Entre as reivindicações centrais está investimento e apoio à educação e a cultura, setores que vêm sofrendo retrocessos nos últimos anos, com o fechamento de 24 mil escolas do campo em todo o Brasil. Outro item da pauta é o assentamento para cerca de 6 mil famílias acampadas no Paraná, melhorias nas condições de vida nos assentamentos e acampamentos, com garantia de acesso à energia elétrica, atendimento à saúde e saneamento básico.
O documento busca também a melhoria da merenda, por meio da compra direta de alimentos dos produtores assentados, medidas já existentes em algumas localidades pelo Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.
Segundo a integrante do Setor de Educação do MST do Paraná, Sandra Scheeren, o processo de construção da pauta partiu de debates das escolas mantidas pelo próprio MST. “Têm lugares em que este processo de debate já está acontecendo há bastante tempo. Há um esforço do Movimento em ajudar a debater a pedagogia e a condição da escola, além de contribuir para que a escola consiga fazer a luta por políticas públicas para que a educação no geral seja melhor”, afirma Sandra.
Os estudantes Fabiana Nunes Gottardo, assentada no Município de Manuel Ribas, e Jean Carlos dos Santos de Lima, do pré-assentamento 1º de Maio, em Rio Branco do Ivaí, vão representar as crianças, adolescentes e jovens do MST na entrega da pauta de reivindicação.
Fabiana, de 12 anos, conta que a pauta foi elaborada a partir de vários momentos de conversa sobre a realidade local e a importância da escola para a vida das crianças do campo. “A gente se reunia na escola e discutia sobre a educação, as estradas, anotamos tudo e trabalhamos na pauta para entregar ao governo do estado”, relata a estudante da 7ª série.
“A nossa vontade é de que todas as crianças que estão no campo tenham os mesmos direitos e as mesmas chances de aprendizado das que estão na cidade”, resume o adolescente Jean Carlos, de 13 anos.
O documento busca também a melhoria da merenda, por meio da compra direta de alimentos dos produtores assentados, medidas já existentes em algumas localidades pelo Programa de Aquisição de Alimentos e Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE.
Segundo a integrante do Setor de Educação do MST do Paraná, Sandra Scheeren, o processo de construção da pauta partiu de debates das escolas mantidas pelo próprio MST. “Têm lugares em que este processo de debate já está acontecendo há bastante tempo. Há um esforço do Movimento em ajudar a debater a pedagogia e a condição da escola, além de contribuir para que a escola consiga fazer a luta por políticas públicas para que a educação no geral seja melhor”, afirma Sandra.
Os estudantes Fabiana Nunes Gottardo, assentada no Município de Manuel Ribas, e Jean Carlos dos Santos de Lima, do pré-assentamento 1º de Maio, em Rio Branco do Ivaí, vão representar as crianças, adolescentes e jovens do MST na entrega da pauta de reivindicação.
Fabiana, de 12 anos, conta que a pauta foi elaborada a partir de vários momentos de conversa sobre a realidade local e a importância da escola para a vida das crianças do campo. “A gente se reunia na escola e discutia sobre a educação, as estradas, anotamos tudo e trabalhamos na pauta para entregar ao governo do estado”, relata a estudante da 7ª série.
“A nossa vontade é de que todas as crianças que estão no campo tenham os mesmos direitos e as mesmas chances de aprendizado das que estão na cidade”, resume o adolescente Jean Carlos, de 13 anos.
(Com informações do MST/PR)
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