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3 de dezembro de 2015
Prefeitura e Semed entregam hoje obras de reestruturação escola Darcy Ribeiro e mostram que Educação tem bom rumo em Marabá
Será nesta quinta-feira (3), a partir das 16 horas, a entrega das obras de reestruturação da escola municipal Darcy Ribeiro, em Marabá. Escola com mais de 18 anos de funcionamento, estava em péssimas condições. Acertadamente, a Semed resolveu intervir e repaginar a unidade de ensino.
Agora, a "Darcy Ribeiro" ganhou quadra de esportes, refeitório, laboratório de informática, mais salas de aula com mobiliário novo e centrais de ar.
No mesmo evento, serão entregues 8 novos ônibus que vão se integrar à frota responsável pelo transporte escolar no município.
Antes de concluir, uma observação. O esforço que João Salame Neto e Pedro Souza estão fazendo para manter os compromissos com a Educação é algo digno de nota.
A maioria dos estados e municípios estão paralisando obras, parcelando salários e fechando escolas. É a crise repercutindo diretamente na Administração Pública e causando estragos.
Enquanto isso, em Marabá, mesmo com todos os problemas e dificuldades, João Salame vem conseguindo manter a máquina pública funcionando, pagar salários e ainda investir em obras. Na área da Educação, por exemplo, são 20 novas creches e 8 escolas que estão sendo construídas.
Claro que não se está vivendo no paraíso. Mas, dá para imaginar o tamanho da encrenca quando é lembrado que a rede municipal de Marabá atende cerca de 65 mil estudantes, distribuídos em mais de 200 escolas, nas áreas urbana e rural, algumas dessas escolas distantes há mais de 180 quilômetros da sede do município.
Um pequeno exército, formado por 4 mil profissionais da Educação, é mobilizado diariamente para atender à demanda crescente e mais de R$ 12 milhões são investidos mensalmente apenas em salários.
Serviços como merenda escolar - que já causou até processos judiciais contra ex-gestores - e transporte foram regularizados e ampliados e todos sabemos que isso não é barato.
Há muito para avançar, bem entendido. Os índices de aproveitamento escolar precisam melhorar ainda mais, são necessários mais professores, pedagogos e técnicos, tudo isso em um cenário no qual o Governo Federal já cortou recursos do Ministério da Educação e para o ano que vem estados e prefeituras terão que se virar com menos dinheiro. Mas, o exemplo de Marabá é algo realmente alentador.
O caminho é longo e complicado, mas, na Educação, Marabá está dando bons passos.
24 de novembro de 2015
Marabá - Programa estreita parceria entre PM, SEMED e comunidade escolar no combate às drogas.
Mais 150 alunos receberam nesta terça-feira (24) a certificação por terem concluído com sucesso o Programa Educacional de Resistências às Drogas e à Violência (PROERD), que a Polícia Militar do Pará desenvolve em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, aqui em Marabá.
Hoje (24) a solenidade de formatura do PROERD aconteceu na Escola Municipal José Flávio, antiga “Maria Lúcia Bichara”, no bairro Araguaia, contando com a presença do secretário de Educação, professor Pedro Souza e dos oficiais responsáveis pelo programa.
O PROERD é a adaptação para o Brasil do programa educacional americano DARE (Drug Abuse Resistance Education), que tem como objetivo oferecer aos estudantes informações e desenvolver as habilidades necessárias para viver de maneira saudável, sem drogas e violência.
O PROERD é a adaptação para o Brasil do programa educacional americano DARE (Drug Abuse Resistance Education), que tem como objetivo oferecer aos estudantes informações e desenvolver as habilidades necessárias para viver de maneira saudável, sem drogas e violência.
Veja mais imagens da solenidade. (Com informações e imagens do site Semed - Educação em Movimento)
19 de fevereiro de 2015
Em Marabá, aulas do Projovem Campo começam na próxima segunda em três escolas
No próximo dia 23 começam as aulas para os alunos do Projovem Campo. Este ano, em Marabá, a Secretaria Municipal de Educação - Semed, destinou 60 vagas distribuídas nas escolas Adelaide Molinari, na Vila Sororó; Pedro Marinho de Oliveira, no Brejo do Meio; e São José, no Km 8.
Através do Projovem Campo busca-se desenvolver políticas públicas de Educação do Campo voltadas para jovens agricultores familiares, com idade entre 18 a 29 anos, excluídos do sistema formal de ensino, com a elevação de escolaridade em Ensino Fundamental e qualificação profissional inicial, respeitadas as características, necessidades e pluralidade de gênero, étnico-racial, cultural, geracional, política, econômica e produtivas dos povos do campo.
Entre as ações previstas para este programa estão promover a elevação de escolaridade em Ensino Fundamental, integrada à qualificação social e profissional inicial para os alunos e oferecer a especialização “lato senso” aos educadores e coordenadores das áreas do conhecimento em efetivo exercício, além de curso de atualização pedagógica para os educadores da qualificação profissional.
