Para economizar cerca de 18 bilhões de reais por ano serão modificadas as regras de acesso ao abono salarial, seguro-desemprego, pensão por morte e auxílio-doença.
A estimativa da economia com as medidas, anunciadas nesta segunda-feira (29), foi feita pelo futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, em entrevista coletiva.
No caso do seguro-desemprego, por exemplo, o governo vai propor em medida provisória que exista carência de direito ao benefício de 18 meses para o primeiro emprego. Na segunda colocação, o trabalhador terá que ficar 12 meses no mesmo emprego e depois disso por seis meses.
O governo propõe também que o abono salarial seja pago proporcionalmente como ocorre com o 13º salário e que a carência para que o trabalhador receba o abono seja de seis meses de trabalho e não mais de um mês.
Barbosa disse que a redução das despesas públicas anuais da ordem de 18 bilhões de reais, a preços de 2015, representam 0,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o ano que vem.
Líderes sindicais foram comunicados pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, durante reunião hoje em Brasília. (Com informações da Reuters)
Barbosa disse que a redução das despesas públicas anuais da ordem de 18 bilhões de reais, a preços de 2015, representam 0,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para o ano que vem.
Líderes sindicais foram comunicados pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, durante reunião hoje em Brasília. (Com informações da Reuters)

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