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| Marconi - Coragem para enfrentar paradas indigestas |
Vejam lá.
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), defende o regime celetista para a contratação de servidores públicos e militarização de escolas estaduais, duas paradas indigestas para qualquer político, e fez isso com a convicção que costuma demonstrar em suas ações.
Marconi já havia criticado a estabilidade do serviço público em outras oportunidades. Para o governador de Goiás, a estabilidade é "a coisa mais imbecil e mais burra que existe".
Marconi comparou o setor público à iniciativa privada e defendeu cumprimento de metas. "À exceção das carreiras de Estado, (a estabilidade) não existe na iniciativa privada e não deveria existir daqui pra frente no serviço público. Cada vez mais, temos de trabalhar a questão do mérito e da qualidade do serviço. Na minha opinião, o regime de contrato deve ser o celetista, alinhavado à questão de metas", afirmou, para completar: "O servidor tem de comparecer ao trabalho e entregar um bom trabalho. Na iniciativa privada, se uma meta não é cumprida, o servidor é dispensado. Por que seria diferente no setor público? Temos de ter respeito ao dinheiro público".
Irretocável, como se vê. Apenas esquerdopatas haverão de discordar da lógica dessa afirmação.
Sobre a questão de dotar escolas públicas com o mesmo padrão das escolas militares, Marconi foi claro. "Eu disse e repito: não podemos ter baderneiros nas escolas. Escolas que não conseguem lidar com baderneiros precisam de um modelo diferente, de um conceito diferente. Para essas pessoas, a melhor coisa é a escola militar. Há que se ter disciplina, hierarquia e respeito", disse no bate-papo.
Na semana passada, durante um encontro com empresários em Salvador (BA), Marconi disparou: "fui num evento e tinha um grupo de professores radicais da extrema esquerda me xingando. Eu disse: tenho um remedinho pra vocês. Colégio Militar e Organização Social. Identifiquei as oito escolas desses professores. Preparei um projeto de lei e em seguida militarizei essas oito escolas. O Brasil está precisando de 'nego' que tenha coragem de enfrentar"". Marconi fazia referência a grupo de professores que protestou em evento em junho, no Centro Cultural Oscar Niemeyer.
Na semana passada, durante um encontro com empresários em Salvador (BA), Marconi disparou: "fui num evento e tinha um grupo de professores radicais da extrema esquerda me xingando. Eu disse: tenho um remedinho pra vocês. Colégio Militar e Organização Social. Identifiquei as oito escolas desses professores. Preparei um projeto de lei e em seguida militarizei essas oito escolas. O Brasil está precisando de 'nego' que tenha coragem de enfrentar"". Marconi fazia referência a grupo de professores que protestou em evento em junho, no Centro Cultural Oscar Niemeyer.
A seguir, veja o vídeo do "#PapoComGovernador - Educação".

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