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| Sem credibilidade - Governo promete, mas caminhoneiros não confiam e barreiras são mantidas em nove estados |
Vejam lá que, apesar de haver sido firmado acordo entre governo e algumas lideranças dos caminhoneiros nesta quarta-feira (25), manifestantes continuam interditando diversas estradas federais. O atrapalhado governo de Dilma Rousseff deixou de fora da negociação um setor significativo dos caminhoneiros.
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| Sem acordo - Governo conversa só com um setor e movimento prossegue |
Ivar Luiz Schmidt, líder do movimento Comando Nacional do Transporte, disse à agência de notícias Reuters que não participou das negociações e que não aceita os termos do acordo.
O líder do Comando Nacional dos Transportes tem posição diferente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que considera ter havido avanços históricos nas negociações.
O líder do Comando Nacional dos Transportes tem posição diferente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), que considera ter havido avanços históricos nas negociações.
A orientação da CNTA é que os caminhoneiros acabem com os bloqueios para avançar nas negociações com o governo antes da próxima rodada de conversas, que ocorrerá em 10 de março, para discutir os pontos que não foram atendidos.
Mas, Ivar Schmidt disse que o Comando Nacional do Transporte "não aceitou nenhum dos termos que o governo propôs". "Nós continuamos o movimento", disse ele, afirmando ter o comando de pelo menos cem pontos de bloqueio em rodovias federais e estaduais.
Ele disse que aguarda um novo contato com o governo para tentar retomar as conversas. Schmidt não participou na quarta-feira da reunião entre governo, empresários e representantes dos caminhoneiros.
Mas, Ivar Schmidt disse que o Comando Nacional do Transporte "não aceitou nenhum dos termos que o governo propôs". "Nós continuamos o movimento", disse ele, afirmando ter o comando de pelo menos cem pontos de bloqueio em rodovias federais e estaduais.
Ele disse que aguarda um novo contato com o governo para tentar retomar as conversas. Schmidt não participou na quarta-feira da reunião entre governo, empresários e representantes dos caminhoneiros.
De fato, motoristas enfrentam dificuldades para atravessar 93 pontos de 31 rodovias federais em oito estados, segundo o mais recente balanço divulgado na tarde desta quinta-feira (26) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Os estados mais prejudicados são o Rio Grande do Sul, com 39 pontos interditados, Santa Catarina, com 14 trechos, e o Paraná, com 19 bloqueios.
Em Mato Grosso, há nove interdições nas BRs-364, 163 e 70. Os protestos ocorrem em sete trechos das BRs-163, 463 e 262 em Mato Grosso do Sul.
Minas Gerais tem um ponto de bloqueio no km 60 da BR-50, no município de Araguari. A obstrução começou às 11h desta quinta-feira.
Na Bahia, os caminhoneiros bloqueiam o km 211 da BR-20 e os km 874 e 887 da BR-242, no município de Luiz Eduardo Magalhães. No Ceará, a interdição começou hoje, às 10h, no km 15 da BR-116, em Fortaleza, mas foi suspenso cerca de três horas depois.
Pela proposta apresentada ontem (25), o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. Além disso, a Petrobras teria garantido que não haveria aumento do diesel pelos próximos seis meses.
Em Mato Grosso, há nove interdições nas BRs-364, 163 e 70. Os protestos ocorrem em sete trechos das BRs-163, 463 e 262 em Mato Grosso do Sul.
Minas Gerais tem um ponto de bloqueio no km 60 da BR-50, no município de Araguari. A obstrução começou às 11h desta quinta-feira.
Na Bahia, os caminhoneiros bloqueiam o km 211 da BR-20 e os km 874 e 887 da BR-242, no município de Luiz Eduardo Magalhães. No Ceará, a interdição começou hoje, às 10h, no km 15 da BR-116, em Fortaleza, mas foi suspenso cerca de três horas depois.
Pela proposta apresentada ontem (25), o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. Além disso, a Petrobras teria garantido que não haveria aumento do diesel pelos próximos seis meses.


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