"Foram poucos e decisivos minutos os do julgamento do nosso processo no TSE – Tribunal Superior Eleitoral hoje à noite, em Brasília. E à unanimidade, por 7 x 0 o registro da nossa candidatura foi deferido, sepultando a onda de boatos e inverdades de que a candidatura não valeria e quem votasse em mim perderia seu voto.Meu muito obrigado a quem confiou e que continua firme na campanha", disse Paulo Rocha ao comentar o julgamento.
O TRE do Pará havia negado o registro ao candidato com base na lei da Ficha Limpa, levando em conta que ele renunciou ao mandato de deputado, em 2005, para escapar de processo de cassação no caso do processo do mensalão. Para os ministros do TSE, a Corte Regional errou ao interpretar e aplicar a Lei da Ficha Limpa no caso de Rocha.
Paulo Rocha foi absolvido no processo do mensalão no julgamento do Supremo Tribunal Federal. Em 2010, Paulo Rocha foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, mas conseguiu garantir o registro ao Senado, perdendo, no entanto, a eleição. A relatora do processo de Rocha no TSE, ministra Luciana Lóssio, argumentou que o caso é peculiar, porque mesmo tendo renunciado em 2005, Paulo Rocha consegue se reeleger deputado em seu estado e, já eleito, enfrenta processo na Câmara e não é condenado por seus pares. Além disso, é absolvido também no julgamento do caso no STF. Por isso, sua conduta não pode ser enquadrada na lei da Ficha Limpa.
O ministro, Luiz Fux, que pediu vista e interrompeu o julgamento iniciado em agosto, acompanhou o voto da relatora. Os demais ministros também votaram a favor da concessão do registro ao candidato. Paulo Rocha lidera a corrida pela única vaga do Pará no Senado Federal em todas as pesquisas. Considerando a média dos levantamentos realizados até aqui, estima-se que Paulo Rocha terá entre 25% e 27% dos votos. Em segundo lugar deverá ficar o senador Mauro Couto (PSDB), com cerca de 20% dos votos.
Paulo Rocha foi absolvido no processo do mensalão no julgamento do Supremo Tribunal Federal. Em 2010, Paulo Rocha foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, mas conseguiu garantir o registro ao Senado, perdendo, no entanto, a eleição. A relatora do processo de Rocha no TSE, ministra Luciana Lóssio, argumentou que o caso é peculiar, porque mesmo tendo renunciado em 2005, Paulo Rocha consegue se reeleger deputado em seu estado e, já eleito, enfrenta processo na Câmara e não é condenado por seus pares. Além disso, é absolvido também no julgamento do caso no STF. Por isso, sua conduta não pode ser enquadrada na lei da Ficha Limpa.
O ministro, Luiz Fux, que pediu vista e interrompeu o julgamento iniciado em agosto, acompanhou o voto da relatora. Os demais ministros também votaram a favor da concessão do registro ao candidato. Paulo Rocha lidera a corrida pela única vaga do Pará no Senado Federal em todas as pesquisas. Considerando a média dos levantamentos realizados até aqui, estima-se que Paulo Rocha terá entre 25% e 27% dos votos. Em segundo lugar deverá ficar o senador Mauro Couto (PSDB), com cerca de 20% dos votos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário