Sem aparecer há mais de 20 dias no horário eleitoral, quem deverá dar o ar da graça nesta quarta-feira (22), será Marina Silva, candidata derrotada à presidência pelo PSB. A sonhática falará por mais de dois minutos no programa de Aécio e aparecerá nas inserções do PSDB.
Marina deverá utilizar a arenga de sempre. Que foi violentamente agredida por Dilma e pelo PT, que o PT é useiro e vezeiro desta forma de campanha, que a mesma estratégia "agressiva" está sendo usada para atacar Aécio Neves (PSDB).
Marina deve afirmar ainda que a aliança com Aécio foi "programática". O tucano teria "avançado" em temas como o fim da reeleição para cargos executivos e ampliação de políticas ambientais.
Por quê só agora Marina aparece?
O crescimento de Dilma no sudeste determinou a "virada" numérica nas pesquisas de opinião e fez o tucanato cair na real. Sentiram que precisam usar todas as armas disponíveis para manter a disputa equilibrada.
Aécio viu desaparecer mais de 12 pontos percentuais que tinha de frente e agora os marqueteiros tucanos e marinistas decidiram lançar mão de Marina meio a contragosto.
Mas, o efeito de Marina na TV é incerto. É que os tucanos leram as pesquisas que mostram (1) que o eleitorado em sua esmagadora maioria não costuma seguir candidatos derrotados e (2) apenas Lula consegue influir positivamente em parcelas relevantes do eleitorado. Cerca de 37% dos eleitores dizem cogitar votar em candidatos indicados pelo ex-presidente.
Mas, considerando a estreita margem de votos que separa os candidatos, os marqueteiros resolveram arriscar garimpar alguns votos das classes médias urbanas usando Marina na TV.
Curioso notar que Marina, no primeiro turno, vetou apoios aos tucanos em estados importantes e proibiu até mesmo a confecção de material de campanha conjunto. No segundo turno, anunciou que não iria participar de programas de TV ou subir nos palanques de Aécio. Mas, Marina a mutante, mudou novamente. Ao que parece a "política real" ganhou a queda de braço com a tal "nova política".
Mas, considerando a estreita margem de votos que separa os candidatos, os marqueteiros resolveram arriscar garimpar alguns votos das classes médias urbanas usando Marina na TV.
Curioso notar que Marina, no primeiro turno, vetou apoios aos tucanos em estados importantes e proibiu até mesmo a confecção de material de campanha conjunto. No segundo turno, anunciou que não iria participar de programas de TV ou subir nos palanques de Aécio. Mas, Marina a mutante, mudou novamente. Ao que parece a "política real" ganhou a queda de braço com a tal "nova política".

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