Antes de entrarem nas salas de aulas para o início das suas atividades docentes, os professores lotados no Projovem Campo participaram de uma formação na sede da Semed, no dia 9.
Através do Projovem Campo busca-se desenvolver políticas públicas de Educação do Campo voltadas para jovens agricultores familiares, com idade entre 18 a 29 anos, excluídos do sistema formal de ensino, com a elevação de escolaridade em Ensino Fundamental e qualificação profissional inicial, respeitadas as características, necessidades e pluralidade de gênero, étnico-racial, cultural, geracional, política, econômica e produtivas dos povos do campo.
Entre as ações previstas para este programa estão promover a elevação de escolaridade em Ensino Fundamental, integrada à qualificação social e profissional inicial para os alunos e oferecer a especialização “lato senso” aos educadores e coordenadores das áreas do conhecimento em efetivo exercício, além de curso de atualização pedagógica para os educadores da qualificação profissional.
Antes de entrarem nas salas de aulas para o início das suas atividades docentes, os professores lotados no Projovem Campo participaram de uma formação na sede da Semed, no dia 9.
Para Agnair Rodrigues Alves, coordenador do programa em Marabá, um dos pontos fortes do Projovem Campo é trabalhar um currículo que de fato valoriza quem está no campo. "Os alunos têm aulas teóricas e práticas, tudo é pensado e executado de maneira que nossos alunos se sintam contemplados com a educação que recebem na escola". Concluiu.
11 de fevereiro de 2015
Semed-Marabá cumpre acordo com movimentos sociais e entrega materiais em acampamentos
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| Cumprindo acordo - Semed entrega materiais e utensílios para escolas de acampamentos rurais |
A ação faz da parte de um acordo firmado entre Semed e MST durante uma ocupação no prédio da Semed na última segunda feira (2). Os manifestantes permaneceram durante todo o dia. O secretário de educação, prof. Pedro Souza, recebeu as lideranças e numa reunião de mais de duas horas ficou acordado que os Sem Terra deixariam a sede da Semed e que a Secretaria atenderia a pauta de reivindicação do grupo. “A manifestação, do jeito que se deu, causou-me espanto, uma vez que vínhamos mantendo um diálogo constante com o intuito de resolver ou pelo menos minimizar os problemas encontrados nesses dois acampamentos”, definiu Pedro Souza.
Em menos de um ano à frente da Semed, o secretário já visitou todas as 126 escolas da zona rural de Marabá, inclusive de áreas de acampamentos e que determinou melhorias nessas escolas que são construídas pelo próprio movimento, já que se trata de área de litígio e o poder público, por lei, fica impedido de fazer construções nessas áreas, mas atende as necessidades básicas para funcionamento, como material escolar, professores e demais servidores e entrega de merenda.
As áreas atendidas foram Acampamento Helenira Resende, Acampamento Hugo Chaves e Assentamento 26 de Março, onde funciona a escola Carlos Marighella. (Ascom/Semed-PMM)
As áreas atendidas foram Acampamento Helenira Resende, Acampamento Hugo Chaves e Assentamento 26 de Março, onde funciona a escola Carlos Marighella. (Ascom/Semed-PMM)
10 de fevereiro de 2015
Em Marabá, Educação Especial da Semed apresenta nova equipe e Plano de Ação para 2015
O Departamento de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou na manhã da última quinta-feira (5), a primeira reunião com os professores das Salas de Recursos Multifuncionais. Além de apresentar a nova coordenadora, o encontro serviu para discutir a elaboração da proposta de ementa das formações agendadas para o ano letivo de 2015.
Osevânia Gomes Araújo Gurgel, a nova coordenadora do Departamento de Educação Especial, comandou a reunião e apresentou uma proposta de plano de ação para este ano.
Veja alguns pontos do Plano de ação 2015, ainda em construção:
4 de fevereiro de 2015
Após reunião com secretário de Educação, colonos que reivindicavam escolas desocuparam sede da Semed em Marabá
"O ato de ocupação de um prédio público, da organização de pessoas para uma luta não significa que não está havendo diálogo, conquista. Significa que a gente avançou, mas ainda temos problemas”. Essas foram as palavras de Maria Raimunda César, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), na tarde desta segunda-feira (2), na apresentação da pauta de reivindicações dos trabalhadores rurais que ocuparam a sede da Secretaria Municipal de Educação de Marabá (Semed). O secretário de Educação, Pedro Souza, manteve o diálogo com o movimento, assumiu compromissos e mostrou o que já vem sendo feito na área da Educação Rural. Ao final, uma nova rodada de avaliação foi marcada para o dia 13 deste mês e o prédio da Semed foi desocupado.
29 de janeiro de 2015
Prefeitura de Marabá diz que Escola Tereza de Jesus será padrão para gestão atual
No site da Prefeitura de Marabá, reportagem da ótima Alessandra Gonçalves, com fotos de Helder Messiahs, diz que escolas construídas na atual gestão do prefeito João Salame, através da Secretaria Municipal de Educação - Semed, que tem à frente o professor Pedro Souza, seguirão padrão estabelecido pela Tereza de Jesus, no bairro Filadélfia, uma das mais completas da região. Confira abaixo.
