19 de agosto de 2011

Ativistas insistem em impedir "Belo Monte"

Ao que parece eles não pretendem desistir.
Quando se imaginava que os eco-chatos já estavam procurando outra causa pela qual valesse a pena aporrinhar a paciência eis que eles ressurgem.
O Liberal noticia que os tais movimentos sociais e organizações ambientalistas preparam uma nova manifestação contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Xingu. No próximo sábado (20), eles promovem mobilizações em 15 cidades brasileiras. Na segunda-feira (22), os protestos serão feitos em frente a embaixadas e consulados brasileiros em 20 cidades de 16 países.
O representante do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, Marco Antonio Morgado, diz que, mesmo com o início das obras da usina, autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em junho, o projeto não é considerado um fato consumado. 'Queremos trazer a discussão de volta para a pauta, que estava sedimentada. Pelas ações que tramitam na Justiça, acreditamos que ainda é possível revogar o projeto e evitar que essa obra vá adiante.'
Na quarta, 17, o Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) entrou com mais uma ação na Justiça para contestar o empreendimento.
Em São Paulo, o grupo espera reunir 4 mil pessoas na Avenida Paulista. Em Belém, a expectativa do "Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre" é que 2 mil pessoas participem do protesto, inclusive representantes de comunidades indígenas do Xingu, que serão afetadas direta ou indiretamente pela obra.
A O Liberal Morgado contou que as manifestações vão pedir a paralisação de Belo Monte e a rediscussão de grandes projetos desenvolvimentistas. 'A população brasileira não foi consultada. Belo Monte vai na contramão de uma perspectiva de sustentabilidade social e ambiental'.
Morgado e os que integram o tal "comitê" formam com aqueles que acreditam "que um outro mundo é possível".
Fazem o jogo de todos aqueles que pretendem nos condenar à miséria e à dependência.
O discurso, com a profundidade de um pires, não leva em consideração a necessidade de desenvolver uma região esquecida por décadas.
É fácil balançar as bandeiras "do bem e do melhor do mundo" debruçado de uma sacada em Nazaré ou Batista Campos.
O diabo é explicar como crescer sem gerar energia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário