![]() |
| "É duro ser amados por esses babacas", diz Maomé na capa da CH |
Foi assim, acertando bem no centro do alvo, que Salman Rushdie condenou o ataque contra o semanário francês “Charlie Hebdo”, que deixou até agora 12 mortos, entre eles quatro cartunistas. No site do Pen Centre inglês, Rushdie condenado à morte pelo regime iraniano em 1989 por causa de seu romance “Os versos satânicos” e que precisou passar anos sob proteção policial, ressaltou que o atentado mostra as “trágicas consequências” do extremismo islâmico.
Além de Rushdie, outros escritores e intelectuais se manifestaram sobre o atentado. O historiador britânico Simon Schama usou sua conta no Twitter para declarar solidariedade ao “Charlie Hebdo”. Autor de livros como “Cidadãos”, sobre a Revolução Francesa, e “O poder da arte”, ele exaltou o valor da sátira:
Além de Rushdie, outros escritores e intelectuais se manifestaram sobre o atentado. O historiador britânico Simon Schama usou sua conta no Twitter para declarar solidariedade ao “Charlie Hebdo”. Autor de livros como “Cidadãos”, sobre a Revolução Francesa, e “O poder da arte”, ele exaltou o valor da sátira:
"A sátira é a mãe da verdadeira liberdade política. Desde que surgiu, no século XVIII, ela é o terror dos intolerantes e dos tiranos. Vamos lamentar pelos mortos, mas saibam que Kalashnikovs nunca matarão o riso, e merecem ser ridicularizadas", escreveu Schama.
Schama citou uma frase do pensador francês Voltaire (“O fanatismo é um monstro que finge ser filho da religião”) para criticar o extremismo islâmico:
"Podemos medir a fraqueza de uma ideologia pelo grau de violência que ela precisa para se impôr, dependendo de coerção e não persuasão. A liberdade de expressão é sagrada, não a teologia. A batalha agora é entre liberdade de consciência e tirania da teocracia", afirmou. (Com informações da AFP e O Globo)
Schama citou uma frase do pensador francês Voltaire (“O fanatismo é um monstro que finge ser filho da religião”) para criticar o extremismo islâmico:
"Podemos medir a fraqueza de uma ideologia pelo grau de violência que ela precisa para se impôr, dependendo de coerção e não persuasão. A liberdade de expressão é sagrada, não a teologia. A batalha agora é entre liberdade de consciência e tirania da teocracia", afirmou. (Com informações da AFP e O Globo)

Nenhum comentário:
Postar um comentário