A análise do processo sobre os acusados de envolvimento no esquema de pagamento de propinas a parlamentares em troca de apoio político no Congresso está programada para iniciar no próximo dia 2, a menos de duas semanas.Em meio ao ensaio desta sexta, seguranças do quadro efetivo do tribunal se posicionaram nos acessos do prédio da Suprema Corte para simular como atuarão em meio ao ingresso de réus, advogados, jornalistas e público. Os acusados e seus defensores terão acesso prioritário e diferenciado por uma porta lateral do tribunal para garantir sua segurança.
Dentro do plenário, dirigentes da área administrativa do Supremo, responsáveis pela organização do julgamento do mensalão, explicaram como cada funcionário que irá trabalhar nas sessões deve atuar. A diretoria também orientou as equipes de segurança e cerimonial sobre detalhes como a disposição de jornalistas e anônimos nos assentos do recinto.
No ajuste fino da logística, a direção do STF avaliou o número de vigilantes que será necessário para resguardar o edifício. Além disso, foram testados procedimentos básicos de segurança, como a revista de pessoas e objetos com auxílio de detectores de metais.
Brigadistas, médicos e enfermeiros reproduziram no ensaio situações de emergência. Nos dias de sessões, a equipe será a responsável por atendimentos médicos e, inclusive, por uma eventual desocupação do prédio por conta de situações de urgência, como um incêndio
Dentro do plenário, dirigentes da área administrativa do Supremo, responsáveis pela organização do julgamento do mensalão, explicaram como cada funcionário que irá trabalhar nas sessões deve atuar. A diretoria também orientou as equipes de segurança e cerimonial sobre detalhes como a disposição de jornalistas e anônimos nos assentos do recinto.
No ajuste fino da logística, a direção do STF avaliou o número de vigilantes que será necessário para resguardar o edifício. Além disso, foram testados procedimentos básicos de segurança, como a revista de pessoas e objetos com auxílio de detectores de metais.
Brigadistas, médicos e enfermeiros reproduziram no ensaio situações de emergência. Nos dias de sessões, a equipe será a responsável por atendimentos médicos e, inclusive, por uma eventual desocupação do prédio por conta de situações de urgência, como um incêndio
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