1 de dezembro de 2011

Logo mais na RBA TV, o debate entre o SIM e o NÃO! Imperdível!


Logo mais, a partir das 22h, na RBA TV, acontece o debate entre os contrários e os favoráveis à criação dos estados de Carajás,Tapajós e Novo Pará..
Será uma ótima oportunidade para João Salame e Lira Maia apresentarem seus argumentos.
Por que refiro-me apenas aos dois presidentes das Frentes a favor de Carajás e Tapajós?
Porque os líderes das frentes contrárias sempre se negaram em apresentar argumentos razoáveis, ora pois!
Quem usa "Não e Não" como slogan não quer discutir. Quer impor, determinar, oprimir, esmagar com sua força a pretensão do "outro". Não quer revelar suas ideias ou apresentar propostas verdadeiras.
E tudo nesta campanha do "NãoeNão" transpira inverdade.
Por sinal, até o verdadeiro líder dessa gente esteve oculto.
Para a grande maioria dos eleitores somente a partir do últimos dez dias foi possível saber que o grande adversário de Carajás e Tapajós era, na verdade, Simão Jatene (na foto acima), justo o governador que sempre disse ser "o magistrado", cheio de "neutralidade".
Mas, deste mal não padeceram os leitores do blog. Esses sabem, desde agosto, que era Jatene o artífice dessa campanha que tenta criminalizar a única proposta política capaz de gerar desenvolvimento para este pedaço da Amazônia.

Diante dos problemas do Pará (que ele mesmo ajudou a piorar), Jatene tem dois argumentos: não tem recurso ou isso é "coisa do governo anterior".
Falta a paciência aos eleitores diante desse tipo de comportamento.
O Jatene que faz cara de ué diante da grave crise que passa este Estado é o mesmo que, ano passado, tinha a receita pronta para fazer desenvolver o Pará. O Jatene que alega não saber de nada é o mesmo que vomitava números e mais números nos programas e debates na TV.
Jatene não tem o direito de se dizer surpreso com as condições em que recebeu o Pará. Mudou muito pouco nos quatro anos em que ele esteve fora do poder. Assim como não tem o direito de enganar o Povo do Pará duas vezes.
Engana quando diz que é "juiz", "magistrado" e portanto, "neutro" mas na verdade, coordena, orienta e dirige a máquina montada para derrotar a pretensão legítima de duas regiões do Pará. É o "marqueteiro de estimação de Jatene" quem comanda a campanha mentirosa contra Carajás e Tapajós; são os DAS de Jatene que dão plantão nas redes sociais contra Carajás e Tapajós; são seus secretários que correm o estado distribuindo migalhas e fazendo promessas explícitas e ameaças veladas contra Carajás e Tapajós; é o candidato de Jatene à prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho quem "preside" a frente contra Carajás. Que neutralidade que nada! Jatene é O adversário de Carajás e Tapajós! Simples assim!
Jatene engana também quando acena com uma montanha de dinheiro que Celso "Riquinho Rico" Sabino chamou de "taxação da Vale". Esse é o famoso "ouro de tolo". Será aprovado na Assembleia Legislativa do Pará, provavelmente, no dia 13 de dezembro (dois dias após o plebiscito) e logo em seguida, antes que o primeiro centavo deste imposto travestido de taxa seja recolhido, será suspenso pela Justiça, por ser inconstitucional! Trata-se de um factóide que Jatene está usando para fazer sua pregação em torno da "união de todos". A união de todos pretendida por Jatene é a união "em torno DELE"!
Caso seja rejeitada a criação dos três estados, no dia seguinte nada mais se falará sobre "integração regional", "municipalização do desenvolvimento" e tantas outras lorotas disfarçadas de formulações tecnocráticas dos tucanos. E voltaremos ao marasmo institucional. Viveremos do arrojo e da coragem do setor produtivo para desenvolver nossas regiões, distantes do poder central, filhos de um estado "grandão, ricão, pujante" e miseravelmente ausente e incompetente.
Sinceramente, seria bom que tivesse outro caminho para o desenvolvimento, mas depois de 20 anos quase que ininterruptos com Jatene à frente do Estado, não dá mais para esperar.
Que o debate seja elucidativo principalmente para nossos irmãos belenenses, que por serem muitos são muito fortes e, portanto, são os grandes responsáveis por decidir se tudo ficará como está ou se apostarão na mudança e na esperança que pode, sim, vencer o medo.

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