O estudo avalia sete "pilares": ambiente institucional, ambiente de negócios, estabilidade financeira, serviços financeiros bancários, serviços financeiros não-bancários, mercados financeiros e acesso a serviços financeiros. Cada um deles é subdivido em pelo menos dois sub-itens.
Segundo o levantamento, o Brasil passou da 30ª para a 32ª colocação no ranking deste ano, enquanto o Chile ganhou duas posições, subindo do 31º para o 29º lugar. No total, 62 economias do globo foram avaliadas.A queda do Brasil, de acordo com o estudo, pode ser atribuída a resultados mais fracos nos pilares de estabilidade financeira, mercados financeiros e acesso a serviços financeiros.
A pesquisa acrescenta que "embora o sistema financeiro brasileiro seja bastante estável", o país caiu nos subitens câmbio e estabilidade de sistemas bancários.
O estudo destaca, ainda, que o ambiente de negócios brasileiro permanece como o campo de "maior fraqueza" do país. Nesse quesito, o Brasil ocupa a 49ª posição entre as 62 economias avaliadas, a pior colocação entre todos os "pilares" analisados.
De acordo com o levantamento, o país continua sendo prejudicado pelo "seu sistema tributário, um alto custo para fazer negócios e uma disponibilidade de capital humano relativamente fraca".
Apesar disso, o estudo chama atenção que o Brasil possui três bancos entre as 25 maiores instituições financeiras do mundo (Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil).
Ranking dos países por grau de desenvolvimento do sistema financeiro
1 - Hong Kong
2 - Estados Unidos
3 - Reino Unido
4 - Singapura
5 - Austrália
29 - Chile
32 - Brasil
36 - Panamá
41 - Peru
43 - México
46 - Colômbia
55 - Argentina
62 - Venezuela
Ranking dos países por grau de desenvolvimento do sistema financeiro
1 - Hong Kong
2 - Estados Unidos
3 - Reino Unido
4 - Singapura
5 - Austrália
29 - Chile
32 - Brasil
36 - Panamá
41 - Peru
43 - México
46 - Colômbia
55 - Argentina
62 - Venezuela
Nenhum comentário:
Postar um comentário