Os líderes do DEM e do PSDB criticaram logo no começo da sessão, por volta das 15h, a presença do ministro. “A sua visita é uma afronta, o senhor não deveria estar sentado na cadeira de ministro”, disse o deputado ACM Neto (DEM-BA). “Sua vinda aqui na semana passada foi uma afronta ao Congresso. Nesta semana é uma afronta ao Brasil. O povo brasileiro quer o senhor longe das discussões sobre Copa do Mundo”, disse Aceminho.
O líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), também chamou a presença de afronta e disse que o governo quer dar uma “impressão de normalidade que não existe”.
Em resposta, o ministro se limitou a afirmar: “Em outra oportunidade, eu falo sobre conjuntura política”.
O líder do PT na Casa, Paulo Teixeira (SP), afirmou que as críticas da oposição têm "motivação eleitoreira" e que as acusações "são uma inversão de papéis porque quem está atacando são aqueles que devem satisfações pelo que fizeram com o dinheiro público”. O petista disse ainda que o assunto da audiência de hoje será a Copa do Mundo, e não uma “plataforma de ataque para a oposição”.
Pauderney Avelino (DEM/AM) chegou a dizer que Orlando não tinha "legitimidade" para discutir a Lei Geral da Copa porque "não será ministro por muito mais tempo". Levou um puxão de orelha de Paulo Teixeira (PT/SP): "A oposição precisa primeiro ganhar uma eleição para poder nomear e exonerar ministros", disse.
Logo no início da audiência nenhum líder da base governista estava no plenário para confrontar a oposição. Cândido Vaccarezza, Henrique Eduardo Alves e outros figurões da base sumiram e coube a Paulo Teixeira, defender Orlando Silva.
Depois da avalanche de golpes, Orlando pôde enfim falar sobre a Lei Geral da Copa e respondeu perguntas do presidente da comissão Renan Filho e do relator. Mas, logo as acusações voltaram à pauta, através de Onix Lorenzoni (DEM/RS). Os integrantes da base do governo tentam manter a discussão em torno da Lei Geral da Copa e dizem que dos convênios investigados diversos são geridos por prefeitos ou governadores do DEM e do PSDB. Aparentemente, a coisa ficará neste pé e Orlando sairá com um empate. Ainda assim, segue na marca do pênalti.
Depois da avalanche de golpes, Orlando pôde enfim falar sobre a Lei Geral da Copa e respondeu perguntas do presidente da comissão Renan Filho e do relator. Mas, logo as acusações voltaram à pauta, através de Onix Lorenzoni (DEM/RS). Os integrantes da base do governo tentam manter a discussão em torno da Lei Geral da Copa e dizem que dos convênios investigados diversos são geridos por prefeitos ou governadores do DEM e do PSDB. Aparentemente, a coisa ficará neste pé e Orlando sairá com um empate. Ainda assim, segue na marca do pênalti.
Amanhã será a vez de José Dias Ferreira ser ouvido na Câmara. Ele acusa Orlando Silva de ser o "mentor e beneficiário" de um vasto esquema de corrupção e desvio de verbas no Ministério do Esporte para beneficiar o PCdoB, partido do ministro.
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