Durante a construção da nova sede, o TSE buscou demonstrar preocupação com o meio ambiente. Para evitar um impacto ambiental, 90% dos resíduos de papel, metal e plástico gerados pela construção foram reciclados. A madeira utilizada, tanto na fase de construção quanto na de acabamento, veio de reflorestamento, com certificado. As empresas que forneceram todos os materiais empregados na obra, como areia e pedras, eram obrigadas a ter as devidas licenças ambientais.
E a sustentabilidade deve garantir o funcionamento da nova sede com mais economia. Os elevadores, por exemplo, são chamados regenerativos: acumulam energia durante o funcionamento para ser reutilizada depois. O sistema de coleta de esgoto a vácuo também faz parte das escolhas sustentáveis, porque reduz o consumo de água.Foi projetado, ainda, um sistema de reutilização da água das torneiras, que é armazenada em reservatórios para uso na irrigação dos jardins e nos serviços gerais de limpeza.
O ar condicionado também possui um sistema que reduz o gasto de energia. Não utiliza água, e sim um gás ecológico de refrigeração, inofensivo ao meio ambiente.
A fachada do prédio é de vidro, permitindo a incidência da luz natural nas áreas de trabalho. Haverá economia de iluminação artificial, reduzindo o consumo de energia.
Durante a construção da obra, por aplicar normas que protegem o meio ambiente, a construtora recebeu o certificado ISO 14001, um reconhecimento pela implantação de um sistema de desenvolvimento sustentável. O órgão certificador foi a Fundação Vanzolini, gerida por professores de engenharia de produção da escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Quando o TSE mudou-se para o prédio na Praça dos Tribunais Superiores, em fevereiro de 1971, trabalhavam no tribunal cerca de 70 servidores. Hoje são mais de 700. O eleitorado brasileiro na época era de 24,5 milhões de eleitores, e hoje soma mais de 136 milhões.
Nesses 40 anos a demanda crescente por novos serviços levou o Tribunal a ocupar três anexos além do edifício-sede, localizados em pontos distintos da cidade. Essa distância causa embaraços no desempenho de várias atividades da Corte. Com a nova sede, todos os servidores estarão lotados no mesmo prédio, agilizando diversos procedimentos e, com isso, dando maior celeridade à prestação jurisdicional. (Com informações da Ascom/TSE)
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