A construção civil costuma ser o setor que mais emprega mão-de-obra em grande quantidade e com baixa qualificação, mas depende muito de financiamento para desenvolver seus projetos. Com o aumento da inflação e as contas desequilibradas, o Governo deve reduzir as linhas de crédito e encarecer o dinheiro. O mesmo caminho deve ser seguido pelos bancos particulares. Tudo somado, 2015 pode ser um ano morno para a construção civil, com menos obras e menos empregos sendo gerados.
Em novembro, na comparação com outubro, houve retração de 1,57% com saldo de 54,9 mil demissões. Em relação a novembro de 2013, o índice ficou negativo em 2,94% e com base de empregados totalizando 3,434 milhões (103,8 mil a menos).
As ofertas em novembro diminuíram em todas as regiões. No Sudeste, foram 23.853 postos de trabalhos a menos, com recuo de 1,39%. A taxa mais expressiva foi registrada no Norte com queda de 3,53% e a eliminação de 8.212 postos de trabalho. No Nordeste, embora a variação tenha sido um pouco mais branda (-1,16%) o número de vagas suprimidas alcançou 8.638.
Já no Sul do país, o recuo foi 0,66% com saldo de 3.337 demissões. No Centro-Oeste, queda de 1,57% e corte de 54.964 empregos.
Em novembro, na comparação com outubro, houve retração de 1,57% com saldo de 54,9 mil demissões. Em relação a novembro de 2013, o índice ficou negativo em 2,94% e com base de empregados totalizando 3,434 milhões (103,8 mil a menos).
As ofertas em novembro diminuíram em todas as regiões. No Sudeste, foram 23.853 postos de trabalhos a menos, com recuo de 1,39%. A taxa mais expressiva foi registrada no Norte com queda de 3,53% e a eliminação de 8.212 postos de trabalho. No Nordeste, embora a variação tenha sido um pouco mais branda (-1,16%) o número de vagas suprimidas alcançou 8.638.
Já no Sul do país, o recuo foi 0,66% com saldo de 3.337 demissões. No Centro-Oeste, queda de 1,57% e corte de 54.964 empregos.
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