uma marca registrada de Goiás”, afirma. Apesar do protagonismo do agronegócio no cenário econômico goiano, o Governo pretende diversificar a pauta de exportações, agregando maior valor aos produtos.
Exportações
Na comparação com 2013, houve um recuo de 0,89% nas exportações, resultado das sazonalidades que afetaram as commoditties no mercado internacional. No entanto, o saldo comercial saltou 16,25%. A soja liderou o ranking da pauta de exportações (33,33%), seguida de carnes (23,35%) e ferroligas (8,45%).
Os principais consumidores dos produtos Made in Goiás, de um total de 149 destinos mundo afora, foram China (26,99%), Holanda (9,33%) e Rússia (6,15%). O superintende explicou que a Holanda se posiciona no ranking por ser a porta de entrada dos produtos na Comunidade Europeia, através do Porto de Roterdã.
A Rússia, que embargou produtos agropecuários dos Estados Unidos e Europa em agosto, foi responsável pelo incremento nas importações de carnes goianas desde setembro. Também houve participação considerável de parceiros asiáticos como a Índia, Egito, Indonésia e Tailândia.
Importações
Já as importações recrudesceram 8,69% no comparativo. Os produtos mais importados pelo Estado foram fármacos (26,81%), veículos automotivos (25,37%) e máquinas e aparelhos mecânicos (10,79%). Na lista de 158 fornecedores, a Coreia do Sul aparece em primeiro lugar (17,11%). Na sequência, vêm Alemanha (15,11%) e Estados Unidos (13,77%).
Missões comerciais
O superintendente William O`Dwyer adiantou que, em 2015, o Governo concentrará esforços na realização de missões oficiais ao exterior, com o intuito de fechar acordos bilaterais com novos parceiros comerciais em potencial. “Nós estaremos estreitando mais laços com os Estados Unidos, China, e vamos prospectar mais parceiros. Vamos tentar neste ano estabelecer uma maior aproximação com a Ásia”, informou. Já está agendada para o próximo dia 20 uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, onde serão apresentados a investidores norte-americanos as potencialidades goianas na Câmara de Comércio do Brasil naquele país. O vice-governador e titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação, José Eliton, participa do encontro, além do próprio superintendente.
5 de janeiro de 2015
No dia da posse de Levy, dólar sobe, bolsa desce e BC anuncia balança comercial com superávit em dezembro.
Enquanto Levy assumia o comando da economia, o dólar registrava alta de 1,41% às 15h40, com a moeda americana valendo R$ 2,7305 neste período. Às 16h, houve uma pequena queda e a bolsa registrou 1,05% de alta, com o dólar valendo R$ 2,7207. O índice Ibovespa registrou queda de 2,03% às 16h20, com 47.518 pontos. No mesmo período, as ações da Petrobras mantiveram a tendência de queda e perderam 7%.
Nesta segunda-feira o Banco Central anunciou que a balança comercial do Brasil registrou na última semana de dezembro superávit de US$ 355 milhões. O resultado foi influenciado por exportações de US$ 1.866 bilhão e importações de US$ 1.511 bilhão – registradas até o dia 31.
A receita corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 3.377 bilhões, com média de US$ 1.125,7 bilhão por dia útil.
O saldo da balança comercial de dezembro está superavitário em US$ 293 milhões, com média diária também positiva de US$ 13,3 milhões. A corrente de comércio do mês está em US$ 34.689 bilhões, com resultado diário de US$ 1.576,8 bilhão.
Em 2014, a balança comercial apresenta déficit de US$ 3.930 bilhões, influenciado por exportações de US$ 225.101 bilhões e importações de US$ 229.031 bilhões.
A receita corrente de comércio (soma das exportações e importações) totalizou US$ 3.377 bilhões, com média de US$ 1.125,7 bilhão por dia útil.
O saldo da balança comercial de dezembro está superavitário em US$ 293 milhões, com média diária também positiva de US$ 13,3 milhões. A corrente de comércio do mês está em US$ 34.689 bilhões, com resultado diário de US$ 1.576,8 bilhão.
Em 2014, a balança comercial apresenta déficit de US$ 3.930 bilhões, influenciado por exportações de US$ 225.101 bilhões e importações de US$ 229.031 bilhões.
1 de outubro de 2013
Eike confirma calote de US$ 45 milhões.
