O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-il, morreu no último sábado durante uma viagem de trem, de acordo com a rede estatal de TV local. A informação foi confirmada por agências internacionais. A morte dele foi anunciada em uma "transmissão especial" da TV por uma apresentadora "vestindo roupas pretas". Nas imagens, ela parece estar nervosa e emocionada.
De acordo com as informações da TV estatal, Kim Jong-il morreu em virtude de excesso de trabalho "mental e físico", disse a BBC. Ele teria sofrido um ataque cardíaco. Kim tinha 69 anos.
A correspondente da rede britânica na Coreia do Sul disse que a morte do líder norte-coreano causa uma "onda de choque" no país vizinho. Os militares sul-coreanos estariam em estado de alerta desde que souberam da informação sobre a morte do ditador, que estava no poder desde que o pai dele, Kim Il-sung, morreu, em 1994.
O sucessor mais provável é o filho de Kim Jong-il, Kim Jong-un, mas não há informações confirmadas. Ele teria cerca de 20 anos, segundo agências.O líder norte-coreano, que nasceu em 16 de fevereiro de 1942, tinha fama de gostar de charutos, conhaque e da boa mesa. Acredita-se que ele sofria de diabetes e doenças cardíacas.
Kim Jong-il sofreu um derrame em 2008, o que o deixou longe dos holofotes do público por vários meses. Ele apareceu relativamente saudável em fotos e vídeos feitos em suas recentes viagens à China e à Rússia, além de várias outras incursões pela própria Coreia do Norte, cuidadosamente documentadas pela mídia estatal.
O primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, disse a ministros nesta segunda (19), que se preparem para qualquer circunstância inesperada, incluindo uma crise financeira ou questões fronteiriças, depois do anúncio da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-il. Noda teve uma reunião especial de segurança com seu gabinete depois que a TV estatal de Pyongyang anunciou a morte.
ja também:
O chefe de gabinete japonês, Osamu Fujimura, disse ainda que o país trabalharia com Estados Unidos, China e Coreia do Sul na "busca de mais informações". Não se sabe ao certo como a morte de Kim Jong-il pode repercutir interna e externamente, mas os primeiros efeitos foram sentidos com a queda de bolsas na região.
"O primeiro-ministro Noda instruiu ministros na reunião de segurança para se preparar para o inesperado, incluindo assuntos financeiros, questões domésticas da Coréia do Norte e assuntos de fronteira", afirmou Fujimura em uma coletiva de imprensa.
Segundo ele, não houve consenso entre os ministros com relação à decisão de subir o nível de alerta do Exército do Japão por conta da morte do líder vizinho. Contudo, de acordo com Fujimora, o assunto
poderia ser abordado em novas reuniões. "No momento, não temos confirmação sobre o sucessor, mas estamos acompanhando de perto".
Pyongyang disse que um período de luto no país ocorreria até o dia 27, terça-feira da próxima semana, e que o funeral seria realizado no dia seguinte na capital. "Precisamos prestar atenção aos riscos relacionados com a sucessão", declarou o ministro.
Kim Jong-il morreu em virtude de um ataque cardíaco no sábado, enquanto viajava de trem, de acordo com a TV estatal local, que fez o anúncio apenas na manhã desta segunda-feira (horário local, madrugada em Brasília). A morte dele gera preocupação sobre quem estaria no controle do país, uma das ditaduras mais fechadas, e de seu programa nuclear.
Tóquio e Pyongyang não têm relações diplomáticas. Os dois países vivem uma relação tensa desde a ocupação japonesa da península coreana. O Japão vê com preocupação o programa de mísseis e a corrida nuclear da Coreia do Norte. (Com informações da Reuters/Brasil)
De acordo com as informações da TV estatal, Kim Jong-il morreu em virtude de excesso de trabalho "mental e físico", disse a BBC. Ele teria sofrido um ataque cardíaco. Kim tinha 69 anos.
A correspondente da rede britânica na Coreia do Sul disse que a morte do líder norte-coreano causa uma "onda de choque" no país vizinho. Os militares sul-coreanos estariam em estado de alerta desde que souberam da informação sobre a morte do ditador, que estava no poder desde que o pai dele, Kim Il-sung, morreu, em 1994.
O sucessor mais provável é o filho de Kim Jong-il, Kim Jong-un, mas não há informações confirmadas. Ele teria cerca de 20 anos, segundo agências.O líder norte-coreano, que nasceu em 16 de fevereiro de 1942, tinha fama de gostar de charutos, conhaque e da boa mesa. Acredita-se que ele sofria de diabetes e doenças cardíacas.
Kim Jong-il sofreu um derrame em 2008, o que o deixou longe dos holofotes do público por vários meses. Ele apareceu relativamente saudável em fotos e vídeos feitos em suas recentes viagens à China e à Rússia, além de várias outras incursões pela própria Coreia do Norte, cuidadosamente documentadas pela mídia estatal.
O primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, disse a ministros nesta segunda (19), que se preparem para qualquer circunstância inesperada, incluindo uma crise financeira ou questões fronteiriças, depois do anúncio da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-il. Noda teve uma reunião especial de segurança com seu gabinete depois que a TV estatal de Pyongyang anunciou a morte.
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O chefe de gabinete japonês, Osamu Fujimura, disse ainda que o país trabalharia com Estados Unidos, China e Coreia do Sul na "busca de mais informações". Não se sabe ao certo como a morte de Kim Jong-il pode repercutir interna e externamente, mas os primeiros efeitos foram sentidos com a queda de bolsas na região.
"O primeiro-ministro Noda instruiu ministros na reunião de segurança para se preparar para o inesperado, incluindo assuntos financeiros, questões domésticas da Coréia do Norte e assuntos de fronteira", afirmou Fujimura em uma coletiva de imprensa.
Segundo ele, não houve consenso entre os ministros com relação à decisão de subir o nível de alerta do Exército do Japão por conta da morte do líder vizinho. Contudo, de acordo com Fujimora, o assunto
poderia ser abordado em novas reuniões. "No momento, não temos confirmação sobre o sucessor, mas estamos acompanhando de perto".
Pyongyang disse que um período de luto no país ocorreria até o dia 27, terça-feira da próxima semana, e que o funeral seria realizado no dia seguinte na capital. "Precisamos prestar atenção aos riscos relacionados com a sucessão", declarou o ministro.
Kim Jong-il morreu em virtude de um ataque cardíaco no sábado, enquanto viajava de trem, de acordo com a TV estatal local, que fez o anúncio apenas na manhã desta segunda-feira (horário local, madrugada em Brasília). A morte dele gera preocupação sobre quem estaria no controle do país, uma das ditaduras mais fechadas, e de seu programa nuclear.
Tóquio e Pyongyang não têm relações diplomáticas. Os dois países vivem uma relação tensa desde a ocupação japonesa da península coreana. O Japão vê com preocupação o programa de mísseis e a corrida nuclear da Coreia do Norte. (Com informações da Reuters/Brasil)
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