E complementa que "nesta edição vamos debater também as alternativas logísticas estratégicas da região e terminal público de Marabá, além de seqüência de obras necessárias ao aproveitamento das Eclusas de Tucurui".
Para o presidente do SINDARPA Luiz Ivan Janaú Barbosa o momento é importante para se efetivar a logística necessária não só para a região, mas para todo centro oeste do Brasil. "Logística depende de solução de continuidade, qualquer atraso na derrocagem do Pedral do Lourenço, por exemplo, compromete os investimentos feitos nas Eclusas de Tucurui, além de causar prejuízos incalculáveis aos agentes econômicos que já operam e os que pretendem se instalar aqui", afirma Luiz Ivan.
A ADECON dá como certa a participação do Diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, Fernando Antonio Brito Fialho, que juntamente com representantes do Ministério dos Transportes, Agricultura e DNIT, deverão participar das discussões.
Os patrões da navegação no Pará miram nas obras de derrocagem do rio Tocantins que viabilizará a hidrovia Tocantins-Araguaia. O transporte de cargas através da hidrovia é negócio milionário e envolve outros setores como a indústria naval. Recentemente, o estaleiro Maguari, de Belém, fechou contrato com a Petrobras para construção de 80 barcaças que operarão na Hidrovia do Tietê, em S.Paulo, ao custo de 300 milhões de dólares. Estima-se que a hidrovia Tocantins-Araguaia venha a operar duas vezes mais dessas unidades transportadoras.
Parlamentares pela Hidrovia - Coincidentemente, hoje, parlamentares paraenses devem reunir-se com Jorge Ernesto Fraxe, Diretor-Geral do DNIT para apresentar uma série de reivindicações direta ou indiretamente relacionadas à Hidrovia. Uma delas é o asfaltamento da Rodovia Transamazônica e a reinclusão das obras de derrocagem do "Pedral do Lourenço" no Programa de Aceleração do Crescimento II, obra que viabilizará a navegabilidade do Tocantins entre Marabá e Tucuruí. Existe a possibilidade que o DNIT garanta a realização da obra através de uma parceria entre o Governo Federal e a Vale, uma das interessadas no projeto e que, inicialmente, será a maior beneficiada pela hidrovia.
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