Durante a coletiva realizada hoje no Palácio do Governo, hoje (23), o embaixador encarregado de negócios da Alemanha afirmou que "os resultados das votações ocorridas no Congresso são mensagens claras". O embaixador completou dizendo que, para a Alemanha, "é importante que todos as trocas (no poder) se realizem de acordo com as leis institucionais do País" e afirmou que todos os diversos projetos de cooperação entre os dois países estão mantidos.
Franco ainda não confirmou presença na cúpula do Mercosul que acontece na próxima semana, na Argentina. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner chegou a afirmar que a deposição de Lugo, por incompetência, teria sido "um golpe de estado".
A Igreja Católica também declarou apoio a Franco. O núncio da Igreja Católica no Paraguai, Eliseo Antonio Ariotti, disse hoje (23) que o novo presidente Federico Franco pode contar com o apoio dos católicos para exercer os 11 meses de governo que tem pela frente. Segundo ele, o país viveu momentos delicados, mas agora é tarefa de todos contribuir para a normalização da situação. No país, cerca de 90% dos 7,3 milhões habitantes são católicos.
“O Paraguai viveu momentos muito delicados. Mas, neste momento, temos de continuar a dar, cada um, o melhor. Há a necessidade de dar força e continuidade no caminho da justiça e da paz”, disse o arcebispo, que se reuniu hoje com Franco por cerca de meia hora, no palácio do governo.
O arcebispo marcou para as 16h uma missa, na qual abençoará o governo Franco e vai ler uma mensagem do papa Bento XVI para o novo presidente. “Hoje, na catedral, vamos rezar pela paz. Neste momento, estamos apoiando as autoridades do país”, ressaltou o religioso.
Na segunda entrevista coletiva após tomar posse, o novo presidente do Paraguai, Federico Franco, escolheu o Brasil como tema principal. Franco disse hoje (23) que espera manter com o país vizinho e a presidente Dilma Rousseff relações harmônicas, assim como garantiu que preservará os direitos e a segurança dos brasiguaios (agricultures brasileiros que moram em território paraguaio). Ele avisou ainda que aguarda da União das Nações Sul-Americanos (Unasul) apoio para governar.
“Temos esperanças de manter as relações harmônicas e proporcionais com o Brasil”, destacou ele, que respondeu a várias perguntas de jornalistas brasileiros. Franco não acredita em sanções por parte do Brasil ao Paraguai. “Não acredito que o Brasil aplicará sanções, pois os mais afetados seriam os empresários brasileiros que investem no Paraguai, principalmente, em Ciudad del Este”, disse. “Eu descarto [o risco de sanções]. Sou uma pessoa otimista. Há muitos empresários brasileiros investindo hoje no Paraguai”, reforçou o presidente empossado ontem (22).
“Temos esperanças de manter as relações harmônicas e proporcionais com o Brasil”, destacou ele, que respondeu a várias perguntas de jornalistas brasileiros. Franco não acredita em sanções por parte do Brasil ao Paraguai. “Não acredito que o Brasil aplicará sanções, pois os mais afetados seriam os empresários brasileiros que investem no Paraguai, principalmente, em Ciudad del Este”, disse. “Eu descarto [o risco de sanções]. Sou uma pessoa otimista. Há muitos empresários brasileiros investindo hoje no Paraguai”, reforçou o presidente empossado ontem (22).
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