Para o presidente do Supremo, ministro Carlos Ayres Britto, o empate leva à absolvição dos réus. Segundo ele, o impasse indica dúvida da Corte sobre a existência de provas. “A unidade do tribunal só se obtém com a majoritariedade dos votos. Se a maioria não foi obtida, essa unidade não se perfez, ficou no meio do caminho, por isso opera a favor do réu”, considera.
Por outro lado, quem votou pela absolvição não participará da dosimetria das penas.
Joaquim Barbosa começa a propor as penas a serem cominadas aos réus. A conduta de Marcos Valério é a primeiro a ser analisada pelo relator.
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