O que o mercado previa, acabou acontecendo mesmo. O ex-magnata brasileiro Eike Batista optou por dar o calote. A OGX Petróleo (OGXP3), de propriedade de Eike, informou nesta terça-feira (1º) que optou pelo não pagamento das parcelas referentes aos juros que remuneram, no valor aproximado de US$ 45 milhões, as chamadas Seniores Notes emitidas pela OGX Austria GmbH (OGX Austria), controlada pela companhia. Os títulos vencem hoje.
A empresa contratou como assessores o banco de investimentos Lazard e o Blackstone para coordenar as discussões com os diversos interessados envolvidos no processo, dentre eles os detentores das Seniores Notes emitidas pela OGX Austria. As Seniores Notes são papéis negociados com prioridade para pagamento em caso de insolvência.A OGX informou ainda que, pelas cláusulas que regem esta emissão, possui 30 dias para adotar as medidas necessárias sem que seja caracterizado o vencimento antecipado da dívida.
3 de janeiro de 2012
Puxadas pelo minério de ferro, exportações brasileiras batem recorde em 2011
A China segue sendo o destino preferencial das exportações brasileiras, com algo próximo de US$ 44 bilhões, seguida pelos Estados Unidos para os quais vendemos mais de US$ 29 bilhões.
Compramos muito dos EUA (cerca de US$ 39 bilhões) e ainda mantemos com eles um déficit de US$ 10 bilhões, mas a distância diminuiu.
Puxadas pelo minério de ferro, as exportações deverão manter o ritmo este ano. A China, principal compradora, inicia este ano a construção de 35 milhões de casas populares e vai apresentar um novo Plano Quinquenal, com previsão de investimentos contínuos e crescentes para os próximos anos.
A nota dissonante ficou por conta de Petrobras. Problemas de gestão, defasagem nos preços dos combustíveis e baixa produtividade fizeram a estatal amargar um déficit de US$ 8 bilhões, um dos maiores da história.
No mais, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 29,79 bilhões em 2011. O resultado é o maior desde 2007, segundo os dados divulgados ontem (2) pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. O saldo foi 47,8% superior ao registrado em 2010.
De janeiro a dezembro do ano passado, as exportações somaram US$ 256 bilhões. O valor é 26,8% maior que o registrado no mesmo período de 2010. As importações no período foram recordes, somando US$ 226 bilhões, aumento 24,5% ante o mesmo período do ano anterior.
Nos 251 dias úteis do ano passado, as exportações ficaram em US$ 256,041 bilhões, com média diária de US$ 1,02 bilhão. As importações totalizaram US$ 226,251 bilhões, com média por dia útil de US$ 901,4 milhões.
No mês de dezembro, as vendas externas alcançaram US$ 22,129 bilhões, valor recorde para os meses de dezembro. O mesmo ocorreu com as importações que totalizaram US$ 18,312 bilhões. Mesmo com os números positivos para os meses analisados, houve recuo de 7,6% e 21,4%, respectivamente, frente os resultados analisados em novembro.
Segundo a secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, em entrevista à Agência Brasil, o decréscimo é atribuído ao momento econômico de incertezas em relação à crise econômica. “Foi um mês importante para exportações e importações, e para o comércio exterior brasileiro. Destacamos queda no ritmo de exportações quando comparado a novembro é reflexo do cenário internacional”.
No mais, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 29,79 bilhões em 2011. O resultado é o maior desde 2007, segundo os dados divulgados ontem (2) pelo Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior. O saldo foi 47,8% superior ao registrado em 2010.
De janeiro a dezembro do ano passado, as exportações somaram US$ 256 bilhões. O valor é 26,8% maior que o registrado no mesmo período de 2010. As importações no período foram recordes, somando US$ 226 bilhões, aumento 24,5% ante o mesmo período do ano anterior.
Nos 251 dias úteis do ano passado, as exportações ficaram em US$ 256,041 bilhões, com média diária de US$ 1,02 bilhão. As importações totalizaram US$ 226,251 bilhões, com média por dia útil de US$ 901,4 milhões.
No mês de dezembro, as vendas externas alcançaram US$ 22,129 bilhões, valor recorde para os meses de dezembro. O mesmo ocorreu com as importações que totalizaram US$ 18,312 bilhões. Mesmo com os números positivos para os meses analisados, houve recuo de 7,6% e 21,4%, respectivamente, frente os resultados analisados em novembro.
Segundo a secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, em entrevista à Agência Brasil, o decréscimo é atribuído ao momento econômico de incertezas em relação à crise econômica. “Foi um mês importante para exportações e importações, e para o comércio exterior brasileiro. Destacamos queda no ritmo de exportações quando comparado a novembro é reflexo do cenário internacional”.
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