20 de janeiro de 2015
Em Marabá, sob ameaça de greve antes do início do ano letivo, Sintepp convoca assembleia geral.
Acontece nesta terça-feira (20) assembleia geral dos profissionais da educação filiados ao Sintepp, em Marabá. A partir das 15 horas, na sede campestre do sindicato, no bairro São Félix, os educadores discutem questões como o pagamento da chamada hora-atividade, a portaria de lotação da Secretaria Municipal de Educação (Semed) para 2015 e o não pagamento das progressões que muitos julgam ter direito.
Em seu blog na internet, a direção do Sintepp, mesmo sem ter tido ainda uma reunião oficial com o prefeito João Salame e com o secretário de Educação, Pedro Souza, afirma acreditar que os gestores "deverão propor mudanças na SEMED cujo o objetivo é reduzir o valor atual da folha de pagamento da SEMED. Isso tem criado diversos rumores, tais como: o corte da gratificação de regência e a redução da gratificação de mestrado e doutorado, porém até agora não há nada de oficial".
Os dirigentes sindicais reclamam da remoção de serventes e agente de portaria que estariam sendo remanejados para outras escolas.
Segundo a direção do Sintepp "as medidas administrativas do Governo devem estar direcionadas a aumentar suas receitas e a reduzir contratações desnecessárias. Qualquer coisa diferente disso resultará no movimento radicalizado dos trabalhadores."
No jargão sindical, "movimento radicalizado" pode ser traduzido como ameaça de greve, o que traria enormes prejuízos para toda a comunidade escolar de Marabá. Greves no serviço público são sempre nocivas para a população e na Educação causam sérios danos ao processo de aprendizagem e ao planejamento escolar.
A Semed de Marabá viveu um ano escolar atípico em função da última paralisação dos docentes e, agora, caso uma nova greve venha a ser deflagrada e a depender de sua duração, poderá ter que novamente readequar seu calendário para cumprir o mínimo legal de 200 dias letivos, sobrecarregando professores, funcionários e alunos, além de atropelar o processo ensino-aprendizagem.
Por princípio, defendo o direito de todos no que diz respeito à manifestação e reivindicação, mas é impossível não ficar preocupado com a possibilidade de um movimento grevista impedir até mesmo o início do ano letivo, principalmente quando os índices do IDEB em Marabá apontaram um declínio preocupante.
Tomara que haja muito bom senso entre sindicalistas e os representantes do governo municipal (como, de resto, sempre tem havido). Que cheguem a um acordo marcado pelo equilíbrio entre os direitos dos profissionais de ensino e as condições do caixa da Prefeitura, para evitar que o alunado, a verdadeira razão de ser de gestores e educadores, não seja prejudicado.
Em seu blog na internet, a direção do Sintepp, mesmo sem ter tido ainda uma reunião oficial com o prefeito João Salame e com o secretário de Educação, Pedro Souza, afirma acreditar que os gestores "deverão propor mudanças na SEMED cujo o objetivo é reduzir o valor atual da folha de pagamento da SEMED. Isso tem criado diversos rumores, tais como: o corte da gratificação de regência e a redução da gratificação de mestrado e doutorado, porém até agora não há nada de oficial".
Os dirigentes sindicais reclamam da remoção de serventes e agente de portaria que estariam sendo remanejados para outras escolas.
Segundo a direção do Sintepp "as medidas administrativas do Governo devem estar direcionadas a aumentar suas receitas e a reduzir contratações desnecessárias. Qualquer coisa diferente disso resultará no movimento radicalizado dos trabalhadores."
No jargão sindical, "movimento radicalizado" pode ser traduzido como ameaça de greve, o que traria enormes prejuízos para toda a comunidade escolar de Marabá. Greves no serviço público são sempre nocivas para a população e na Educação causam sérios danos ao processo de aprendizagem e ao planejamento escolar.
A Semed de Marabá viveu um ano escolar atípico em função da última paralisação dos docentes e, agora, caso uma nova greve venha a ser deflagrada e a depender de sua duração, poderá ter que novamente readequar seu calendário para cumprir o mínimo legal de 200 dias letivos, sobrecarregando professores, funcionários e alunos, além de atropelar o processo ensino-aprendizagem.
Por princípio, defendo o direito de todos no que diz respeito à manifestação e reivindicação, mas é impossível não ficar preocupado com a possibilidade de um movimento grevista impedir até mesmo o início do ano letivo, principalmente quando os índices do IDEB em Marabá apontaram um declínio preocupante.
Tomara que haja muito bom senso entre sindicalistas e os representantes do governo municipal (como, de resto, sempre tem havido). Que cheguem a um acordo marcado pelo equilíbrio entre os direitos dos profissionais de ensino e as condições do caixa da Prefeitura, para evitar que o alunado, a verdadeira razão de ser de gestores e educadores, não seja prejudicado.
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