O Fundo BioCarbon, um fundo público-privado administrado pelo Banco Mundial, vai comprar os créditos de carbono em nome de seus participantes, que incluem alguns governos europeus e grandes companhias emissoras de gases estufa em países como Japão.
Certificados de Reduções de Emissões temporários são emitidos a participantes em projetos de reflorestamento enquadrados sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (CDM, em inglês) da ONU.
O projeto Plantar gera tCERs para reduções de emissões produzidas a partir do corte no uso de combustíveis fósseis na indústria de ferro e aço do Brasil e com o uso de plantações de eucalipto e pinus como escoadouros de carbono.
Implantados em diversos estados brasileiros, entre eles Minas Gerais e Goiás, os projetos de reflorestamento da Plantar estão em execução desde 1967. Atuando sempre como empresa de engenharia florestal, a Plantar tem como foco do seu negócio a Gestão de Florestas, incluindo todas as práticas silviculturais, desde a administração do viveiro, passando pelo plantio e manutenção das árvores, até a formação completa da floresta, seja ela de eucalipto ou de pinus. Tem como clientes as principais indústrias nacionais de celulose, de painéis de madeira, indústrias siderúrgicas e de lápis.
O projeto de reflorestamento, que tem sido apoiado por fundos do Banco Mundial desde 2001, enfrentou uma longa jornada antes de alcançar a fase de emissão de certificados.
"Temos trabalhado com o grupo Plantar por uma década e o fato de que eles são a primeira companhia no mundo a gerar tCERs é um testumunho à inovação e dedicação deles", disse Joelle Chassard, do Banco Mundial.
Após vários atrasos no processo de registro junto ao CDM, o projeto recebeu aprovação da ONU em setembro de 2010.
O projeto de reflorestamento, que tem sido apoiado por fundos do Banco Mundial desde 2001, enfrentou uma longa jornada antes de alcançar a fase de emissão de certificados.
"Temos trabalhado com o grupo Plantar por uma década e o fato de que eles são a primeira companhia no mundo a gerar tCERs é um testumunho à inovação e dedicação deles", disse Joelle Chassard, do Banco Mundial.
Após vários atrasos no processo de registro junto ao CDM, o projeto recebeu aprovação da ONU em setembro de 2010.
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