O Caso
Em exame feito no dia 9 de janeiro, ficou constatado o uso de esteroides anabolizantes. As substâncias são capazes de aumentar a elasticidade e a definição dos músculos, que levam ao aumento irregular do desempenho.
No dia 19 de janeiro, outro exame não detectou a presença de qualquer substância proibida e deu esperanças ao lutador e aos fãs. Mas, o exame pós-luta voltou a registrar a presença dos esteroides e deve liquidar as chances de absolvição do "Spider".
Anderson tem até o dia 3 de março para dar entrada no pedido de contraprova do primeiro exame, mas até agora não se manifestou. O brasileiro deve ser ouvido na próxima terça-feira (17), em audiência da sede da NSAC, em Las Vegas. Nick Diaz, também foi convocado para comparecer à mesma reunião para explicar os resultados positivos para metabólitos de maconha em seu exame pós-luta.
Além da suspensão, Anderson deve perder parte da bolsa da luta - cerca de US$ 800 mil, contando o bônus de US$ 200 mil pela vitória - e ver o resultado de sua luta alterado de "vitória" para "no contest".
Uma nota irônica neste caso triste é o fato de Anderson já ter defendido o banimento do esporte para atletas que se dopam.
Agora, ao que parece, o "Spider" está todo enrolado nas teias do doping.

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