Entre os muitos momentos bizarros da vida e dos tempos de
Hugo Chávez, o encontro que o líder venezuelano teve no início desta semana com um boneco
em tamanho natural do "Comandante" foi um dos mais malucos. Falando
pela terceira vez naquele dia na TV estatal, Chávez foi surpreendido quando
discursava sobre direitos dos indígenas à terra: as calças do boneco caíram.
- Amarre as calças, irmão! Você não pode deixar as calças de Chávez cairem - riu Chávez.
Para seus partidários, o incidente mostrou o senso de humor do ditador. Para seus detratores, foi uma palhaçada inapropriada típica do presidente. A presepada deixa claro que Chávez está recuperando seus níveis de energia e sua onipresença.
- Não é hora de morrer, é hora de viver! Àqueles que querem me ver morto, digo que dentro em breve meu retorno será completo - disse Chávez, na frase que já virou seu mantra diário.
Apesar de estar convalescendo de cirurgia contra o câncer e quatro rodadas de quimioterapia, desde o início de outubro Chávez vem aparecendo na TV e rádio como antigamente, dando telefonemas à rede estatal em qualquer horário entre o amanhecer e a meia-noite, além de fazer pronunciamentos sobre qualquer assunto. Da política externa à culinária, nada escapa ao malucão.
- Amarre as calças, irmão! Você não pode deixar as calças de Chávez cairem - riu Chávez.
Para seus partidários, o incidente mostrou o senso de humor do ditador. Para seus detratores, foi uma palhaçada inapropriada típica do presidente. A presepada deixa claro que Chávez está recuperando seus níveis de energia e sua onipresença.
- Não é hora de morrer, é hora de viver! Àqueles que querem me ver morto, digo que dentro em breve meu retorno será completo - disse Chávez, na frase que já virou seu mantra diário.
Apesar de estar convalescendo de cirurgia contra o câncer e quatro rodadas de quimioterapia, desde o início de outubro Chávez vem aparecendo na TV e rádio como antigamente, dando telefonemas à rede estatal em qualquer horário entre o amanhecer e a meia-noite, além de fazer pronunciamentos sobre qualquer assunto. Da política externa à culinária, nada escapa ao malucão.
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